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sexta-feira, 28 de junho de 2024

Apoio Vindo Nem Sei de Onde - Saboroso, Importante, Significativo, Carinhoso... e Anónimo








Flores - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Apoio Vindo Nem Sei de Onde - Saboroso, Importante, Significativo, Carinhoso... e Anónimo

Chegou-me um dia destes a casa, em caixa grande em que no exterior apenas estava escrito "A felicidade floresce de dentro", causando-me estranheza já que eu, por norma, nunca recebo encomendas.
Até comentei "deve ser para a minha filha ou para o meu marido" mas não, insistiu o entregador, a encomenda era mesmo para esta senhora que sou eu.
O enigma instalou-se dentro desta anonimidade, a única de que gosto e que aceitei de bom grado.
Presumi que não seria nada de grave vindo da escola a que pertenço... e abri, corajosamente o comprido caixote, bonito por fora e ainda mais belo por dentro... puras e bran cas flores salpicadas com um verde de eucalipto, um cheiro celestial, uns recados para tratamento do belíssimo ramo e um cartão, escrito sem qualquer assinatura.

Toda a gente sabe que a minha vida profissional foi virada do avesso com a instauração de um processo disciplinar e eu, passado todo este tempo, continuo a pensar que se havia pessoa que o não merecia era eu, uma trabalhadora incansável da e para a Escola Pública, para os Meus Alunos em particular, partilhadora, sempre pronta a ajudar quem de mim precisasse... e tanta gente ajudei ao longo da minha vida... e ainda por cima não é que o processo disciplinar é-me instaurado no final de um ano de trabalho em que tinha regressado à escola após prolongada ausência, por luto, após o falecimento do meu pai que me abalou até ao tutano... e ainda não completamente digerido neste momento em que escrevo?
Foi na mouche, parece que escolhido a dedo.
Pois não sei de onde chegaram-me flores e um cartão que assim reza:

"Anabela,
que esta flores a possam animar nestes dias cinzentos que têm persistido em se arrastar, dando-lhe esperança e ânimo. Admiro-a e sei que este gesto pouca diferença fará, mas acredite que a sua determinação, frontalidade e coerência dão força a outras.
Abraço sincero e grato desta sua colega."

Pois Colega Minha, que eu desconheço, nem imaginas tu a diferença que faz e fará um gesto destes na vida de uma pessoa votada quase completamente ao ostracismo dentro de uma escola onde sempre deu o litro nunca olhando para o relógio e trabalhou até ao esgotamento fazendo a minha filha afirmar, frequentemente, "Nem sei porque não levas o colchão para a Escola!".
Agradeço-te do coração este gesto tão carinhoso, empático, sensível, solidário, cuidadoso, enfim, humano... e como eu gosto destes atributos!
Estando em fase de poder vomitar se me cruzar com determinadas pessoas, este gesto alimentará a minha alma por dias e dias a fio... e isso é tão bom...

Tempos houve em que eu me alimentava muito de Escola Pública. Agora, o que já foi alimento, transborda em mar de toxicidade.
Daí este consolo chegar em momento certo, em momento de muita descrença... ajudando-me a recentrar, espero, na beleza dos meus, na beleza que persiste no Mundo, na beleza interior de gente anónima e não só espalhada por esta superfície que acolhe, temporariamente os nossos passos.
Que eles possam ser firmes, honestos, solidários, contribuidores de um mundo melhor onde parece qu8e parte da humanidade já anda completamente perdida.

Obrigada do coração.

Anabela Magalhães

sábado, 13 de março de 2021

Um Agradecimento aos Professores com Origem na Federação Portuguesa de Futebol

 




Um Agradecimento aos Professores com Origem na Federação Portuguesa de Futebol

Eu nunca me cansarei de agradecer aos Professores que foram meus umm dia, com a consciência, plena, que, sem eles, eu hoje não seria o que sou.

Obrigada, Professores Meus!


quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Obrigada, Professor Santana Castilho!


Obrigada, Professor Santana Castilho!

"Para os Professores, com estima

Não vejam nostalgia (embora por vezes vá parecer). Vejam o galope (que a escrita não traduz) a que o meu cérebro põe o meu coração, quando pensa no ano penoso que se inicia para tantos professores.
Poderia começar por recordar à sociedade desinteressada pelos seus professores números apurados por Raquel Varela: 22.000 usam medicação em demasia; 85% manifestam sinais de despersonalização; 47,8% apresentam sintomas preocupantes de exaustão emocional; 91% consideram que baixou o prestígio da profissão; 31% expressam desmotivação para ensinar; 85% referem que o Ministério da Educação não valoriza o seu trabalho; 80% sentem que diminuiu a sua autonomia e o seu poder de decisão.
Poderia perguntar a todos os políticos, que se aprestam a ir a votos, como conciliam a desconsideração e a exaustão assim expressas com as promessas que sempre fazem. Poderia detalhar o perfil profissional oculto dos que deviam simplesmente ensinar e acabam psicólogos, assistentes sociais, funcionários administrativos, instrutores de processos disciplinares, mediadores parentais, vigilantes de recreios, socorristas e tudo o mais que um escabroso assédio laboral e moral lhes despeja em cima.
Poderia referir-me aos pequenos monstros saudosistas e populistas, que odeiam os professores e que vão saindo detrás das pedras onde se acocoraram há 45 anos.
Poderia falar de António Costa, para quem professor é “capital humano” que se arruma ano a ano, e do seu bem-sucedido esforço para limitar o direito à greve de várias classes profissionais, que teve nos professores o primeiro ensaio, num processo onde se ameaçou, impôs e proibiu, com artimanhas para causar medo e desmobilizar, tudo com a conivência de uma sociedade que se deixou manipular e virar contra aqueles a quem entrega os filhos durante mais tempo do que passa com eles.
Poderia citar o aumento do centralismo do Estado, promovido por um ministério que planta plataformas informáticas a eito, para vigiar e impor uma estranha quanto pérfida autonomia pedagógica.
Poderia dissertar sobre as decisões cruciais que têm vindo a ser tomadas por políticos pedagogistas, adolescentes e caprichosos, que dominam uma classe proletarizada, anestesiada e entretida com doutrinas que se sobrepõem facilmente à razão profunda.
Poderia narrar o trabalho obrigatório a que os professores estão sujeitos para decifrar e cumprir torrentes de solicitações asfixiantes, sob nomes pomposamente modernos mas substantivamente inúteis.
Poderia recordar os insultos e as agressões a que alguns pais e alunos sujeitam os professores, a coberto da passividade protectora do bom nome das instituições.
Poderia trazer-vos às lágrimas contando histórias (que um dia escreverei se sobreviver aos seus protagonistas) de professores-heróis que, generosa e silenciosamente, arrancaram pedaços de si para resgatar alunos perdidos por intermináveis desamparos de pais e do Estado.
Poderia traçar-vos perfis diferentes de tantos professores com quem me cruzei ao longo da vida: o professor-filósofo, o professor-mestre, o professor-rebelde, todos professores-professores, caracterizados pelo amor aos seus alunos.
Poderia, para homenagear todos, vivos e mortos, meus e de todos, evocar dois dos meus professores, já falecidos: ele, professor-família, que foi o primeiro de tantos que me ensinaram a ser professor; ela, professora-amor proibido, que transformou a minha adolescência, fadada para ser pobremente limitada, numa adolescência vivida sem limites.
Poderia perguntar-vos, olhos nos olhos e de coração apertado, que outros profissionais partem todos os anos para longe dos próprios filhos, para cuidar dos filhos dos outros, por pouco mais de mil euros de salário.
Este condicional repetido foi tão-só a figura retórica que me ocorreu para dizer a quem me ler porque abraço hoje, estreitamente, todos os professores que, pelo país fora e por estes dias, vão acolhendo com abraços as crianças e os jovens que retornam às escolas.
Dito isto, queridos professores, levantem-se do chão. Retomem a independência intelectual necessária para impedir que o acto pedagógico se transforme em prática administrativa ou obediência doutrinária e não confundam a verdadeira autonomia com uma dissimulada ditadura de metodologias, por mais “activas”, “democráticas” ou “de projecto” que se digam."

In “Público

domingo, 6 de janeiro de 2019

Alunos - Generosidade


Alunos - Generosidade

Abrir hoje o facebook e receber, via chat, esta mensagem maravilhosa de um ex-aluno, que já foi um dia de uma minha direcção de turma bem trabalhosa, é ter a certeza que, por vezes, fazemos, por certo, alguma coisa bem feita.

"Olá professora! Tudo bem? Neste fim de semana vi um filme que lhe gostava de recomendar a si e aos seus alunos! Conta a jornada de um rapaz no tempo da Pré-História, e acho que seria um bom filme para eles, se estiverem a dar essa matéria, pessoalmente gostei, eles devem achar interessante, chama-se "Alpha", não sei se já viu."

Muito obrigada, L! Garanto-te que me deixaste sensibilizada pelo teu cuidado para comigo e para com colegas teus que nem conhecerás.
Não conheço o filme que me recomendas, mas já vi o trailler e pareceu-me deveras interessante. Seguirei os teus conselhos. Vou ver este "Alpha"!

Nota - Este post foi escrito com conhecimento e licença do L.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Alunos - Criatividade/Generosidade

Canção Popular - A Russa e o Fígaro
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
Canção Popular - A Russa e o Fígaro
Amadeo de Souza-Cardoso

Alunos - Criatividade/Generosidade

Chegar à sala de aula, assistir à apresentação dos trabalhos de grupo que os alunos me pediram para protelar para este ano que agora começa e receber uma dádiva generosa das mãos dos alunos de um determinado grupo nos seguintes termos "Queremos oferecer esta recriação de um quadro de Amadeo de Souza-Cardoso para o Centro de Recursos da Sala de História"...  só pode ser equivalente a uma entrada neste segundo período com os dois pés direitos... certo?
Grata, Alunos Meus! A vossa dádiva integra agora este Centro de Recursos que, também com a vossa colaboração, vai crescendo a cada dia mais e mais.

Nota 1- A fotografia não está grande coisa mas foi o que se arranjou com o telemóvel.
Nota 2 - O quadro original, Canção Popular - A Russa e o Fígaro, é uma pintura a óleo sobre tela e foi pintado por Amadeo de Souza-Cardoso, em 1916.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Greve - Manifestação - Agradecimentos

Professores em Luta - E. B: 2/3 de Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Greve - Manifestação - Agradecimentos

A todos os Professores que hoje pararam levantando os braços e elevando a voz em protesto e, com isso, fazem o país escutar as razões do seu protesto, os meus parabéns!
Aos meus queridos e intrépidos colegas que, hoje, apanharam a camioneta disponibilizada pela FENPROF pelas 6 da manhã com destino a Lisboa, deixo aqui a minha admiração. Lamentavelmente, hoje, por motivos de saúde, só não estou convosco fisicamente. Mas confesso-me tranquila por saber que estou tão bem representada.
Um agradecimento muiiiiito especial à enorme Elisabete Silva! Porque sem ela a minha Escola não seria, de todo!, a mesma.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Trabalhar em Florença - Agradecimentos


Florença - Itália
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Trabalhar em Florença - Agradecimentos

Confesso que nem em sonhos sonhei com esta possibilidade mas a verdade é que, um dia destes, partirei para esta belíssima cidade/museu ao ar livre, Florença de seu nome, para cumprir uma formação para professores no âmbito do programa Erasmus+, no meu caso, no âmbito das TIC.
Em todo o Agrupamento de Escolas de Amarante, nove professores aceitaram o desafio de partirem para o estrangeiro em trabalho, interrompendo as suas férias, por um período limitado de tempo, utilizando uma língua de trabalho que não é a materna, em cidades desconhecidas para alguns (Atenas e Florença) e que, para outros, são apenas conhecidas pelo prisma do turista e nada mais.
Claro que isto se deve ao trabalho de alguém. Tudo se deve sempre ao trabalho de alguém, que tem nome e que tem identidade.
Por isso, agradeço publicamente esta possibilidade a quem organizou a candidatura no meu Agrupamento, Professora Ana Baptista, a nossa excelentíssima Coordenadora de Projectos, que, não brincando em serviço, levou a nossa candidatura para um super honroso primeiro lugar a nível nacional.
Foi obra! E foi mérito dela. E porque nada em trabalho nos cai do céu aos trambolhões, aqui fica o meu público agradecimento a quem queimou as suas pestanas para que isto fosse possível.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Alunos - Orgulho - Quem Tem Amigos Tem Tudo

Auto-Retrato em Museu de Arqueologia - Les Eysies de Tayac
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Alunos - Orgulho - Quem Tem Amigos Tem Tudo

Ex-aluno, agora no 9.º ano de escolaridade... na verdade apenas foi meu aluno durante o seu 7.º ano de escolaridade...
- Professora, se eu durante as próximas férias do Natal conseguir fazer um arpão como os do Paleolítico... a professora aceita-o para o Centro de Recursos de História? É que eu vou tentar fazer um nas férias...

Escusado será descrever-vos o tamanho do meu sorriso...
Obrigada, Aluno Meu! Obrigada, H!
E fizeste-me recordar imediatamente esta história, muito generosa, do já longínquo ano de 1015...

sábado, 7 de novembro de 2015

Agradecimentos ao António Manuel Ribeiro

Por detrás do Pano - António Manuel Ribeiro
Fotografias de Gabriel Vilas Boas

Agradecimentos ao António Manuel Ribeiro

Os UHF acompanham-me a vida desde tenra idade, mais concretamente desde a minha adolescência. Cantei-os e dancei-os, a outros também!, até à exaustão, confesso!, pelas míticas discotecas aqui do burgo e pelas discotecas fora do burgo também... a propósito, saudades do único Griffon`s, no Brasília...
Por isso, agradeci ao António Manuel Ribeiro o contributo, inestimável, que deram à minha vida, à minha qualidade de vida. Hoje foi dia de lhe agradecer, sorrindo, a contribuição por eles dada para a minha manutenção física e mental.
Grata, António Manuel Ribeiro! Grata, UHF!

"Por Detrás do Pano" - Agradecimentos

Apresentação do livro "Por Detrás do Pano" - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães e de Gabriel Vilas Boas

"Por Detrás do Pano" - Agradecimentos

Quem não foi à apresentação do livro "Por Detrás do Pano", de António Manuel Ribeiro, líder e vocalista dos UHF, perdeu. E perdeu muito, diga-se de passagem. Perdeu histórias contadas de viva voz acontecidas nos bastidores, por detrás do pano, ao longo de anos e anos de estrada e de concertos dos UHF, agora generosamente partilhadas com uma assistência que encheu por completo a sala da Biblioteca Municipal Albano Sardoeira... e tudo isto em tarde fabulosa de sol.
Obrigada à Associação Camerata das Artes, na pessoa do Delfim Carvalho, e ao António Manuel Ribeiro por uma parte de tarde excelentemente passada... e que se prolongará, estou certa, na leitura que farei destas páginas sobre as histórias desta banda, sobre as histórias do rock português, que comecei a escutar desde o seu surgimento, em finais da década de setenta.
Será um prazer revisitar estas décadas passadas na segunda metade do século XX.
Grata!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

A Prenda Mais Inesperada e Doce


A Prenda Mais Inesperada e Doce

Trim! Trim! Toca a campainha cá de casa em dia de aniversário meu. É o P, agora na Secundária e em velocidade cruzeiro para entrar na Universidade como quiser, quando quiser, onde quiser.
Vem saber se esta sua "velha" professora está melhor. E vem-me entregar uma prenda inesperadamente doce - um saquinho de gostosas gomas.
Confesso, enrosquei-me nelas... nas gomas... direitinhas para o meu papinho... e para o meu coração...
Muito grata, P!

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Agradecimentos ao CCA Maria Amélia Laranjeira

CCA Maria Amélia laranjeira em Acção - Festa Amarantina
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Agradecimentos ao CCA Maria Amélia Laranjeira - Festa Amarantina

Em primeiro lugar quero aqui deixar agradecimentos públicos, mais do que devidos, pelo que fazem em prol da formação de centenas e centenas de jovens amarantinos. Depois, quero deixar agradecimentos públicos por colaborarem enormemente na consolidação e afirmação de uma Amarante que se quer viva, activa, generosa, interventiva, artística. Finalmente, quero aqui deixar agradecimentos sentidos pela colaboração inestimável que prestaram para que a Festa Amarantina se saldasse por um enormesco êxito.
Agradeço aos alunos, professores, funcionários do CCA e ao Taí Laranjeira que está sempre disposto em colaborar em prol da Cidade de Amarante.
A percussão, no logradouro da Junta de Freguesia, foi, como sempre, espectacular. Obrigada meninos! Obrigada professor Márcio!
O flamenco foi inesquecível e emprestou à Rua e à Porta 30 um ritmo e um colorido difíceis de esquecer. Obrigada meninas! Obrigada professoras Joana e Mónica!

Foi lindo.

Clube de Fãs do Grupo Coral Sem Nome do Agrupamento de Escolas de Amarante

Festa Amarantina - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Artur Matias de Magalhães


Agradecimentos ao Clube de Fãs do Grupo Coral Sem Nome do Agrupamento de Escolas de Amarante

Confesso que gostaria de o ver mais encorpado em termos de apoio oriundo do interior da instituição que representamos de cada vez que dela saímos arriscando o exterior, dando o corpo ao manifesto em actuações mais ou menos visíveis, sempre com identificação orgulhosamente presa no peito. Somos Escola Pública. Somos constituídos por Alunos, Funcionários e Professores que bem podiam estar em casa de pernas e coração ao alto, descansando corpo e mente após dias e dias de trabalho intenso ao invés de irem a ensaios e actuações mais do que fora de horas.
Se um Clube de Fãs encorpado era mais aconchegante para cada um de nós que arriscamos tocar e cantar em público? Pois era. Se é limitativo em termos de entusiasmo e alegria no "trabalho"? Pois não é... até porque, não sendo numeroso, o nosso Clube de Fãs existe e acompanha-nos para todo o lado mimando-nos com a sua presença, com os seus beijinhos, com as suas palavras carinhosas, as suas festinhas e abracinhos, os seus chazinhos e o que quer que seja necessário... eheheh... porque o nosso Clube de Fãs não se mede aos palmos e segue-nos religiosamente para todo o lado.
E por aqui se prova que quantidade nunca foi qualidade... e que eu podia estar calada, sim senhora, mas que não estou, pois continuo dizendo sempre o que tenho a dizer, escrevendo sempre o que me vai na alma... para poder continuar a fazer o que sempre fiz ao longo dos anos e que é adormecer em três tempos, ou seja, em 5 minutos... eheheh... ou menos...

Obrigada, Clube de Fãs!

E já agora, não esqueçam que actuaremos hoje em homenagem ao professor Cândido Moreira, no CCA Maria Amélia Laranjeira, pelas 21:30.

Sei bem que não falhareis.

 
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