quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Como Apagar o Rasto da Orgulhosa Professora de História que Eu Fui no Agrupamento do Qual Ainda Faço Parte

Para memória Futura 
Fotos e Prints tudo ao molho e fé em deus

Como Apagar o Trabalho da Orgulhosa Professora de História que Eu Fui no Agrupamento do Qual Ainda Faço Parte

Se entrarem hoje no site do Agrupamento de Escolas Teixeira de Pascoaes, do qual ainda faço parte do corpo docente, e que farei até de aposentar ou morrer, verão que não existem referências/links ao projecto que implementei um dia, de seu nome História em Movimento, e que engloba, ainda hoje, um site com o projecto propriamente dito e um blogue que, na prática, é um manual on-line e que, só por acaso, venceu há muiiiiitos anos atrás, o prémio de melhor blogue do ano, na categoria História, feito pelo então famoso Aventar.

É verdade que já deixei de actualizar estes materiais que todos os anos eram por mim revistos, mas, porra, a História permaneceu no mesmo sítio e as alterações têm sido vira o disco e toca o mesmo.

Assim, pergunto eu, que escola é esta que se dá ao luxo de apagar o meu trabalho que um dia esteve acessível na página do agrupamento e só através de um clique e de o esconder de todos os alunos que por esta escola passaram durante estes últimos anos e que continuam a passar no presente tempo?

Rege-se por critérios pedagógicos?! Não pensam que poderão existir alunos que até tenham interesse nestes materiais? Ou mesmo professores? Que poderão até ter serventia para alguém que apenas seja um curioso destas matérias?

Comprove clicando aqui que é o mesmo que dizer vasculhem no site do meu agrupamento e procurem o rasto desse meu trabalho e vão ver que não encontram. Pelo caminho ainda vão poder comprovar que tiveram a lata de me roubar o nome do projecto e rebaptizar AFC de AFC em Movimento!

E, como comprovativos, deixo aqui os links para o blogue História 3º Ciclo e ainda para a minha página História em Movimento onde partilhei uma pequena parte do trabalho que fui desenvolvendo com os Meus Alunos, ao longo dos anos, desde Setembro de 2009, data em que reentrei na escola que sempre considerei minha... só que não!

Ai Dr. Joaquim! Que é o mesmo que dizer ai Teixeira de Pascoaes! Tão amigo dos meus tios avós, do meu avô e do meu querido pai que tantas vezes o recordaram com eterna saudade daquele Homem magro e simples... mas tão complexo e que também não merecia isto numa escola que carrega a responsabilidade do seu nome.

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Bebedouros e Plásticos

Bebedouros - Exemplar Lisboeta do início do século XX
Fotografia retirada da net

Bebedouros e Plásticos

Quando eu era miúda, aqui pela terrinha e nas escolas daqui também, existiam fontanários e bebedouros a torto e a direito, espalhados pela então vila e seus espaços escolares. Acredito que assim era no resto do país e respectivas escolinhas.

Depois fizeram da água muitos negócios e desapareceu tudo: os fontanários foram bloqueados, vieram as tabuletas com o costumeiro "Impróprio para consumo" e os bebedouros foram-se estragando pelas escolas sem que uma alma caridosa tratasse destes assuntos.

Quando eu era miúda, tudo vinha em garrafas de vidro, das bebidas aos yogurtes, tudo vinha e tudo ia pois quem descarregava garrafas de vidro cheias carregava e levava outras, entretanto vazias, para serem reutilizado depois de lavadas. Tão simples... e a funcionar tão bem.

Não sei precisar quando acabaram com uma atitude de impecável cidadania. Sei que comigo já não contam para beber em plásticos pois bebo água del cano... et voilá, da torneira para o copo... simples, simples e sem a aldrabice do Volta!

E aqui deixo esta ideia à autarquia local. Invistam em água gratuita e fresca e espalhem bebedouros em pontos críticos e de maior necessidade e movimento pedestre. Garanto que fica mais barato, mais bonito e é mais ajuízado e útil do que andar a mexer em muros de alamedas, desmantelando-os, pondo os pedreiros que os fizeram às voltas nos seus túmulos, destruindo as meias laranjas que são nossas, e muito só nossas e que nós não damos a ninguém... a não ser a ideia, claro está!
Não se fala tanto em ambiente, em cidadania e mais não sei o quê?
E que tal metermos as mãos na massa?

sábado, 12 de setembro de 2026

Qual a pena para quem presta falsas declarações num processo disciplinar da IGEC se for Director de um Agrupamento?


Qual a pena para quem presta falsas declarações num processo disciplinar da IGEC se for Director de um Agrupamento?

Perguntei eu à IA. 

E ela respondeu-me:

"No âmbito de um processo disciplinar instruído pela Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), a prestação de falsas declarações por parte de um Diretor de Agrupamento de Escolas constitui uma infração disciplinar de natureza muito grave, cuja sanção principal aplicável pode ir desde a suspensão até ao despedimento disciplinar/demissão, cumulada obrigatoriamente com a cessação da comissão de serviço.A moldura penal e disciplinar é determinada pelo cruzamento do Estatuto da Carreira Docente (ECD) e da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (LGTFP) pelas seguintes vias:

1. Responsabilidade Disciplinar e Sanções Aplicáveis

O Diretor de um agrupamento é um docente que exerce um cargo de liderança e gestão. Perante a prestação dolosa de falsas declarações (quer seja na qualidade de arguido, quer seja como testemunha), aplicam-se os deveres gerais de prossecução do interesse público, zelo e lealdade: 

  • Cessação da Comissão de Serviço: Por força do Artigo 182.º da LGTFP, a aplicação de qualquer sanção disciplinar igual ou superior à de multa a um titular de cargo dirigente (como é o caso do Diretor) determina cumulativa e automaticamente a cessação da sua comissão de serviço.
  • Pena de Suspensão (20 a 90 dias): Aplicável se as falsas declarações causarem grave perturbação ao serviço ou ao apuramento da verdade, inviabilizando temporariamente a manutenção do cargo. 
  • Despedimento Disciplinar ou Demissão: Se a falsidade for considerada de tal forma grave que quebre definitivamente a relação de confiança e a viabilidade do vínculo funcional com o Estado, demonstrando indignidade para o exercício de funções públicas. 
2. Responsabilidade Criminal (Crime de Falsidade)

O processo disciplinar corre em paralelo com a justiça penal. A IGEC tem o dever legal de comunicar os factos ao Ministério Público se detetar indícios de crime. O Código Penal estipula:

  • Se as falsas declarações forem prestadas sob juramento ou com a obrigação legal de dizer a verdade (por exemplo, na qualidade de testemunha ou perito), o agente incorre no crime de falsidade de testemunho, perícia, interpretação ou tradução (Artigo 360.º do Código Penal), punível com pena de prisão até 3 anos ou pena de multa.
  • Se as declarações falsas forem prestadas na qualidade de arguido, o estatuto confere o direito ao silêncio e a não autoincriminação, mas o abuso deliberado e a imputação de falsos crimes a terceiros podem configurar o crime de denúncia caluniosa (Artigo 365.º do Código Penal), punível com pena de prisão até 3 ou 5 anos."

(Texto da IA)

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Novela Infame - Capítulo Dois - O Agora MECI Ainda Está Bem Servido de Totós, de Incompetentes, de boys e de girls que Pensam Estar Acima da Lei da Nação??





Novela Infame - Capítulo Dois - O Agora MECI Ainda Está Bem Servido de Totós, de Incompetentes, de boys e de girls que Pensam Estar Acima da Lei da Nação?

Hoje avanço um pouquinho mais no levantar do véu do infame processo disciplinar que a senhora diretora do meu agrupamento teve a distinta lata de me mover... depois de me ameaçar com um, alto e bom som, em frente a uma plateia de professores, na maioria professoras, que, tanto quanto eu sei, não são surdos/as.

Instaurado o estapafúrdio processo eis que este vai parar às mãos de um senhor inspector, para mim completamente desconhecido, mas que, de cada vez que para ele olhava, via, tal e qual, a figura da senhora directora. 

A conduta do senhor inspector foi curiosa. Não sei como foram escolhidas as testemunhas da senhora, se por ela mesma, se por ele... a mesma coisa?... se tiraram à sorte de um saquinho bolas branquinhas ou pretinhas, assim como à moda de um jogo de sorte ou de azar.

Azar, para mim, que saíram quase todas as que tinham à data cargos de coordenação, o que não diz nada para quem está por fora da minha profissão, mas diz muito para quem está por dentro, neste caso a minha pessoa.

Coincidência, azar meu... sei lá eu... não é que as testemunhas quase todas, ocupando cargos de  cooordenação, dependiam directamente das avaliações atribuídas pela senhora directora para progredir ou não na carreira?

Mas, adiante. O senhor inspector, que pelos vistos não deve ter considerado relevante saber a minha versão dos factos pelos quais eu estava acusada, não me quis ouvir e passou adiante. Ora, a dada altura das investigações, qual inspector saído da pena da Agatha, pede à senhora diretora do meu agrupamento, por escrito, os dados profissionais sobre a minha pessoa.

E eis qual não é o meu espanto quando me deparo com um documento assinado por aquela que me berrou aos mais de sessenta anos... nem o meu pai me berrava!... "Eu é que mando neste agrupamento! Eu é que sou a directora!" que tentava reduzir-me talvez à sua insignificância.

Mentiras atrás de mentiras, nem na data de entrada no agrupamento acertou... eis que chego à falta injustificada pelo senhor director da Escola Secundária de Amarante, no ano 2000, que teve a brilhante ideia de me injustificar uma falta tendo eu justificado a falta antes de faltar! Sim, eu sei... é confuso... mas ainda mais confuso se torna quando, depois de recorrer dentro de uma tutela toda pintadinha de rosa, perdendo, claro está... o que motivou a entrada no Tribunal Administrativo de um recurso que por mim foi ganho, nem outra coisa poderia ser! 

(Ver acordão comprovativo da verdade da minha versão clicando aqui e facto este do conhecimento de toda a gente que pelas escolas da terrinha passa até porque esta falta injustificada deu uma novela do caraças)

Eu sempre tenho uma sorte! E de novo a coisa a repetir-se ao tempo do nosso ministro Costa, 2023, para ser mais precisa, que havia de manietar e calar quem não se dobrava ao cor-de-rosa ps e não abanava a cabecita, talvez amedrontado/a, talvez até tolhido/a face à possibilidade de vingança.

Pois eu aprendi que ela se serve fria. 

E eis que envio um e-mail para os serviços administrativos do meu agrupamento e peço que me informem de todos os cargos que exerci desde 2009/2010, ano lectivo em que entrei neste agrupamento onde ainda hoje me encontro, mas blindada com uma FAT passada pela Medicina do Trabalho.

E quem me responde, quem é? Pois, a senhora directora do agrupamento que teve a lata de, pela segunda vez, e agora respondendo-me a mim e a um e-mail que fora dirigido aos serviços administrativos, prestar, de novo, falsas declarações, por escrito, já que o meu percurso no ainda meu agrupamento foi muito rico e variado em trabalho para os Meus Alunos.

E não é que o senhor inspector comeu tudo, neste caso as sucessivas mentiras, tal e qualmente eu como uma bola de berlim esparramada ao solinho?

Moral deste capítulo - Quando aos bons, ou mesmo excelentes profissionais, fazem isto... que esperança podemos ter no presente e no futuro deste país?

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Cantando e Dançando a Vida - Eu

Eu - Café-Bar - São Gonçalo - Amarante
Fotografia de JPF

Cantando e Dançando a Vida - Eu

Sem mais.

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Novela Infame - Capítulo Um - Desfecho de Queixa-Crime ao Ministério Público por Difamação Agravada Contra a senhora diretora do Agrupamento de Escolas Teixeira de Pascoaes

Um Stop na Vida de Uma Funcionária Pública Exemplar - Eu

Novela Infame - Capítulo Um - Desfecho de Queixa-Crime Apresentada ao Ministério Público por Difamação Agravada Contra a senhora diretora do Agrupamento de Escolas Teixeira de Pascoaes 

Brilhante Ideia Criativa 

Não posso afirmar com segurança a quem pertenceu a brilhante ideia criativa de apresentarem contra mim, no Ministério Público de Amarante, uma Queixa-Crime por Difamação-Agravada, em que a infeliz vítima da minha "muito perversa" pessoa, era nem mais nem menos, do que a frágil e desprotegida senhora diretora fossilizada no Agrupamento de Escolas Teixeira de Pascoaes, agrupamento este, do meu ponto de vista, completamente subjugado a um poder semelhante ao do exercido por aquele que que afirmava "L`État c`est Moi!"... e que acabou mal na vida.
Terá saído da cabeça da senhora? Terá saído da cabeça do senhor inspector que me saiu na rifa ou que foi escolhido para mim?... Afinal, o que sei eu destes processos já que nunca, em toda a minha vida profissional e pessoal, e quase na reforma, me vi metida em semelhantes indignidades?...
Sei que, segundo os documentos integrados no processo disciplinar que contra mim foi movido pela senhora diretora do Agrupamento de Escolas Teixeira de Pascoaes - Amarante, à pergunta, por escrito, por parte do senhor inspector, se ela concordaria com a queixa-crime ao MP, a resposta foi positiva e aí vai aço, professora Anabela Magalhães, lá foste dar com os costados no tribunal da terra que te viu nascer e onde nunca tinhas entrado com semelhante estatuto de arguida... se repararem nem toda a gente deste país foi constituída arguída e até a maioria morre sem nunca ter tido uma experiência, mais uma para mim, tão enriquecedora como esta! E estou agora ao nível da gente mais importante do país, da nata das natas pois quem nunca foi arguído em qualquer queixa, nem que seja de vão de escada, nem é nada e se calhar nem existe neste país disfuncional à beira-mar plantado.
(Convém relembrar que tudo isto se passou depois da dita me ter ameaçado em público, perante uma resma de professores que até aí tinham sido meus colegas e a quem eu nunca neguei uma ajuda fosse de que tipo fosse, que um dia ainda me meteria um processo disciplinar, e que o meteu mesmo e de imediato e que, parece-me, nem se terá dado ao trabalho de parar um pouco para pensar num acto que me pareceu absolutamente irrefletido... ou terá sido mal aconselhada? 
Pois je ne sais pas e também já nem me interessa saber).

Consequência mais gravosa de uma queixa-crime por difamação agravada  

Este caso poderia ter acabado em julgamento e numa pena de prisão da professora Anabela Magalhães, euzinha, e os meus amigos até já me gozavam afirmando que iriam mandar fazer umas t-shirts como as dos irmãos Metralha e para eu estar descansada que me iriam ver à prisão de Passos de Ferreira, que, pelos vistos, é para onde vai a gente mais perigosa deste país, gente entre a qual eu estaria bem integrada... eheheh.

Final desta novela que irá ter mais capítulos

Hoje telefonou-me o meu advogado de crime que nunca teve, por certo, um caso tão difícil como o meu... e tão estapafúrdio também.
E ohhhhhh... os queixosos não recorreram da sentença da Meretíssima Senhora Juíza do Tribunal Penal de Penafiel que mandou arquivar tudo e mandou tudo para o galheiro e que nem precisou de me ouvir nem a qualquer das minhas testemunhas.

(Um Stop na Vida de Uma Funcionária Pública Exemplar - Eu)

E pronto, por hoje é tudo, fiquem todos bem e até ao meu regresso.