segunda-feira, 19 de julho de 2010

Decididos a Contestar



Decididos a... Contestar

Porque devemos ser consequentes e porque os actos devem estar de acordo com as palavras.

13 comentários:

  1. Será mesmo que o rio Tâmega terá salvação?
    Já viram como ele está agora? Os amarantinos esquecem-se que as fossas delas vão lá cair; pois não há solução.
    Contestar não vai valer a pena; se pegassem no dinheirinho e dessem a uma instituição, isso sim., era obra de caridade.

    ResponderEliminar
  2. Quanto ao fulano que me quer censurar neste blogue, não o conheço de lado nehum e mais uma vez e atendendo aos textos que tenho lido desta senhora, onde inclusivamente fiz um apanhado geral, ela deixa lá bem explícito que neste blogue não há ideologias políticas e que se serve da crítica para identificar os podres desta sociedade, pois bem, estou fazendo o mesmo, como diria os nossos amigos brasileiros.
    Quem estiver mal que vá à Farmácia Costa...

    ResponderEliminar
  3. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  4. António
    Eu ainda não censurei ninguém mas, aviso-o desde já, estou quase a fazê-lo.
    Se por aqui quiser continuar a comentar faço-o de forma educada, não ataque ninguém pelas costas, muito menos qualquer membro da minha família. Não me insulte. E contraponha ideias que eu me encarregarei de rebater, se tal for o caso.
    Este blogue não tem ideologia política e é fácil encontrar textos críticos aos políticos de direita, de esquerda e de centro. De um modo geral digamos que não gosto da "raça", muito embora esteja atenta aos bons exemplos vindos da política que raramente, neste país e arredores, se faz com P maiúsculo.
    Quanto ao Tâmega, como de resto em tudo na vida, devemos ser coerentes. Quando discordamos, seja do que for, é obrigação de qualquer um de nós lutar, legalmente, bem entendido.
    Não faz qualquer sentido, para mim, a faladura sem que se pratique o defendido através da palavra.
    Será mesmo que o rio tem salvação? Por mim, sim, que não baixo os braços. Por si, e por outros, o mais certo é ter um belíssimo de um enterro.
    Como vê ainda nenhum comentário seu aqui foi recusado. Não atire pedras para o ar. Apenas tive mais o que fazer na Escola... porque nós não somos os miúdos e, se eles estão de férias, tal não é, de todo, o nosso caso.

    ResponderEliminar
  5. Ah! Vejo que removeu o seu comentário...
    Fez bem! Eu também me envergonharia dele!

    ResponderEliminar
  6. Claro que sim, não faria qualquer sentido.
    Mas sabe porque desconfiei, porque aceitou bem mais cedo um comentário de Raul Martins e comentou-o; por isso devido aos comentários que havia tecido pensava que tinha sido censurado, o que era algo grave, quando não ofendi ningúem, quando não disse sequer à senhora que era uma mosca que aqui tinha poisado do burgo...
    afinal quem trata mal as pessoas?

    ResponderEliminar
  7. É verdade, só era um e rapidamente o comentei e sem tempo para mais encerrei o blogue. Os seus ficaram a aguardar alguma disponibilidade de tempo.
    A imagem da mosca é apenas uma imagem de coisa estranha a algo e não mais do que isso. Foi a que me ocorreu face à estranheza de o ver continuar a frequentar este blogue onde não me parece ajustado.

    ResponderEliminar
  8. Ah! E eu sou uma mosca que, por vezes, poiso no burgo.
    Será que entendeu?

    ResponderEliminar
  9. Afinal sempre dá tempo:
    «Apenas tive mais o que fazer na Escola... porque nós não somos os miúdos e, se eles estão de férias, tal não é, de todo, o nosso caso.»

    ResponderEliminar
  10. Arranja-se. Depois de 9 horas na escola. É certo, sou uma empregada pública anormal.

    ResponderEliminar