quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Novela Infame - Capítulo Um - Desfecho de Queixa-Crime ao Ministério Público por Difamação Agravada Contra a senhora diretora do Agrupamento de Escolas Teixeira de Pascoaes



Um Stop na Vida de Uma Funcionária Pública Exemplar - Eu

Novela Infame - Capítulo Um - Desfecho de Queixa-Crime Apresentada ao Ministério Público por Difamação Agravada Contra a senhora diretora do Agrupamento de Escolas Teixeira de Pascoaes 

Brilhante Ideia Criativa 

Não posso afirmar com segurança a quem pertenceu a brilhante ideia criativa de apresentarem contra mim, no Ministério Público de Amarante, uma Queixa-Crime por Difamação-Agravada, em que a infeliz vítima da minha "muito perversa" pessoa, era nem mais nem menos, do que a frágil e desprotegida senhora diretora fossilizada no Agrupamento de Escolas Teixeira de Pascoaes, agrupamento este, do meu ponto de vista, completamente subjugado a um poder semelhante ao do que afirmava "L`État c`est Moi!"... e que acabou mal na vida.
Terá saído da cabeça da senhora? Terá saído da cabeça do senhor inspector que me saiu na rifa ou que foi escolhido para mim?... Afinal, o que sei eu destes processos já que nunca, em toda a minha vida profissional e pessoal, e quase na reforma, me vi metida em semelhantes indignidades?...
Sei que, segundo os documentos integrados no processo disciplinar que contra mim foi movido pela senhora diretora do Agrupamento de Escolas Teixeira de Pascoaes - Amarante, à pergunta, por escrito, por parte do senhor inspector, se ela concordaria com a queixa-crime ao MP, a resposta foi positiva e aí vai aço, professora Anabela Magalhães, lá foste dar com os costados no tribunal da terra que te viu nascer e onde nunca tinhas entrado com semelhante estatuto de arguida... se repararem nem toda a gente deste país foi constituída arguída e até a maioria morre sem nunca ter tido uma experiência, mais uma para mim, tão enriquecedora como esta! E estou agora ao nível da gente mais importante do país, da nata das natas pois quem nunca foi arguído em qualquer queixa, nem que seja de vão de escada, nem é nada e se calhar nem existe neste país disfuncional à beira-mar plantado.
(Convém relembrar que tudo isto se passou depois da dita me ter ameaçado em público, perante uma resma de professores que até aí tinham sido meus colegas e a quem eu nunca neguei uma ajuda fosse de que tipo fosse, que um dia ainda me meteria um processo disciplinar, e que o meteu mesmo e de imediato e que, parece-me, nem se terá dado ao trabalho de parar um pouco para pensar num acto que me pareceu absolutamente irrefletido... ou terá sido mal aconselhada? 
Pois je ne sais pas e também já nem me interessa saber).

Consequência mais gravosa de uma queixa-crime por difamação agravada  

Este caso poderia ter acabado em julgamento e numa pena de prisão da professora Anabela Magalhães, euzinha, e os meus amigos até já me gozavam afirmando que iriam mandar fazer umas t-shirts como as dos irmãos Metralha e para eu estar descansada que me iriam ver à prisão de Passos de Ferreira, que, pelos vistos, é para onde vai a gente mais perigosa deste país, gente entre a qual eu estaria bem integrada... eheheh.

Final desta novela que irá ter mais capítulos

Hoje telefonou-me o meu advogado de crime que nunca teve, por certo, um caso tão difícil como o meu... e tão estapafúrdio também.
E ohhhhhh... os queixosos não recorreram da sentença da Meretíssima Senhora Juíza do Tribunal Penal de Penafiel que mandou arquivar tudo e mandou tudo para o galheiro e que nem precisou de me ouvir nem a qualquer das minhas testemunhas.

(Um Stop na Vida de Uma Funcionária Pública Exemplar - Eu)

E pronto, por hoje é tudo, fiquem todos bem e até ao meu regresso.
 
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