Mostrar mensagens com a etiqueta Desafios. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Desafios. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

E Agora, Meninas e Meninos... Vamos à História!

Auto-Retrato em Catedral - Espanha
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

E Agora, Meninas e Meninos... Vamos à História!

Procurando velhas, novas, outras perspectivas, ok?
Ok?

sábado, 31 de dezembro de 2016

Votos - 2017


Auto-Retrato a Preto e Cinzento
Fotografia de Anabela Matias  Magalhães

Votos - 2017

Sair bem, entrar bem, continuar bem ao longo do novo ano... confesso, desejo para mim e para todos quantos por aqui passarem.
Tchim Tchim! À nossa!
E marcamos encontro para o próximo ano, ok?

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A Escola Desafiadora - A Escola do Século XXI

EB 2/3 de Amarante - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

A Escola Desafiadora - A Escola do Século XXI

Nasci no início da década de sessenta do século passado e a escola que frequentei até ao 25 de Abril de 1974 foi uma escola muito redutora, baseada num saber repetitivo que se decorava sem mesmo saber para quê e sem explicações sobre as coisas decoradas nem mesmo sobre a razão das coisas serem o que eram... se é que eram.
Assim decorávamos a tabuada porque sim, decorávamos os nomes dos rios porque sim, decorávamos as montanhas porque sim, decorávamos o nome das colónias portuguesas porque sim... e sim, decorávamos até mentiras impingidas por um poder que não admitia, por exemplo, que Goa, Damão e Diu, "invadidas e ocupadas" pelos indianos e perdidas para sempre no ano do meu nascimento, já não faziam parte integrante do império português aquando da minha entrada na escolinha... e nós que pensávamos que sim... pois se tínhamos de as saber todas de cor e salteado e a lenga lenga acabava sempre em Goa, Damão e Diu! Em suma, a escola esgotava-se dentro da sala de aula e nos deveres, sagrados, que tínhamos de cumprir diariamente. E ponto final.
Depois deu-se o 25 de Abril e Escola Portuguesa começou a desabrochar e a abrir-se ao mundo. Recordarei para sempre as aulas das experiências, as aulas visitas de estudo, as aulas saídas de campo para desenhar a cidade, os problemas lançados em contexto de sala de aula que nos faziam exercitar os neurónios até dizer chega, os projectos/desafios lançados pelos nossos professores a apelar à nossa intervenção cívica, à nossa crítica construtiva, práticas ainda minoritárias, bem sei, que o saber continuou a ser debitado, lido, eu sei lá! por muitos professores que fui apanhando pelo caminho, faculdade incluída.
E com estas práticas pedagógicas díspares cheguei/chegámos à penúltima década do século XX, década em que entrei ao serviço do ministério da Educação.
Nunca partilhei, nem enquanto aluna nem enquanto professora, de uma visão de Escola reduzida à transmissão do saber, à salinha de aula, ao livrinho lido, agora aos PowerPoints lidos para parecer mais modernaço, ao saber debitado do lado de cá, decorado do lado de lá. A Escola deve, para mim, desafiar interpelar, inovar, projectar, sair do espaço físico confortável, sair da sala de aula, virtualmente também, sair do recinto escolar, agendar actividades colaborativas interdisciplinares, agendar oficinas experimentais, procurar parcerias com os organismos locais, colaborar com as forças vivas existentes na cidade, na vila... o que for, deve escutar os alunos, deve manter a criatividade destes em alta, deve dar-lhes a possibilidade de observarem, interiorizarem e praticarem arte, seja ela de que tipo for... tudo isto sem descurar os conteúdos, claro está, que à Escola também se exige que não descure o conhecimento e o saber e tudo isto sem descurar também os afectos e sem deixar de cuidar das emoções porque nós somos cuidadores de pessoas em formação que serão os adultos de amanhã.
Em suma, a Escola do século XXI será, penso eu, uma Escola cada vez mais complexa e que poderemos caracterizar como Desafiadora sendo que os desafios vão-se colocar a Professores, Alunos, Encarregados de Educação e Assistentes Operacionais que precisarão de remar o mais possível na mesma direcção.... com a ajuda da Tutela, claro está!, ajuda esta indispensável para o êxito da Missão. Os Professores terão de ajustar práticas, alguns, os que se mantêm fossilizados, terão mesmo de as alterar radicalmente. Os Alunos terão igualmente de ajustar práticas e comportamentos, alguns precisarão mesmo de rever por completo a sua ideia de Escola... extensivo aos Encarregados de Educação. O Ministério da Educação terá de ser um parceiro facilitador e não uma pedra no sapato de cada interveniente no processo educativo.
A Escola do século XXI quer-se aberta e cada vez mais transparente na sua acção e cabe-nos a nós, Tutela e Comunidade Educativa no seu conjunto, encontrar as respostas aos desafios que surgirão amanhã, depois e ainda depois...

Nota - Post inicialmente partilhado no blogue ComRegras.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

O Mundo na Corda Bamba

O Mundo na Corda Bamba

Tomara que o Mundo se equilibre, que encontre o seu caminho... mesmo se ele se revela estreito e perigoso.
Esperança, precisa-se!



Nota - Com os meus agradecimentos ao João Sardoeira pelo envio do vídeo.

sábado, 12 de outubro de 2013

Facebook - Memórias - Aulas de História - Sugestão ao Poder Político Local

 

 Facebook - Memórias - Aulas de História - Sugestão ao Poder Político Local

A história conta-se por esta ordem: reencontrei o Alberto Martins, filho da Dona Helena dos Correios, algures no Facebook... que também tem destas coisas e serve, de quando em vez, para aproximar gente que não se cruza faz anos, nomeadamente conterrâneos nascidos e criados da nossa bela vila natal.
Ontem, em conversa no face, lancei o repto ao Alberto sobre documentação da sua passagem pela Guiné, durante a Guerra Colonial... sei lá, fotografias, insígnias, cartas para uma madrinha de guerra... isto porque ando às voltas com a 1ª Guerra Mundial e guerra atrás de guerra chegarei à Colonial, que leccionarei este ano às minhas turmas de 9º ano, precisando de recolher toda a documentação que puder aqui do pessoal de Amarante que eu gosto de remeter para a terrinha, sempre que posso, para integrar a história local na história nacional e esta na mundial.
O pedido foi feito ontem. Hoje já me chegou às mãos muito material que seleccionarei com cuidado. Por agora partilho este Louvor recebido pelo furriel miliciano Alberto Joaquim de Macedo Pereira Martins pelos serviços prestados à Pátria, na Província da Guiné, documento datado de 1968.
E, aqui chegada, lembrei-me de deixar mais uma sugestão ao poder político local, sugestão nada original pois eu conheço estas iniciativas de outras terras, em alguns casos feitas com incrível êxito, que não em Amarante, está bom de ver. E a sugestão é a de solicitar aos Amarantinos documentação pertinente sobre determinados acontecimentos, nomeadamente este - Os Amarantinos na Guerra Colonial - para memória futura, antes que quase tudo se perca, desaparecendo com a voragem do tempo. É claro que estas iniciativas poderão/deverão? partir do poder local, que deverá ser agregador e potenciador da visibilidade de Amarante, aqui e no estrangeiro.
As minhas visitas a França deixam-me sempre a pensar... não há terra que não possua a sua evocação dos filhos da terra mortos em combate... e eles tiveram tantos! e os agradecimentos da Pátria pelos serviços prestados por estes jovens arrastados pelo poder político para teatros de guerra desconhecidos e imprevisíveis. A Guerra Colonial Portuguesa foi um erro de casting, isto para ser ligeira na sua classificação, é certo. Mas estes jovens foram arrastados para ela, à época, tantos "sem saber ler nem escrever", e defenderam Portugal com o seu suor, dor, lágrimas e sangue. Alguns deram tudo o que tinham para dar e nem regressaram... há Amarantinos perdidos para sempre algures nas matas africanas... Quem se recorda deles? Quem guarda as suas memórias? Quem guarda as memórias dos que regressaram feridos física e psicologicamente e que permanecem vivos entre nós?
Não devemos ser nós a preservar as nossas memórias? O poder local não poderá/deverá ter uma importante palavra a escrever neste capítulo da salvaguarda de um património que urge preservar?
Aqui fica a sugestão, que pode ser ampliada para todos os eventos importantes acontecidos aqui, por estes solos deveras especiais... e mais tarde, quem sabe?, não se poderá ampliar o Museu Local assegurando outras valências, sempre enriquecedoras... ou até fundar um outro, algures lá mais para diante, num futuro mais ou menos próximo, num futuro mais ou menos distante...

Nota - Este louvor constará da minha apresentação em PowerPoint sobre a Guerra Colonial.
Este louvor servirá também para dele fazer uma reprodução que constará no património do Centro de Recursos da Sala de História da EB 2/3 de Amarante. Porque grão a grão, enche a galinha o papo!

Agradecida, Alberto Martins! Muito!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Turismo - Sugestão ao Poder Político Local - Trilhos Pitorescos




Quelhas Amarantinas - Amarante - Portugal
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães 
 
Turismo - Sugestão ao Poder Político Local - Trilhos Pitorescos

No seguimento deste post, em que sugeri a criação de um roteiro do Percurso das Invasões Francesas em Amarante, hoje deixo outra sugestão, associada a percursos pitorescos que a esmagadora maioria dos turistas não faz por mero desconhecimento da sua existência.

Comecemos pelas quelhas. Escrevi eu em 25 de Julho de 2012:

Quem acompanha este blogue desde o seu primeiro ano de vida sabe que eu amo as quelhas, as vielas, os pátios que se abrem nestes capilares urbanos tão ao meu gosto pelo prazer da descoberta que me proporcionam quotidianamente, pelo inesperado de um recanto, de uma porta mais castiça, de um raio de luz que, de súbito e inesperadamente, penetra até às suas entranhas, amiúde decadentes, pobres, velhas, abandonadas, maltratadas, desrespeitadas. Eu não as abandono. Recuso-me. E continuo a gostar mais delas do que das avenidas mesmo se xpto.
A beleza das nossas quelhas amarantinas é um filão turístico ainda por explorar e que, se estivessem limpas e asseadas, fariam as delícias fotográficas de qualquer turista que se preze em busca de instantâneos pitorescos e especificamente portugueses. Estas quelhas, com estas características de cores, de rasgamentos, de janelas de guilhotina, de soluções de desenrasque, de recantos deliciosos, são nossas e de mais ninguém porque diferentes das marroquinas, das espanholas, das francesas... do que seja.
Deus dá as pérolas a quem não tem dentes, já diz o povo, e constato que, passados 5 anos sobre as minhas postagens sobre as quelhas amarantinas elas permanecem quase iguais, salvo um ou outro toque de cor que lhes dá vida e encanto enquanto disfarça os pivetes emanados de casas insalubres, uma transformada em canil aqui mesmo no centro da cidade sem que haja delegado de saúde que lá meta o nariz... pois podia até desmaiar com o fedor que de lá se solta. Enfim! No comments.
Penso que a Câmara Municipal de Amarante já podia ter feito alguma coisa por estes espaços. Por exemplo manter estes espaços limpos e asseados era da mais elementar justiça, e depois um retoque aqui e ali, umas flores e umas trepadeiras estrategicamente colocadas, uma caiadela aqui e ali... et voilá, sem grande dinheiro despendido podiam até abrir o Roteiro das Quelhas Amarantinas ao turismo.
Tenho a certeza que os turistas agradeciam. Os amarantinos que as habitam, que são gente, também. E talvez até os próprios amarantinos que as não habitam se aventurassem por estes espaços que se mantêm, ainda hoje, tão à margem da vida da cidade.
A fotografia que ilustra este post foi tirada na Quelha dos Eirados, agora transformada em Rua do Bairro Padre Américo num ímpeto talvez de novo riquismo que tudo apaga até as memórias. Que raio de lembrança foi esta de chamar rua a uma quelha que sempre o foi e vai continuar a ser?
Quelha dos Eirados, pois então! Ou, quando muito, Quelha da Generosa Faria!
Aqui com uma belíssima Trombeta da China, ou, ainda mais chique, uma campsis grandiflora trepadora... que trepou, trepou, trepou... até nos poder brindar com esta mancha vibrante e quente de cor para disfarçar o pivete de uma quelha que podia Ser... mas ainda não é.
Tal como todas as outras quelhas amarantinas. E é pena!

Sobre esta temática pode ainda ler outros posts que eu venho escrevendo sobre as quelhas desde 2007, ano de abertura deste blogue. Para isso basta clicar aqui.

Acrescento a cereja em cima do bolo dos Trilhos Pitorescos - o percurso pedonal pelas belas margens do Tâmega, a margem direita está impecavelmente tratada e a caminhada podia iniciar-se nos Poços, ou no Mercado, estender-se até os turistas apanharem um cheirinho do Lugar da Torre, meia volta e Morleiros, com a travessia da açude do mesmo nome... se permitido pelo Senhor Tâmega!, Ilha dos Amores, margem esquerda do Tâmega, a precisar de um arranjo em parte do pavimento, até à escadaria que, encostadinha à Ponte Velha, levaria a turistada aos doces regionais...

Nota - Habito numa das quelhas de Amarante. Desloco-me pela cidade a pé. Farto-me de ver turistas a passar... nas ruas principais, pois então! que é raro algum aventurar-se quelhas adentro.
Já de roteiro na mão... por certo que entrariam. Mas é claro que o poder local teria de as acarinhar... o que não é muito difícil de fazer... fundamentalmente teria de as manter limpas, de plantar uma ou outra trepadeira num ou noutro local estratégico... et voilá! Uma Outra Amarante renasceria!

sábado, 27 de abril de 2013

Turismo - Sugestão ao Poder Político Local - Reconstituição do Percurso das Invasões Francesas

Reconstituição das Invasões Francesas em Amarante - Stª Luzia
2009 - Comemoração dos Duzentos Anos da Heróica Resistência
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Turismo - Sugestão ao Poder Político Local - Reconstituição do Percurso das Invasões Francesas

Todas as terras devem procurar valorizar com unhas e dentes aquilo que as distingue e que é específico delas. Há um tipo de turista que não se contenta com férias de 15 dias num resort xpto de onde jamais sai e que, pelo contrário, espreita todos os cantos e recantos das terras por onde passa privilegiando até o contacto com as populações locais, procurando obter informações sobre a história das terras e das suas gentes.
Sei bem do que falo já que sempre pratiquei este tipo de turismo que precisa de ser acarinhado por ter grandes possibilidades de crescimento num futuro mais ou menos próximo... se os europeus não arrasarem a Europa... e a propósito das reconstituições do percurso das invasões francesas em Amarante, que farei proximamente com os meus alunos, bem espaldada pelos técnicos do Museu Amadeo de Souza-Cardoso, não posso deixar de pensar como seria bom se pudéssemos contar com um roteiro que o mapeasse pelo menos desde a entrada das tropas napoleónicas aqui no concelho, enquadrado por um pequeno mapa com as três invasões sofridas pelos portugueses onde estivesse destacada a 2ª, comandada por Soult, exactamente a que por aqui tantos estragos provocou. Depois teria umas informações gerais sobre os acontecimentos daqueles dias fatídicos iniciados a 18 de Abril e que se prolongaram até ao dia 2 de Maio, dia do rompimento das forças resistentes que permaneciam dando luta aos franceses na margem esquerda do Tâmega, teria informações sobre os solares incendiados, os solares poupados, as escaramuças vividas aqui pelo centro, as igrejas transformadas em autênticas cavalariças numa profanação do espaço sagrado inadmissível para os amarantinos, os estragos, as pilhagens...
Para além deste panfleto em suporte de papel, que um qualquer turista chegado ao burgo haveria de ter disponível para com ele calcorrear as ruas das invasões, haveria ainda que registar em placas bem estudadas e sóbrias, as histórias pitorescas e únicas de cada edifício, de cada canto e recanto... estou farta de me lembrar da Normandia e de como os acontecimentos trágicos da 2ª Guerra Mundial aí estão presentes e não sofrem da possibilidade de caírem no esquecimento porque tudo está registado, assinalado, catalogado, mapeado. Ao entramos num pequeno vilarejo desta região francesa onde se começou a infligir aos alemães uma pesada e merecida derrota lá estão as placas nas casas, nas igrejas... relatando sumariamente "Aqui aconteceu isto e aquilo... "
Gostaria de ver isto feito aqui em Amarante. Porque a heróica resistência às tropas napoleónicas e a defesa da ponte faz parte integrante da nossa história local que podia e devia ser valorizada.
Assim fica só a cargo de uns quantos aficionados professores de História... e, de quando em vez, de umas reconstituições promovidas pela Câmara Municipal de Amarante. Muito pouco, portanto. E quase nada para quem chega a esta belíssima terra como turista.
Aqui deixo a sugestão ao poder político local. Ao que está e ao que há-de vir. Em ano de eleições... quem sabe não haverá algum candidato capaz de pegar nesta ideia gratuitamente fornecida aqui pela je?

Nota - Esta sugestão tem a vantagem de ser de fácil concretização e de não ter custos exorbitantes, perfeitamente compatível com um orçamento camarário de Troika.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Visitas de Estudo a S. Domingos

Altar-Mor - S. Domingos - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Visitas de Estudo a S. Domingos

Hoje é dia de Visitas de Estudo à Igreja de S. Domingos, ou de Nosso Senhor dos Aflitos, porque aflitos estamos nós todos!, para os meus alunos do Curso de Educação e Formação de Pastelaria/Panificação e para os sócios do Clube de História da E. B 2/3 de Amarante.
Para mim a tarde será agitada, feita de quatro viagens a pé, para baixo e para cima, duas vezes, que enquanto caminho pela cidade faço exercício físico e trato da minha saúde física e mental.
Só espero que a tarde se mantenha tal e qual está, chuvosa mas não muito, o ideal seria mesmo ensolarada!, e não se abata sobre nós nenhum dilúvio.
Darei novas logo que possível.

terça-feira, 13 de março de 2012

CEF - Pastelaria/Panificação

Doçaria Variada - CEF - Pastelaria/Panificação
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

CEF - Pastelaria/Panificação

Num mundo ideal, todos os alunos olhariam para este produto, do trabalho que é deles, orgulhosos e perfeitamente conscientes da abertura de portas que um curso destes lhes pode proporcionar no futuro... ainda por cima num futuro que se adivinha ainda de crise. É que a escapatória de muitos pode passar por aqui...
No mundo real, nós temos de repetir a muitos quinhentas mil vezes esta evidência até ela ficar retida.
Não parece incrível... olhando as iguarias?

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Esperança em Dias Melhores

Esperança em Dias Melhores

Desejo-lhe êxito, senhora ministra. Porque dele precisamos todos como de pão para a boca.
Transparência, precisa-se! Para ontem.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Educação a Quanto Obrigas!

Educação a Quanto Obrigas!

As imagens são impressionantes, foram partilhadas no Youtube, passaram na televisão e deixam qualquer um de cara à banda.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Extinção das Direcções Regionais

Extinção das Direcções Regionais

Não vão deixar saudades.
Pode continuar a ler aqui e aqui notícias sobre o mesmo tema. Em 2012 extinguem-se e darão origem a "estruturas simplificadas". Serão mesmo necessárias estas tais de "estruturas simplificadas"? Se sim, espero que, com o tempo, não as compliquem e engordem.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Desafio

Desafio

O Miguel Loureiro, editor do blogue Contrafacção, desafiou-me com um questionário... e eu, confesso, não resisto a um bom desafio. Aqui está o resultado dele.

1 - Existe um livro que relerias várias vezes?

Não é meu costume reler livros mas abriria talvez uma excepção para todos os que já li de Milan Kundera.

2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?

Existe e ainda está na minha mesinha de cabeceira inacabado - Cadernos de Lanzarote de Saramago. Estou convicta que jamais o terminarei.

3 - Se escolhesses um livro para ler no resto da tua vida, qual seria?

Não seria capaz...

4 - Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, nunca leste?

A Bíblia e o Corão.

5 - Que livro leste cuja "cena final" jamais conseguiste esquecer?

Nenhum. Relembro-os pela totalidade.

6 - Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual o tipo de leitura?

Lia histórias infantis e muita BD do Tio Patinhas, Donald e afins. Mas consigo destacar dois livros marcantes lidos ainda durante a minha infância e que foram "O Romance da Raposa" de Aquilino Ribeiro e "Memórias de Um caçador de Elefantes" de João Teixeira de Vasconcelos, irmão de Teixeira de Pascoaes, um livro que pertencia ao meu avô e tinha uma dedicatória do referido autor ao meu querido avô Rodrigo. De referir que na mesma rua onde habitavam os meus avós paternos, a mesma onde ainda hoje habito, existia a casa de família deste escritor/caçador com uma sala pejada de troféus de caça vindos lá das Áfricas, um deles uma gigantesca pata de elefante que deixava a miudagem de boca aberta até às orelhas... literalmente a sonhar com mundos outros, exóticos e estranhos como o raio que os parta.

7 - Qual o livro que achaste chato, mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?

Não me lembro de nenhum livro lido com muito sacrifício. O "Cadernos de Lanzarote" permanecerá, por certo, inacabado.

8 - Indica alguns dos teus livros preferidos.
"A Insustentável Leveza do Ser" de Milan Kundera, "As Cruzadas Vistas Pelos Árabes" de Amin Maalouf, "O Último Voo do Flamingo" de Mia Couto, "Cem Anos de Solidão" e "Crónica de Uma Morte Anunciada" de Gabriel Garcia Márquez...

9 - Que livro está a ler?

"Istambul - Memórias de Uma Cidade" de Orthan Pamuk.

10 - Indica 10 amigos para responderem a este inquérito.

Ó diacho! O Miguel já esgotou uns quantos... mas vou tentar...

Helder Barros do blogue Informaticahb
Lelé Batita do blogue Pérola de Cultura
Hélio Matias do blogue Valado dos Frades
Fátima André do blogue Revisitar a Educação
Gabriel Vilas Boas do blogue Jardim de Livros
Didium do blogue Ler é Viver
Cristina Ribas do blogue ProfBlog
Xosé Ruibal do blogue Quem puxo esse papel na porta
Pode ler as respostas do Xosé, clicando aqui.
David Levy do blogue Lisboa - Tel Aviv
Flora Queirós do blogue EB1 Torreira

sábado, 23 de abril de 2011

Sila Sahin


Imagem surripiada daqui.

Sila Sahin

Confesso que convivo muito bem com a nudez, mas, apesar desse convívio pacífico, garanto que nunca me passou pela cabeça colocar neste blogue uma capa da Playboy, até porque a Playboy nunca alimentou as minhas "leituras" e jamais foi revista da minha preferência.
Hoje abro uma excepção neste blogue para colocar Sila Sahin parcialmente desnuda apenas porque há nus e nus e este nu é uma arma, pacífica, direccionada a um mundo muçulmano que existe e que acredita poder manipular as mulheres a seu bel prazer, sem nada lhes perguntar, que acredita ser dono delas e que elas são coisa sua.
Deste cantinho português, tiro o meu chapéu à turca Sila Sahin, a primeira mulher muçulmana a posar nua para a Playboy.
A mulher tem 25 anos, é maior e vacinada, a decisão de posar nua é lá com ela, não é?

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Conhecimentos de Geografia

Conhecimentos de Geografia

Teste aqui os seus conhecimentos de Geografia e acerte na localização das capitais europeias... se for capaz!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Inspiração

Inspiração

Toda a perícia é pouca para sairmos do buraco.
Por isso aqui deixo inspiração. Porque estamos a precisar.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

 
Creative Commons License This Creative Commons Works 2.5 Portugal License.