domingo, 6 de novembro de 2016

Promover a Criatividade nas Escolas


Promover a Criatividade nas Escolas

Partilho ecos de uma postagem "nossa", minha e dos meus alunos, no ComRegras.
Obrigada pelas tuas carinhosas palavras, Alexandre Henriques! E grata por enviares este post para a gaveta das Boas Práticas!


Nem por acaso, depois das declarações de secretário de Estado João Costa sobre a importância do “brincar”, a nossa Anabela (nossa, pois a Anabela Magalhães anda nestas lides há uns aninhos e já é um pouco de todos nós, salve seja) publicou um artigo apelando à criatividade nas escolas. O clube que ela criou, permite aos seus alunos terem um papel fundamental, promovendo a criatividade e o trabalho entre pares, mas acima de tudo permite-lhes sentarem-se no guiador em vez de viajarem no banco de trás…
O artigo do qual deixo um excerto e respetivo link, teve a participação de alguns alunos que pertencem à mais recente escola ComRegras, o Agrupamento de Escolas de Amarante e que vai direitinho para a etiqueta das Boas Práticas.
logo_agrupamento_escolas_amarante_png_1
Luís Teixeira, Nº19, 8ºB
Miguel Coelho, Nº22, 8ºB
Ana Ribeiro, Nº2, 8ºB
Hélder Ribeiro, Nº9, 7ºA
Claro que, para promovermos a criatividade em larga escala dentro das Escolas, é fundamental:
  • Que a tutela não esmague os seus professores com uma burrocracia… de burros, com mil desculpas para os verdadeiros! 
  • Que a tutela não esmague professores e alunos com metas inexequíveis, e quantas vezes desajustadas ao nível etário dos alunos!, que fazem andar toda a gente numa roda viva, numa correria doida, que somente serve para alimentar o stresse dos miúdos e dos graúdos e que promovem, quantas vezes, a infelicidade profissional nossa… e deles. 
  • Que as chefias intermédias, professores que por vezes se esqueceram já da sua função maior e se encontram agora travestidos de burrocratas, não inventem mais burrocracia que só serve para somar à exigida pelo ME. 
  • Que os professores se sintam motivados e acarinhados pela tutela, pelas chefias intermédias e, tão ou mais importante do que as anteriores, pelos seus alunos, pedras basilares de todo este processo.
  • Que a tutela, as chefias intermédias, os próprios professores e alunos não impeçam e não boicotem! quem quer dar uso à sua criatividade dentro das Escolas.
  • E poderia acrescentar mais algumas premissas, mas escolho rematar com um ditado bem português que diz que Sem ovos, não se fazem omeletas!

A Criatividade nas Escolas – Clube ” História em Movimento” 

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