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domingo, 27 de dezembro de 2015

Galeria Miguel Justino - JAC

 JAC - All Begins With a Dream - Acrílico sobre Papel - 70 x 100 cm - 2014
JAC - Dessine-Moi un Rêve - Acrílico sobre Papel - 70 x 100 cm - 2014
Fotografias surripiadas aqui

Galeria Miguel Justino - JAC 

Uma parceria feliz. Muito feliz.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Flashmob - Majestic

Flashmob - Majestic

Magnífico. O espaço e a cantoria. No Porto, pois então!

Ai este meu Norte, este meu Norte bem amado...

domingo, 26 de maio de 2013

Joana Vasconcelos - Palácio da Ajuda


Joana Vasconcelos - Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães
 
Joana Vasconcelos - Palácio da Ajuda

Joana Vasconcelos, nascida em Paris, é uma artista portuguesa contemporânea que, sendo tudo menos consensual, parece não deixar ninguém indiferente. Uns admiram a sua figura irreverente, outros abominam a sua estampa. Uns amam a sua obra, outros detestam-na.
Confesso que sempre gostei da Joana Vasconcelos e da sua obra que conhecia apenas das reportagens televisivas e das fotografias que vou vendo aqui e ali sem jamais ter colocado os olhos, verdadeiramente, sobre qualquer obra dela, todas faladas até dizer chega pelo imprevisto do uso dos materiais pobres e de uso quotidiano utilizados, pela irreverência da escala das obras, pela arrogância das exposições... tampões numa Casa Real?! Talheres de plástico no Palácio Nacional da Ajuda... e já vindos do Palácio de Versalhes?! Tachos e respectivos testos como centro de todas as atenções, como centro de todos os olhares? Mas como é possível?
Pois assim é a obra de Joana Vasconcelos, de fonte popular, marcadamente assente numa cultura pop, exemplar máximo duma arte povera que se transfigura e que de mero objecto de uso quotidiano, quando olhado isoladamente, se transforma em peça luxuosa, barroca mesmo, que dialoga na perfeição com a ostentação das casas reais e se aguenta, oh, se se aguenta!, captando todos os olhares sem excepção.
Foi a primeira vez que vi as peças de Joana Vasconcelos ao vivo e a cores. Integrada numa viagem cultural organizada pelo Grupo de Amigos da Biblioteca Municipal Albano Sardoeira e do Museu Amadeo de Souza-Cardoso, desloquei-me ontem a Lisboa em viagem dura com dia prolongado desde as seis da manhã às duas do dia seguinte, rodeada de conterrâneos amarantinos que nos proporcionam sempre momentos de alegria e boa disposição para mais tarde recordar.
Aconselho vivamente esta exposição a todos os meus leitores. Aos que amam e aos que abominam.
Entretanto, partilho com os meus leitores a sua página na net que pode ser consultada clicando aqui.
Quanto à exposição, que decorre no Palácio Nacional da Ajuda até Agosto deste ano, pode ser observada aqui... mas, asseguro-vos, melhor mesmo é ir lá...

Nota - A exposição da Joana Vasconcelos estará patente ao público até ao próximo dia 25 de Agosto de 2013.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

És a Minha Onda


És a Minha Onda - 2010
grés,cozedura a 1100ºC, forno a lenha
200x1300x8cm

És a Minha Onda

A obra de arte em cerâmica, de Sofia Beça, intitulada a "Onda", a verdadeira, encontra-se exposta no Museu Amadeo de Souza-Cardoso, aqui mesmo em Amarante e a ilustração deste post é apenas uma digitalização do catálogo que se encontra à venda no nosso Museu.
Impossibilitada de assistir à inauguração da exposição "Escultura Cerâmica Hoje: 5 Autores Portugueses - Cecília de Sousa, Heitor Figueiredo, João Carqueijeiro, Sofia Beça e Virgínia Fróis", visitei-a logo que se abriu uma aberta no meu céu, o que aconteceu ontem, pela manhã.
Confesso que ia com curiosidade, aguçada por comentários desfavoráveis que ouvi de quem a visitou no sábado.
Nunca me guio pela opinião dos outros. Construo a/as minha/as olhando, vendo, interiorizando, assimilando, aderindo... ou não. Felizmente funciono assim desde que me conheço e confesso que não me lembro nunca de ter algum dia emprenhado pelos ouvidos, para usar uma expressão muito em voga aqui pela minha zona.
Visitei-a demoradamente, à exposição, apreciando texturas, nuances de cores, matérias diferenciadas, formas mais ou menos inteligíveis, mais ou menos fáceis, mais ou menos conceptuais. Confesso que gostei muito da globalidade das obras apresentadas, mas amei particularmente a obra do João Carqueijeiro e da Sofia Beça.
Talvez recupere a minha máquina fotográfica, a compor na Invicta, sim, ando orfã dela, a tempo de fotografar aquele Claustro povoado de esculturas majestosas, dignas, verticais, sólidas, coloridas em tons ocres, confiáveis, quais pilares desafiando o céu a que aderi por completo e pelas quais me apaixonei.
Impossível para mim não voltar lá.

Para quem estiver interessado na informação, a exposição estará patente no Museu Amadeo de Souza-cardoso até ao dia 20 de Março de 2011.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Informação Pertinente



Informação Pertinente

A inauguração ocorrerá hoje. Infelizmente não poderei comparecer ocupada que estarei na formação do sexo, hoje em sessão contínua das 9:30 até às 18 horas, só com intervalinho para comer qualquer coisita... que será preciso retemperar energias neste sábado retirado ao nosso descanso.
Conclusão - Vida de professor está mesmo abaixo de cão.

Nota - Desculpa-me, Karin, pela ausência forçada. Passarei pelo Museu Amadeo de Souza-Cardoso na primeira oportunidade.
Desejo-vos sorte e que tudo corra muito bem.
 
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