Graça, ou a (des)Graça da Desonestidade Intelectual
Ao que parece esta
Graça não concorda com a minha opinião e/ou com a minha argumentação sobre a isenção de avaliação talhada à medida de 40 mil professores, mais coisa, menos coisa.
Vai daí, em vez de argumentar com os seus argumentos, olha eu não concordo por isto e por aquilo e por mais não sei o quê, resolveu cortar o meu racicínio e o meu texto conforme a sua conveniência.
A Graça é um exemplo exemplar daquilo a que eu chamo "desonestidade intelectual", para não lhe chamar outra coisa. A "mulher" será? resolveu transcrever apenas o que lhe interessava, cortando e recortando o meu raciocínio, nem se dando ao trabalho de assinalar os buracos negros de raciocínio", importantes, que entretanto engendrou.
Espero que a dita Graça/(des)Graça não seja professora. Se for, espero que a dita não esteja num dos escalões de avaliação que Nuno Crato quer isentar de avaliação. Se for, espero que a dita seja avaliada. E que lhe seja ensinado a transcrever correctamente o pensamento seja de quem for, respeitando a sua autoria e originalidade. Sob pena de ser uma das que não passará na avaliação.
Aqui deixo o texto dela:
"Como não estou no 8º nem no 9º escalão, exijo-o à mesma. Que palhaçada de país este! Onde nem a avaliação, quando nasce, se aplica a todos?! Estou pelos cabelos com tratamentos de filhos e de enteados. Que decepção! Que frustração! Que país nojento!
Se há isentos eu também quero estar isentada e acaba-se de vez a palhaçada. Se há avaliação não deverá haver isentos. É assim tão complicado perceber uma coisa assim simples?"
estas são as palavras da Anabel no seu blog.
alguém quer fazer a hermeneutica deste post? :)
E aqui fica o meu texto:
(...) Primeira crítica concreta - Se eu estivesse no 8º ou no 9º escalão exigia imediatamente o fim da discriminação mesmo antes dela começar. Mas que raio de avaliação é esta que prevê que a chegada a determinado patamar da carreira por si só isente o sujeito em causa de toda e qualquer avaliação?
Como não estou no 8º nem no 9º escalão, exijo-o à mesma. Que palhaçada de país este! Onde nem a avaliação, quando nasce, se aplica a todos?! Estou pelos cabelos com tratamentos de filhos e de enteados. Que decepção! Que frustração! Que país nojento!
Se há isentos eu também quero estar isentada e acaba-se de vez a palhaçada. Se há avaliação não deverá haver isentos. É assim tão complicado perceber uma coisa assim simples? (...)
Ah! E a infelicidade passou-se
aqui.