quinta-feira, 25 de abril de 2013

Noivar, Ai Noivar!

Noivar, Ai Noivar!
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Noivar, Ai Noivar!

Por aqui ainda se usa.
A C noivou...

Aventura Marão Clube

Aventura Marão Clube

Vídeo promocional das Rotas do Marão, do Aventura Marão Clube que eu agradeço ao Manuel Gonçalves!


25 de Abril... Sempre!

Cravos de Abril - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
25 de Abril... Sempre!

Confesso que em tempos recentes, mas que já lá vão, programei, para este dia, juntar-me aos manifestantes na bela cidade do Porto para comemorar colectivamente tão importante data.
Mas eis que ontem troquei as voltas aos planos previamente feitos... não há como manter esta plasticidade mental de decidir uma outra coisa totalmente diferente da que se tinha anteriormente pensado para nos mantermos em forma, física e espiritualmente falando.
Vai daí hoje comemorei a data dentro do meu Tâmega, em passeio familiar de canoa  que me levou de Amarante à vizinha cidade do Marco de Canaveses. O rio estava espectacular, feito de rápidos fantásticos e revoltosos pertinho do ponto de entrada, em plena Ilha dos Amores, rápidos mais suaves logo de seguida, e um Tâmega suave, tão baixinho que dá para sair em pleno meio do rio em muitos pontos daqui até ao Marco. Pelo caminho fomos brindados com o avistamento de uma garça que nem se mexeu à nossa passagem e um ou outro pato bravo que ora nadavam, ora esvoaçavam rente ao espelho de água numa cena digna de um National Geografic!
Ainda tivemos tempo de fazer uma incursão no rio Ovelha, quase até à grande cascata da Pontinha, água completamente transparente onde foi bom cair e refrescar as ideias neste dia de tempo magnífico, quase de Verão.... e pensar... 25 de Abril... Sempre!

Chegada a casa, recuei no tempo, ao ano de 2008, ano em que fui brindada com uma maravilhosa poesia de esperança, feita por um aluno meu à época, sobre este dia tão especial para todos os portugueses, quer o tenham vivido... quer não.
Não fora este dia e eu não teria a liberdade de escrever o que escrevo nestas páginas e por isso estarei sempre grata a quem empunhou as armas para derrubar um anacronismo.
Não fora este dia e eu não poderia, por certo, publicar a poesia fabulosa do meu Maracujá.

25 de Abril, Sempre!

Sentei-me no jardim, na terra aquecida pelo solarengo dia que se vivia.
Estava no meio das flores e do chilrear dos pássaros.
Gentilmente toquei as ásperas pedras quentes que estavam a meu lado.
Olhos do mundo.
Perto delas estava um cravo
Fraco e débil
Saudoso do lar
Uma qualquer espingarda de Abril
Uma qualquer arma da revolução...
A Liberdade
O espírito perdeu-se
ou Evoluiu
o cravo vermelho foi esquecido
Mas naquele dia e nos outros eu era livre
Mesmo se nem sempre o valorizámos
Contudo
o cravo de Portugal
ou Portugal num cravo
jaziam no chão...
Propósitos perdidos
Ideais corrompidos.
A Liberdade não era a mesma
Coisas que não deviam ser esquecidas estavam perdidas.
Olhei o Céu e as Árvores e pedi conselhos.
Então num virar da ampulheta
Olhei à minha volta e vi cravos vermelhos
Até onde o olhar alcançava
E quem sabe mais além
A Liberdade de Abril
do Abril da Liberdade
subsistia.
Estava de novo viva.
Empunhada pelos jovens.
Então peguei na mais bela das pedras que estava ao meu lado
E tentei vergá-la mas não fui capaz.
Era Portuguesa e livre.
Tal como eu
Tal como nós.

25 de Abril, Sempre!

Maracujá


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Hoje Fez-se História

Hoje Fez-se História

Um político foi preso em Portugal.
Yupi! Isto até parece um país normal!

Hoje Fez-se História

Hoje Fez-se História

Um político foi preso em Portugal.
Yupi! Isto até parece um país normal!

Hoje Fez-se História

Hoje Fez-se História

Um político foi preso em Portugal.
Yupi! Isto até parece um país normal!

Hoje Fez-se História

Hoje Fez-se História

Um político foi preso em Portugal.
Yupi! Isto até parece um país normal!

Estudo Comparativo - Os Profes Portugueses São Uns Privilegiados!!!

 
Estudo Comparativo - Os Profes Portugueses São Uns Privilegiados!!!

É o que se constata após a leitura do artigo que agora partilho e que divulga os dados comparativos sobre os anos que os professores europeus demoram a chegar ao topo da carreira... não é?

Veja-se o meu caso - Comecei a leccionar em1987, estou com 51 anos e maravilhosamente colocada no 4º escalão, numa carreira de dez. Com sorte, lá para os 120 anos!, atingirei o topo da carreira... isto se me desbloquearem os rodízios...

"Portugal é um dos países europeus onde os professores demoram “34 anos ou mais” para alcançar o salário máximo, segundo um relatório sobre as condições de trabalho dos docentes em 32 países divulgado hoje pela Comissão Europeia.
De acordo com a edição de 2013 do relatório, “na maioria dos países europeus, o número médio de anos que um professor deve completar para obter o salário legal máximo oscila entre 15 e 25 anos”."

E ainda se constatam outras coisas interessantes que pode continuar a ler aqui.

Amarante - Programação de Verão

 
Amarante - Programação de Verão

Com os meus agradecimentos ao Ricardo Pinto, partilho a Programação de Verão de Amarante.
Não se esqueçam que todos os espectáculos são de entrada livre e que, com tempo, poderão programar uma visita à nossa Princesa do Tâmega que pode incluir: passeio pelas margens do Tâmega, passeio pelo Parque Florestal, passeio pelo centro histórico em que podem incluir as visitas às nossas igrejas de S. Gonçalo, com subida à Torre Sineira de onde se desfruta de um olhar de pássaro sobre a bela cidade e o seu rio, S. Domingos e S. Pedro, tudo gratuito, e juntar ainda a entrada no Museu Amadeo de Souza-Cardoso, com o custo insignificante de um euro, mais o Museu de Arte Sacra de Amarante, com o custo igualmente insignificante de um euro.
Para o almoço podem programar um pic-nic no nosso belíssimo Parque Florestal, no Bacelinho pode merendar!, para o lanche podem experimentar um dos nossos afamados tascos locais e para o jantar deixo-vos a sugestão para uma incursão a um dos nossos magníficos restaurantes locais... debruçados sobre o Tâmega.... únicos no mundo... pois então! Ah! Os donos de bolsas mais recheadas podem atrever-se a experimentar o terceiro melhor restaurante da Europa que fica no interior do Hotel casa da Calçada.
E aproveitem os espectáculos que são para todos os gostos! Desfrutem de uma programação ainda não aniquilada pela conjuntura económica adversa que se vive um pouco por todo o país..

terça-feira, 23 de abril de 2013

Concursos

Concursos

aviso de abertura

Portaria n.º 156-A/2013, de 19 de Abril  Fixa o número de vagas

Portaria n.º 156-B/2013, de 19 de Abril  Altera os anteriores quadros de zona pedagógica

plataforma SIGRHE  Para concorrer 

Informação disponível na página da DGAE e na página do SPN.

Desejo muita sorte a todos.

A Palavra a Fátima Inácio Gomes

A Palavra a Fátima Inácio Gomes

Hoje dou a palavra a Fátima Inácio Gomes, excelentemente escrita e que eu subscrevo, sobre os dias que agora vivemos.
O post foi surripiado aqui, no Parlamento Global, e agradeço ao Carlos Costa o link que me permitiu a sua leitura. Publico-o para memória futura... não sem um enorme sentimento de...

"O que me pergunto, agora, é se os professores deste país, estando nas escolas e tendo responsabilidades maiores na formação do futuro deste país, se apagaram."

Vaga de Fundo

"Não foi preciso muito tempo para que o Governo, através do Ministério da Educação e Ciência, viesse ratificar a minha última crónica. Não o digo com soberba, antes com profunda tristeza. E raiva.

E se a raiva não é um sentimento elevado, não deixa de ser o único à altura destes tempos. Quem, considerando-se cidadão empenhado, comprometido com o crescimento do seu país, não a sentirá? E não estou a referir-me exclusivamente, aos professores, as vítimas primeiras desta política aniquiladora de futuros. Falo de todos os cidadãos deste país, que pagam impostos, e não são poucos, para garantir o que há de mais essencial numa sociedade democrática: justiça, saúde, educação, trabalho. Para todos.

A publicação da lista de “vagas” (exercício de retórica que inclui o eufemismo e a ironia) vem expor, para quem quiser ver e tiver a decência e honestidade de olhar sem prejuízos, esta política destrutiva da escola pública. E expõe, mais gravosamente, a má-fé e a afrontosa desonestidade do Governo, que só é aceitável num país de cidadãos atávicos, anulados, não-cidadãos… tal como as “não-vagas”.

Segundo a lista, só existem 618 vagas, em todo o país. Há quatro anos, data do último concurso, foram abertas 20.896 (mas só entraram nos quadros 396 contratados, convenhamos). Ou seja, há anos que se precariza o trabalho docente, com as consequências óbvias para a qualidade do ensino. Mas o mais atentatório, o mais insultuoso, é que o MEC pretende passar a mensagem (através do jornalismo que a isso se presta) que as 12003 vagas negativas (ou seja, vagas a fechar, logo que um professor se reforme) correspondem a 12003 professores excedentários! Professores que “estão a mais” no ensino. As turmas estão sobrelotadas e estes professores estão no ativo. Horários zero (professores que, num determinado grupo disciplinar, numa determinada escola, não têm horários) são 700, presentemente. Como podem os restantes ser “excedentários”? É claro que não o são. O MEC e o Governo não os querem é nos seus quadros. Aquilo que o Estado exige às empresas não o que aplicar aos seus empregados. E acresce o facto de, como começa a ser notado por aqueles que ainda pensam neste país, que até essas 618 vagas estão já, praticamente, preenchidas, à conta do estranho “concurso extraordinário” do passado janeiro. Ou seja, trata-se de uma farsa, mais um exercício de retórica.

Acresce a agravante de se começar a ter conhecimento, embora pouco nos espante já, dos testemunhos de diretores que revelam ter indicado vagas positivas para vários grupos das suas escolas e agrupamento e que, simplesmente, não constam do quadro publicitado em Diário da República. E os diretores sofrem grandes pressões superiores para não apresentarem vagas falsas, sob pena de responsabilização disciplinar. Se as apresentaram, é porque faziam realmente falta.

É cada vez mais notório que, sob a capa da contenção orçamental, o intuito deste governo ultraliberal é destruir a escola pública. O escandaloso financiamento de algumas unidades privadas provam-no. A destruição metódica daquilo que levou anos a construir - formação e estabilidade do corpo docente, possibilitando o crescimento da taxa de alfabetização e a redução do abandono escolar - na escola pública, provam-no. A massificação e descaraterização das escolas públicas, provam-no. Em Braga, todas as escolas secundárias, agrupadas agora com escolas básicas, perderam o seu nome – já não haverá a Carlos Amarante, a D. Maria, a Alberto Sampaio, a Sá de Miranda. Os novos agrupamentos passaram a ter o nome das freguesias onde as escolas básicas estão sediadas. Um nome não é algo menor, encerra uma identidade, uma história, uma tradição, e é tudo isso que este governo, neste processo de enfraquecimento e empobrecimento, direi até, de embrutecimento, da escola pública promove. Arrancar assim um nome a instituições mais antigas, e certamente mais respeitáveis, que qualquer um destes infelizes políticos, lembra - e perdoem-me a infeliz analogia, mas mais infeliz é ela ser plausível – o apagamento do nome de muitos seres humanos, transformados num número tatuado. A perda da identidade é o primeiro passo para o aniquilamento, seja de um homem ou de uma instituição.

O que me pergunto, agora, é se os professores deste país, estando nas escolas e tendo responsabilidades maiores na formação do futuro deste país, se apagaram. O processo de esmagamento dos professores tem sido contínuo e persistente, desde o governo anterior. Estamos cansados, é verdade. Mas podemos permitir-nos que nos apaguem como apagam as vagas nas listas de concurso? Estamos nós, já também, transformados em números numa folha excel, esquecidos da nossa identidade? Faz algum sentido continuar a trabalhar, refugiando-se dentro das salas de aulas como quem enfia a cabeça na areia, centrando a ação na preparação dos alunos “que ainda são os que dão sentido ao que fazemos”, numa desesperada e, no fundo, irresponsável, tentativa de garantir a normalidade do funcionamento de uma escola sob ataque? Agindo assim, caros colegas, fazem-me lembrar o grupo de músicos que continuaram a tocar enquanto o Titanic se afundava. Talvez tivessem sido mais úteis se, em vez de garantir a normalidade de um barco que se afunda, tivessem ajudado a encontrar botes salva-vidas.

Repito: vamos permitir que nos apaguem? Somos nós já, vagas negativas de um país sem futuro à vista? É hora de darmos, como educadores, um exemplo de cidadania, de dignidade, ao país. E o combate deve começar em cada escola, para que cresça, como uma grande vaga, uma vaga que esmague esta política.

É hora de dizemos, basta. A qualquer custo."

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Não Concursos e Vagas Negativas

Não Concursos e Vagas Negativas



De resto, aconselho a leitura do artigo do Paulo Guinote sobre os Não Concursos.

Sim, E Agora?

Sim, E Agora?

Milhões de novos pobres depois...

«Barroso diz que política de austeridade "atingiu os seus limites"
Presidente da Comissão Europeia reconhece que se cedeu demasiado a "conselheiros tecnocratas". "Não fizemos tudo bem", admitiu.»

Retirado aqui.

domingo, 21 de abril de 2013

Amarante Ontem

 
Amarante Ontem

Hoje publico/partilho uma gravura presente num livro que possuo chamado Archivo Pittoresco, volume VII, de 1864.
Trata-se de uma Amarante reduzida à sua parte mais preciosa e que constitui, ainda hoje, uma parte importante do seu centro histórico.
De notar a inexistência da rua Cândido dos Reis...

Ainda o Concurso... Concurso?!

Ainda o Concurso... Concurso?!

Surripiado aqui.




E sobre este não concurso aconselho vivamente a leitura deste post do Arlindo.

Reacção - SPN

Reacção - SPN

MEC publicou portaria com as “NÃO VAGAS” a concurso

 
Car@ sóci@ do SPN,

Publicada na passada 6.ª feira, uma portaria que deveria declarar as vagas a concurso, assume-se, afinal, como uma "uma portaria de não vagas"! Com efeito, a Portaria n.º 156-A/2013, de 19 de Abril, dos Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência, que fixa o número de vagas de cada um dos quadros de agrupamento de escolas e escolas não agrupadas, a preencher pelo concurso externo e interno, no ano escolar de 2013/2014 é uma burla, uma farsa ou mais um acto do drama encenado pelo governo e pelo ministério de Crato. É o retrato fiel da imagem deste governo e deste ministério da Educação: desolador, aterrador e devastador da Escola Pública.
Esta portaria é, de facto, a imagem do que o governo pretende fazer com o futuro da Educação em Portugal, lançando na absoluta precariedade e instabilidade milhares de docentes dos quadros e no desemprego dezenas de milhar de docentes não pertencentes a um quadro de algum, sem esperança de algum dia poderem ter um futuro na profissão, pois o número de vagas negativas é tão elevado que chega a parecer engano!
Mas porque o SPN e a FENPROF sabem que não é engano e que esta foi sempre a intenção do governo com a realização deste concurso, na segunda feira interpelaremos o governo e o ministro da Educação sobre quais os critérios que presidiram a esta catástrofe nacional, que deixa, num misto de angústia e raiva, milhares e milhares de docentes dos diversos grupos de recrutamento. A portaria agora conhecida publicita 12.003 vagas negativas, a extinguir quando vagarem, e apenas 618 positivas! Em grupos como o 1.º Ciclo, EVT e ET é superior a um milhar o saldo negativo e a Português esse saldo negativo ultrapassa 800. As perspectivas mais pessimistas confirmaram-se, tendo o MEC apenas aberto praticamente o mesmo número de vagas que haviam sido cridas no âmbito do concurso externo extraordinário, sendo que, em vários casos, os números são mesmo coincidentes, como se pode comprovar no documento em anexo!
É um concurso para destruir e não construir; para encerrar e não alargar; para criar ainda mais instabilidade e não a estabilidade necessária.
Entretanto, o MEC anunciou já expressamente que o aviso de abertura deste concurso interno e externo será publicado amanhã, dia 22 de Abril.
Toda a informação sobre o concurso poderá ser encontrada na página da DGAE, mas também, como é hábito, na página do SPN. Lembramos que o concurso é feito por via electrónica, através da plataforma SIGRHE.

Publicada igualmente portaria que altera os QZP


Igualmente na passada 6.ª feira, foi ainda publicada a Portaria n.º 156-B/2013, de 19 de Abril, também dos Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência, que substitui os anteriores quadros de zona pedagógica (23) por novos quadros (10), a maioria de muito maior dimensão geográfica.
Tanto num caso como no outro, levanta-se claramente a possibilidade de intervenção dos gabinetes jurídicos da FENPROF e dos seus Sindicatos, quer tendo em conta as dúvidas legais levantadas quanto à alteração dos QZP, bem como várias notícias sobre o desrespeito pelo MEC do levantamento de necessidades feito por escolas e agrupamentos ou ainda o diferente tratamento de situações idênticas quanto à reconfiguração da rede, podendo já mesmo amanhã haver mais informação a dar neste âmbito.
Perante tudo isto, reafirmamos algo que se torna cada vez mais evidente: este governo e esta política fazem mal aos professores, à escola pública e ao país e o caminho da recuperação, a vários níveis, não poderá nunca ser trilhado pelo governo de Pedro Passos Coelho e, na Educação, também não o será por Nuno Crato e a sua equipa. Portugal e os portugueses precisam, pois, e urgentemente, de um novo governo!

sábado, 20 de abril de 2013

A (In)Justificação do MEC

A (In)Justificação do MEC

«“O processo de ajustamento dos quadros de docentes das escolas com as suas reais necessidades tem em conta, entre outros aspectos, a publicação das vagas negativas por grupo de recrutamento indicadas pelas escolas e a definição das vagas positivas consideradas adequadas, evitando docentes sem componente lectiva”. Admite, segundo parece, que apenas teve em conta a opinião dos directores para criar as vagas negativas. Para criar as vagas positivas ter-se-á baseado noutros critérios – quais, não revela.»

Surripiado aqui.

Vem aí bombada...

600 Mil... a Passar

 
 600 Mil... a Passar...

Já são mais de seiscentas mil entradas aqui no blogue. Agora, a minha meta é chegar rapidamente ao milhão.
Quem me ajuda?

Ainda os Concursos para Lado Nenhum

 
 Ainda os Concursos para Lado Nenhum

O Luís Costa resumiu bem a situação... subscrevo-o.

Gozo - A Palavra a António Borges

Gozo - A Palavra a António Borges

"Portugal está equilibrado e no bom caminho, agora precisa de crescer economicamente."

O que me dana é saber quanto este indivíduo ganha à conta do Zé Pagode... Zé Pagode que sou eu, tu, ele, somos nós, vós, eles...
A sério que somos mesmo obrigados a aturá-lo? E a aturar o seu gozo?

Doze Mil, o Número Mágico

 
 Doze Mil, o Número Mágico

Convido-vos a fazer um exercício criativo. Imaginemos que eu tenho vínculo a um agrupamento e que a minha vaga aparece agora sinalizada como negativa, o que, por mero acaso, diga-se de passagem!, não aconteceu.
Que posso eu fazer?
Posso concorrer e tentar ser uma das raras e felizes contempladas com uma das pouco mais de seiscentas vagas nacionais, mesmo sabendo que esta minha opção, se tiver êxito, implicará o encerramento da minha vaga e contribuirá para o desaparecimento/extinção de lugares a nível nacional que nos próximos anos, décadas?, não abrirão... mas também posso não concorrer e permanecer na minha vaga negativa, até quando?, e arriscar a guilhotina dos quadros de mobilidade...

Agora cruzemos isto com a extinção ou redução do artigo 79... e assim estão criados 12 mil excedentários num ápice e por agora... quanto a amanhã... pois o futuro a deus pertence.

Nota - Nós ainda não conhecemos as medidas de contenção que irão ser tomadas no nosso sector mas, garanto-vos, quando vejo os risos comprometidos e a querer aparentar uma normalidade inexistente do nosso ministro... fico em guarda e a esperar o pior.
Ah! E quando ele diz que as medidas ainda estão a ser estudadas... bem, vou ali e já venho!

Olha a Novidade!!!!!!!

 
 Olha a Novidade!!!!!!

Associação de diretores de escolas diz que não vão faltar professores

Pois, parece que o problema é mesmo de falta de vagas... rsrsrssrsrs... ó vai-me à loja!!!!

Para que Serve o Concurso de Professores?

 
 Para que Serve o Concurso de Professores?

Eu até podia ter escrito este post... mas o David, do Lisboa - Tel Aviv, adiantou-se... vai daí só me restou surripiar-lhe a postagem... com a sua licença, dele, claro está!

Obrigada pela tua lucidez, David!

Sábado, 20 de Abril de 2013

Para que serve o concurso dos professores?

Chamar concurso de professores a um procedimento onde praticamente só há vagas fechadas é no mínimo uma piada de mau gosto. E vir dizer que as vagas publicadas são as declaradas pelas escolas é uma mentira sem tamanho. Como se pode ver aqui e aqui.
Para os professores o concurso de 2013 não terá qualquer utilidade - os eventuais não entrarão no quadro e os do quadro não serão transferidos - mas para o Ministério da Educação servirá para dizer a 12 mil professores efetivos que estão a mais no sistema e que por conseguinte o seu lugar não está a salvo.
PS: Há um certo cheiro a 2004 no ar. Basta olhar para certa vagas declaradas...

Vagas de História - Amarante

 
Vagas de História - Amarante

Uma - Na ESA.

Balham-nos os deuses todos...

Sem Vergonhice

Sem Vergonhice

As contas estão ainda a ser feitas... ou estão feitas há muito?



Surripiado aqui.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

618 Vagas Nacionais

618 Vagas Nacionais

Aqui está a hecatombe prevista. Haverá quem ainda não acredite?

Ministério da Educação abre 618 vagas para os quadros das escolas

Parabéns, Pá!

Parabéns, Pá!

Novo concurso de professores tira 12 mil lugares às escolas

A montanha pariu um crato.

Última Hora

 
 Última Hora

Despacho das Finanças que proíbe nova despesa suspenso na terça-feira

Acho bem que seja suspenso. É que na minha escola, na pastelaria, já acabaram os ovos e resta um quilo de açúcar... e o açúcar e os ovos são mesmo necessários para as aulas desta coisa em que é suposto fazerem-se pastéis e bolos variados... rsrsrsrs...
Sem ovos podem-se fazer omeletas?
Ao que nós chegamos...

Trabalho - Mimos

Moi Je no Bulício da Medina de Fez - Marrocos
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Trabalho - Mimos

Sendo certo que eu desenvolvo o meu trabalho sem esperar recompensas outras para além da satisfação, maior ou menor... espero que maior sempre... dos meus alunos dentro da sala de aulas e da ajuda que lhes posso proporcionar no entendimento da História, é igualmente certo que fico sempre sensibilizada quando um aluno, um professor, um pai ou mãe entra em contacto comigo para me agradecer o meu trabalho, aquele que eu faço apenas porque sim e que eu continuarei a fazer apenas porque sim, assim o MEC me deixe uma réstia de tempo para o prosseguir.

Hoje foi tempo de me enroscar nestas palavras saborosas da Ilda Ribeiro, recebidas numa das minhas três caixas de comentários dos blogues que mantenho activos, neste caso no meu blogue intitulado História 3º Ciclo:

  1. Parabens pelo fantastico trabalho. Obrigada! é uma ajuda enorme para os nossos filhos e uma mais valia para nós pais. Ilda RIbeiro 
E foi tempo de responder assim:

  1. Muitíssimo obrigada pelas suas palavras de incentivo ao meu trabalho que, não sendo muito habituais no nosso país, demonstram um carinho e um cuidado pelo outro, neste caso por mim que sou a autora/tratadora deste trabalho/blogue/página de recursos, que não deixo de registar e anotar.
    Enrosquei-me nas suas palavras. Gosto muito de me sentir útil à comunidade da qual faço parte integrante... é "defeito" meu, por certo!
    De resto, espero que o meu trabalho possa continuar a ter utilidade. Assim faz sentido a minha vida.
    Beijinho e votos de excelente fim-de-semana e de excelente trabalho para os seus filhos!
Ah! Resta-me assinalar que este blogue, com ano e meio de vida e sendo um blogue estritamente de trabalho, já registou mais de sessenta mil entradas, facto que me deixa deveras orgulhosa, sim, eu sei! o orgulho é um pecado mortal!, do trabalho que já desenvolvi até aqui e que pretendo continuar a realizar, assim o MEC me deixe.
Assim o MEC me deixe... porque quanto ao resto... eu posso bem.

Lisboa

Lisboa

Cheira bem, ela já tem sol, cheira a lua, cheira a Lisboa... lindo!



Nota - Com os meus agradecimentos ao João Curvelo Sardoeira.

Convite


 Convite

Contem comigo!

"A Associação de Pais da Escola EB 2,3 de Amarante convida todas as Associações de Pais do Agrupamento de Escolas de Amarante e da Escola Secundária, assim como todos os Pais e Alunos a participarem na nossa EcoMarcha, que se realizará no próximo 1 de maio, com saída da Escola por volta das 9h00. Façam a inscrição junto da vossa Associação de Pais.
Contamos convosco. Podem contar connosco."

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Proposta de Calendário Escolar 2013/2014

Proposta de Calendário Escolar 2013/2014

Como bem pergunta o Arlindo... três semanas de interrupção no Natal?

Pode ver a proposta, com todo o conforto, clicando aqui.

A Montanha Pariu Um Rato

 
A Montanha Pariu Um Rato

Os membros do governo continuam a brincar às escondidas com os portugueses.
E se os protugueses retribuirem com o jogo das caçadinhas?

Não se Aguentam

Não se Aguentam

O meu pai ligou a televisão na SIC.
Grrrrrrr... não se aguentam os guinchos da Júlia Pinheiro!

Contrariar a Crise

Janelas do Mirante da Casa de Pascoaes - Gatão - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Contrariar a Crise

É uma estratégia minha... contrariar a crise e os seus efeitos abrindo múltiplas janelas sem cortinas para a paisagem... sim, a vida continua. Hoje, apesar de tudo, ensolarada.

Namoro

Namorar com Vistas para o Tâmega - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Namoro

Por aqui ainda se usa. Excelente, se for praticado nos braços de uma árvore ancestral debruçada amorosamente sobre o Tâmega.

Nota - A fotografia foi tirada num ápice, sem grande tempo para apurar fosse o que fosse... o momento, sublime, não podia ser perturbado...

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Vitor Gaspar, o Ministro das Finanças da Troika

Vitor Gaspar, o Ministro das Finanças da Troika

E não fui eu que disse...


Surripiado na caixa de comentários do blogue A Educação do Meu Umbigo.

Fosga-se!

Fosga-se!

Doze milhões de euros para cremar uma mulher?

Ai o Puto do Erro do Excel!

Ai o Puto do Erro do Excel!

Académicos detetam erro na fórmula que sustenta políticas de austeridade
Um dos estudos pelos partidários da austeridade terá, na base, um erro na fórmula de Excel.

Mas olhem, não se preocupem... porque está tudo a correr lindamente milhões de desempregados depois...

Concursos professores

Concursos Professores

Os concursos interno, externo, mobilidade interna, contratação inicial, reserva de recrutamento e permuta terão início no próximo dia 22 de Abril, 2ª feira.

As informações que agora partilho foram retiradas do site da FENPROF que pode ser consultado aqui.

"- Para além dos serviços habituais de atendimento da própria DGAE (loja, call center e e-mail), terão um grupo de 2 a 3 pessoas por cada Direção de Serviços da DGEST (ex-DRE) em ligação com a DGAE e, portanto, em condições de fornecerem algum apoio no âmbito regional em matéria de concursos; Também referiu que contam connosco, sindicatos, como parte importante no trabalho de ajuda a resolver problemas de informação aos professores e educadores;

- Dados introduzidos pelos candidatos na aplicação e-Bio aparecerão pré-preenchidos, mas sendo todos editáveis, com exceção dos dados relativos à graduação para os grupos de Educação Especial, em que tais dados não aparecerão;

- A fase de candidatura decorrerá em dois momentos (slots), determinados pela 1.ª letra do nome do candidato (em princípio, o 1.º momento abrangerá as letras A a K);

- Será possível a permuta entre docentes dos quadros;

- Para ser opositor à contratação inicial e reserva de recrutamento, é necessário sê-lo também, antes, ao Concurso Externo;

- No que respeita aos docentes dos quadros, será, pela 1.ª vez, possível a candidatura simultânea à transferência de quadro e à mudança de grupo de recrutamento, mas a transferência de quadro será sempre prioritária, ou seja, corresponderá sempre à 1.ª opção do candidato."

Nota - Na página da FENPROF encontram mais informações. Consultem-na.

 
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