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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Ser Anónimo

Imagem surripiada ao Luís Costa que por sua vez... eheheh...

Ser Anónimo

(Às melgas, com carinho e... desprezo natural!)

Ser anónimo é ser mais baixo, menor
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e andar com inveja
Dos Reis e do Reino de Além Dor!

É ter de mil percevejos ardor
E não saber sequer o que ardeja!
É ter lá dentro um lastro que dardeja,
É ter garras e asas de estupor!

É ter fome, é ter sede de manguito!
Por elmo, as manhãs de couro e serrim...
É o pensar imundo num só grito!

E é odiar, assim, perdidamente...
É ser alma exangue e vida ruim
E dizê-lo, insultando toda a gente!

Luís Costa

Agradeço-te o poema, Luís Costa, genial e inteiramente apropriado ao momento...

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Graça, ou a (des)Graça da Desonestidade Intelectual

Graça, ou a (des)Graça da Desonestidade Intelectual

Ao que parece esta Graça não concorda com a minha opinião e/ou com a minha argumentação sobre a isenção de avaliação talhada à medida de 40 mil professores, mais coisa, menos coisa.
Vai daí, em vez de argumentar com os seus argumentos, olha eu não concordo por isto e por aquilo e por mais não sei o quê, resolveu cortar o meu racicínio e o meu texto conforme a sua conveniência.
A  Graça é um exemplo exemplar daquilo a que eu chamo "desonestidade intelectual", para não lhe chamar outra coisa. A "mulher" será? resolveu transcrever apenas o que lhe interessava, cortando e recortando o meu raciocínio, nem se dando ao trabalho de assinalar os buracos negros de raciocínio", importantes, que entretanto engendrou.
Espero que a dita Graça/(des)Graça não seja professora. Se for, espero que a dita não esteja num dos escalões de avaliação que Nuno Crato quer isentar de avaliação. Se for, espero que a dita seja avaliada. E que lhe seja ensinado a transcrever correctamente o pensamento seja de quem for, respeitando a sua autoria e originalidade. Sob pena de ser uma das que não passará na avaliação.

Aqui deixo o texto dela:

"Como não estou no 8º nem no 9º escalão, exijo-o à mesma. Que palhaçada de país este! Onde nem a avaliação, quando nasce, se aplica a todos?! Estou pelos cabelos com tratamentos de filhos e de enteados. Que decepção! Que frustração! Que país nojento!
Se há isentos eu também quero estar isentada e acaba-se de vez a palhaçada. Se há avaliação não deverá haver isentos. É assim tão complicado perceber uma coisa assim simples?"
estas são as palavras da Anabel no seu blog.
alguém quer fazer a hermeneutica deste post? :)

E aqui fica o meu texto:

(...) Primeira crítica concreta - Se eu estivesse no 8º ou no 9º escalão exigia imediatamente o fim da discriminação mesmo antes dela começar. Mas que raio de avaliação é esta que prevê que a chegada a determinado patamar da carreira por si só isente o sujeito em causa de toda e qualquer avaliação?
Como não estou no 8º nem no 9º escalão, exijo-o à mesma. Que palhaçada de país este! Onde nem a avaliação, quando nasce, se aplica a todos?! Estou pelos cabelos com tratamentos de filhos e de enteados. Que decepção! Que frustração! Que país nojento!
Se há isentos eu também quero estar isentada e acaba-se de vez a palhaçada. Se há avaliação não deverá haver isentos. É assim tão complicado perceber uma coisa assim simples? (...)

Ah! E a infelicidade passou-se aqui.
 
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