sexta-feira, 15 de julho de 2016

O Terror à Solta


O Terror à Solta

Pode ser aqui, ali ou acolá. Da Europa, à América, passando pela África, pela Ásia e pela Oceânia ninguém se pode considerar a salvo. De preferência, os atentados devem causar muitas vítimas e proporcionar muitas imagens de mortos e de feridos já que vivemos o tempo em que é impossível escapar às imagens e à comoção planetária que elas proporcionam.
Se a desgraça se abater preferencialmente sobre crianças, tanto melhor porque o alarido aumenta, a comoção eleva-se e o que mais importa é provocar o medo, a insegurança, o terror, o pânico e que estes fiquem a marinar, instalando-se, ganhando espaço, deixando sequelas nas mentes das pessoas que de algum modo sabem dos dramas, assistem aos dramas, sobrevivem aos dramas.
O mundo apresenta-se perante os nossos olhos cada vez mais instável, preocupante, inseguro. O trajecto que percorre é deveras sinuoso e duvido que esta viagem termine bem.

Entretanto, de imediato, o que nos resta? Lamentar os mortos. Apresentar as condolências às famílias enlutadas. Tratar dos feridos. Prosseguir a vida.

Nota - A imagem que ilustra este post foi recolhida na net num claro sinal de solidariedade para com as vítimas deste atentado. Mas também dos anteriores. No Iraque, no Afeganistão, na Tunísia, na Turquia, no Mali, em Espanha, em Inglaterra, nos Estados-Unidos... enfim, onde a besta se abata contra vítimas inocentes.

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