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quinta-feira, 15 de setembro de 2022

ESA - O Cinquentenário da ESA Aproxima-se

Comprovativos - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

ESA - O Cinquentenário da ESA Aproxima-se

O cinquentenário da ESA, já amplamente comemorado no passado e amplamente negado também, chegará em breve, mais concretamente no ano de 2025, e ainda mais concretamente no dia 26 de Maio, data em que o seu nascimento foi oficialmente parido pelo ministério da Educação. 

Com nova direcção, esta escola secundária, responsável pela formação de muitos milhares de alunos ao longo de já quase cinco décadas, lote em que também estou incluída e com muito orgulho, deveria fazer um favor a si própria e fazer um pedido de desculpas formal à comunidade do concelho e dos seus arredores por difundir cinquentenários falsos num passado ainda muito recente.

Haverá novas comemorações?

Nota 1 - Quem tiver curiosidade pode ter um visionamento de como se atropela a História em toda a linha, clicando aqui

Nota 2 - O que vale é que ainda por aqui andam a rabiar pessoas atentas, não desmemoriadas e que se recusam a integrar o rebanho com medo de não sei o quê.

Nota 3 - Estou a aquecer os motores.

segunda-feira, 8 de março de 2021

Dia Internacional da Mulher

 

Maria Helena - Avenida João Franco - Régua
Fotografia sei lá eu de quem...
 
Dia Internacional da Mulher

Hoje recupero um texto escrito em dia 8 de Março de 2013 e que continua a ser actual.
"Pequenina, aparência frágil, modesta, solidária, persistente, afectuosa, atenta, educada, sensível, determinada, generosa, perfeccionista, organizada, disciplinada, carinhosa, discreta, paciente, silenciosa. Assim é a minha mãe.
(...) Sobrevive na minha memória. Sobrevive em mim."

Hoje, neste dia simbólico que nos homenageia a todas, presto homenagem a esta mulher, que, por acaso, ou talvez não, foi e é a minha mãe.
A minha mãe foi a primeira mulher, na minha história familiar de um e de outro lado, a ser independente economicamente do seu homem, o meu pai. Aliás, o conhecimento deles adveio exactamente deste facto - a minha mãe abandonou a sua terra natal, a Régua, para vir trabalhar para a bela Amarante que ela adoptou plenamente como sua.
Foi um passo de gigante dado no espaço de uma geração. As minhas avós, materna e paterna, "limitaram-se" a ser esposas, mães, donas de casa, tal como era habitual à época, papéis estes muito castradores e que já não satisfaziam estas mulheres que se lhes seguiram, mais ambiciosas, mais senhoras do seu nariz, mais zelosas da sua independência económica... que traz as outras independências por arrasto.
Amo esta luta. E assumo-me, por completo, dela herdeira. Sim, herdeira da minha mãe...
E tenho plena consciência que a luta está bem longe de acabar... e que faz-se todos os dias, sem tréguas, todos os dias das nossas vidas...
E, mamã, a tua filha continua lutadora e revolucionária.


quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Já Cheira a Natal

Árvore de Natal - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Já Cheira a Natal

Porque o Natal é quando esta avó e este neto querem.

E como ele ama decorar esta árvore desde pequenino!

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Implantação da República e Dia do Professor

 

Busto da República - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Implantação da República e Dia do Professor

Sim, as comemorações aconteceram ontem e foram o fogacho de sempre, agora ainda de chama mais envergonhada porque covidada,

Foi pena. Melhor seria se não existissem comemorações de todo mas que República e Professores  fossem respeitados, de facto, todos os 365 dias ao ano.

sexta-feira, 1 de maio de 2020

1 de Maio - Dia do Trabalhador

Flores da Serra da Aboboreira - Serra da Aboboreira - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

1 de Maio - Dia do Trabalhador

E, em dia 1 de Maio estranhíssimo, a vida prossegue, impávida e serena, pela serra.
Bom descanso a todos, em dia, felizmente para todos nós, miserável do ponto de vista climatérico.

sábado, 25 de abril de 2020

As Subsistências Asseguradas(?) dos Alunos Carenciados Beneficiários dos Escalões A e B


As Subsistências Asseguradas (?) dos Alunos Carenciados Beneficiários dos Escalões A e B

Neste dia maior em que se comemora o 25 de Abril de 1974, e tendo conhecimento que há localidades/autarquias que asseguraram a alimentação às crianças/alunos carenciadas/os dos respectivos concelhos, em regime de take away disponibilizado, por exemplo, através das Juntas de Freguesia, reflito sobre o andamento e operacionalização do Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de Março de 2020, que diz, no seu artigo 9.º - Suspensão de atividade letivas e não letivas e formativas -, no seu ponto 4, o seguinte... e os sublinhados são meus:

"4 - Os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas da rede pública de ensino e os estabelecimentos particulares, cooperativos e do setor social e solidário com financiamento público adotam as medidas necessárias para a prestação de apoios alimentares a alunos beneficiários do escalão A da ação social escolar e, sempre que necessário, as medidas de apoio aos alunos das unidades especializadas que foram integradas nos centros de apoio à aprendizagem e cuja permanência na escola seja considerada indispensável."

Ora, este artigo 9,º foi revisto e alterado no dia 10 de Abril e o seu ponto 4 e passou a ter a seguinte redacção:

"4 - Os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas da rede pública de ensino e os estabelecimentos particulares, cooperativos e do setor social e solidário com financiamento público adotam as medidas necessárias para a prestação de apoios alimentares a alunos beneficiários dos escalões A e B da ação social escolar e, sempre que necessário, as medidas de apoio aos alunos das unidades especializadas que foram integradas nos centros de apoio à aprendizagem e cuja permanência na escola seja considerada indispensável."

Assim sendo, e neste dia maior em que eu comemoro especialmente a chegada da Liberdade, também a Liberdade de Opinião e de Crítica, entendo que mais importante do que estar para aqui a bater com a mão no peito sobre o maravilhoso 25 de Abril e tal, importa colocar perguntas incómodas, mas pertinentes, nesta fase difícil que atravessamos. É que, mais importante do que as muitas preocupações com cumprimentos de flexibilizações ou preenchimentos de grelhados duplicados, triplicados ou mesmo quadruplicados, para "monitorização" da coisa, que não nos podem submergir e descerebrar!!!, importa que haja um recentramento no essencial - as subsistências que têm de estar asseguradas para os alunos dos escalões A e B deste concelho... e dos outros concelhos também... que não desapareceram por artes mágicas em tempos de COVID-19 apenas porque já não os vemos em carne e osso, todos os dias, pela Escola. Muito pelo contrário, em tempos de COVID-19, com despedimentos, lay-offs, encerramentos de empresas, falências e afins.

Ora, por Valongo é assim:

Covid-19: Valongo baixa preço da água às famílias e alimenta (também) alunos do escalão B

Ora por Cascais é assim:

Covid-19 | Serviço de refeições a alunos carenciados assegurado

E podia continuar, mas nem vale a pena.
Pergunto só... e por Amarante, como está a ser?
É que abrir uma cantina e esperar que os alunos carenciados, muito carenciados e mesmo muitíssimo carenciados para lá se desloquem das inúmeras aldeias e freguesias deste extenso concelho é gozar com quem tem... vá lá... dois neurónios no seu cérebro.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Dia Internacional dos Direitos Humanos

Imagens surripiadas na net

Dia Internacional dos Direitos Humanos

Comemora-se hoje... mas, na verdade, todos os dias deveriam ser de salvaguarda dos Direitos Humanos. Volto sempre a este vídeo. Gostaria de ver estes princípios propagados pelo mundo como um vírus. Porque em dias de tanta incerteza mundial, em que se avistam tantas nuvens sombrias, urge... se urge!... voltar a estes princípios básicos que devem nortear a nossa passagem, sempre efémera, pela nossa casa comum - a Terra.

Declaração Universal dos Direitos Humanos, ONU, 10 de Dezembro de 1948

Para grande parte da humanidade, tudo está ainda por cumprir.

sábado, 9 de novembro de 2019

O Muro de Berlim


Muro de Berlim - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Caiu há 30 anos. Hoje recordo-o, num mundo cada vez mais feito de muros que se erguem para nada. Ai se esta gente conhecesse a História! Não conhecerão uma Muralha da China que se vê do espaço e acabou transformada em atracção turística?
E por falar em História... hoje recordo a minha e de como é que ela se cruza com a do muro da vergonha e com o envio de um beijo enormesco à Emiliana Silva.

O Centro de Recursos de História, a Emiliana e o Muro de Berlim

Hoje foi dia de contar a história da relação entre o Centro de Recursos de História, a Emiliana e o Muro de Berlim aos meus alunos de 9º ano, história já contada em tempos que já lá vão, aqui mesmo neste blogue.
E hoje foi também dia de fazer um brilharete e deixar os meus alunos atónicos e perplexos... estava eu em plena Guerra Fria, bloco capitalista versus bloco comunista, parte do mundo liderada pelos EUA e a outra pela URSS, estava eu nos confrontos indirectos entre as duas superpotências mundiais através dos países feitos de povos "mexilhões"... atenção ao que se está a passar na Ucrânia... e falo-lhes da construção do Muro da Vergonha que é o mesmo que chamar-lhe Muro de Berlim, construção iniciada no ano do meu nascimento... e eis que sou capaz de os surpreender... "Ah! Por acaso tenho um bocado de Muro de Berlim no armário de História que vos posso mostrar"... agitação e excitação pela sala... eheheh... e eis que saco do dito cujo que um dia me veio parar às mãos expedido pela Emiliana, regressada a terras de Portugal vinda directamente de Berlim com um bocado do Muro da Vergonha na mala...

Obrigada, Emiliana! A tua acção no passado continua a fazer a diferença no presente.

"God Knows How I Adore Life... God Knows... não é, Emiliana?



God knows how I adore life
When the wind turns on the shores lies another day
I cannot ask for more

When the time bell blows my heart
And I have scored a better day
Well nobody made this war of mine

And the moments that I enjoy
A place of love and mystery
I'll be there anytime

Oh mysteries of love
Where war is no more
I'll be there anytime

When the time bell blows my heart
And I have scored a better day
Well nobody made this war of mine

And the moments that I enjoy
A place of love and mystery
I'll be there anytime

Mysteries of love
Where war is no more
I'll be there anytime

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Dia Europeu do Desporto na Escola/Greve pelo Clima



Dia Europeu do Desporto na Escola/Greve pelo Clima

Amanhã é dia de muita coisa. Por exemplo, de greve pelo clima... que eu não farei.
Não porque não tenha preocupações ambientais, que tenho, mas porque já tinha decidido, antes de saber desta greve, participar nas comemorações do Dia Europeu do Desporto na Escola.
Portanto, amanhã será dia de pinchar com o meu querido professor de Recharge, Nuno Queirós! Isto antes de encostar às boxes... por breves momentos.

sábado, 20 de julho de 2019

50.º Aniversário da Aterragem na Lua



50.º Aniversário da Aterragem na Lua

Faz hoje precisamente 50 anos que Neil Armstrong poisou os seus dois pés no solo lunar tornando-se o primeiro homem, em toda a História da Humanidade, a fazê-lo. Não faz 60, não faz 55, não faz outra coisa qualquer... e sim, estou a pensar no cinquentenário da ESA que já foi comemorado mas ainda não ocorreu. Fenómeno do Entroncamento à parte, lembro-me bem do meu espanto a olhar para as imagens tremeliquentas transmitidas a preto e branco, aqui em Portugal já madrugada de 21 de Julho e que nos chegavam directamente da Lua.
Para a História ficou tudo, incluindo as mágicas palavras de Neil Armstrong:
"É um pequeno passo para o Homem, um salto gigantesco para a humanidade”.
E foi.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

O Outro Discurso de João Miguel Tavares no 10 de Junho


O Outro Discurso de João Miguel Tavares no 10 de Junho 

Afinal havia outro. outro discurso. Igualmente importante. Já li das coisas mais incríveis sobre o teor do primeiro discurso feito por João Miguel Tavares, em Portalegre. Que era fascista, colonialista e eu sei lá mais o quê que elas já foram tantas e eu, farta de reler o dito discurso, nada lá encontro de semelhantes aberrações.
Retiro um extracto do segundo discurso que pode ler na íntegra se clicar aqui. Foi proferido no Mindelo e, a crer na notícia, parece que atrapalhou dois presidentes.

(...) Há apenas 45 anos Cabo Verde era ainda parte de Portugal. Estarmos aqui hoje, menos de meio século depois, numa cerimónia como esta, quando há gente ainda viva que lutou pela independência e sofreu pela sua ausência, demonstra a todos, portugueses e cabo-verdianos, que profundos são os laços que se criam e desenvolvem entre os povos, mesmo quando manchados pela escravatura, pelos trabalhos forçados ou pelo racismo.
Estamos juntos apesar do nosso passado. E estamos junto por causa dele.
Aquilo a que chamamos colonialismo tem implicações mais profundas do que a violência sobre os corpos. É também uma violência sobre a memória, com gerações e gerações condenadas ao esquecimento, porque a História que sobrevive é sempre a história do dominador e não a história do dominado. Erguer um novo país implica quebrar esse monopólio da memória e reconstruir tudo: criar uma História própria a partir de frágeis fragmentos; procurar uma identidade autónoma por debaixo dos escombros de um regime opressivo. (...)

segunda-feira, 10 de junho de 2019

O Discurso de João Miguel Tavares do 10 de Junho


O Discurso de João Miguel Tavares do 10 de Junho

Foi o discurso do dia. Foi emitido em directo e foi o que valeu a João Miguel Tavares pois nos noticiários... só rasto dele, em alguns deles apenas um muito ténue rastinho... mas que vergonha!
Aconselho o seu visionamento atento a todos os meus leitores. Que palavras lindas!
Eu, que também gostaria de as ter dito cara a cara aos políticos sentados no camarote, agradeço esta beleza de discurso que corresponde integralmente ao meu sentir.

Nota - Link para o discurso escrito - https://www.publico.pt/2019/06/10/politica/opiniao/deem-nos-alguma-coisa-em-que-acreditar-1875954?fbclid=IwAR03eHJ6XhkCrZ6vQpuPB-Fxvt2c3K3gC4LJ_YeD-6YjOXSrLeViPOaGkB8

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Dia D - 6 de Junho de 1944 - Obrigada, Rapazes!

Omaha, a Sangrenta - Normandia - França
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
   
   
Cemitérios Alemão e Americano - Normandia - França
Fotografias de Artur Matias de Magalhães

Dia D - 6 de Junho de 1944 - Obrigada, Rapazes!

Hoje recupero um post de 6 de junho de 2016.

Um dia escrevi:

No dia 6 de Junho de 1944, o célebre Dia D, as tropas aliadas desembarcaram em força nas cinco praias da Normandia, baptizadas com nomes de código - UtahOmahaGold, Juno e Sword - depois de a coberto da noite terem sido largados de pára-quedas 20 000 homens por detrás das linhas alemãs e depois dos bombardeamentos feitos sobre as linhas inimigas que constituíam/defendiam o Muro do Atlântico. E assim se deu inicio à operação Overlord, mais conhecida por D-Day.
O desembarque nas duas primeiras praias ficou a cargo das tropas americanas, enquanto na Gold e na Sword desembarcaram tropas britânicas, sendo que nesta última temos de acrescentar tropas francesas, tendo a Juno ficado a cargo das tropas canadianas.
O desembarque e a progressão no terreno foi irregular e se houve praias onde se registaram poucos mortos e feridos, outras houve onde a carnificina foi grave, como no caso de Omaha Beach. Mas o Muro do Atlântico abriu brechas, e a progressão no terreno, por uma França ocupada pelos nazis, tornou-se imparável.
Os dados do desembarque são impressionantes. Impressionantes em termos de material de guerra desembarcado, em material de apoio às tropas, em alimentos desembarcados, impressionantes em termos do número de homens envolvidos, impressionante no número de militares que ficaram nesse dia banhados em sangue, feridos ou mortos, naquelas praias irremediavelmente manchadas de vermelho. Ainda hoje irremediavelmente manchadas de vermelho.
Os despojos e as más/boas recordações desse dia estão por todo o lado. Nas placas que relembram este ou aquele acontecimento. Nas fotografias dos monumentos, bombardeados e destruídos, plantadas à frente desses mesmos monumentos agora de novo em pé. Nas bandeiras, sobretudo americanas, mas também de outros países que acabaram por se envolver nesta guerra terrível, que esvoaçam ainda em terras de França. Nos agradecimentos públicos do povo francês aos Aliados. Os despojos e as más/boas recordações deste dia estão por todo o lado. Nas praias também. Bunkers alemães, restos de portos artificiais necessários enquanto os portos de RouenLe Havre e Cherbourg não eram libertados, obstáculos diversos, em ferro e betão, que também constituíam a defesa do Muro do Atlântico.
10 000 jovens dos exércitos aliados perderam a vida nos combates desse dia. Só nesse dia. Os cemitérios pontuam a costa, aqui e ali. Britânicos, americanos... alemães. Milhares de vidas ceifadas numa guerra que provocaria um total de 50 000 000 baixas, numa guerra com contornos aterradores, numa guerra com contornos demenciais e patológicos. Números que me continuam a deixar perplexa vindos de um mundo dito "civilizado".
E assim se explica a visão fantasmagórica de praias imensas, praticamente desertas, onde uma ou outra pessoa passeia junto à água, onde uma ou outra pessoa se senta na areia olhando em redor, fitando o mar, onde a maioria dos visitantes, muitos na praia de Omaha, rebaptizada de Omaha Sangrenta, não entra.
O silêncio é impressionante. Totalmente diferente do silêncio espampanante do deserto. É um silêncio pesado/leve, imensamente triste, o que envolve aquelas praias irremediavelmente manchadas de sangue até hoje.
E entrar por aquelas praias adentro não é uma experiência agradável, quando se tem consciência do que por lá se passou. Não é, definitivamente, uma experiência agradável.
No meu caso não foi.

Nota - As fotografias da praia de Omaha e do cemitério americano foram tirada de solo americano, oferta dos franceses em sinal de profundo reconhecimento pela ajuda prestada em tempos tão difíceis para a França, com Paris ocupada. Há dias assim... que se não existissem mudariam irremediavelmente o rumo dos acontecimentos e o nosso estilo de vida actual com eles. 
Obrigada, Rapazes! Foi há 75 anos... mas jamais esqueceremos o preço da Liberdade.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

"25 de Abril, Sempre!"







"25 de Abril, Sempre!!!!!!!

Hoje, passados 45 anos sobre o 25 de Abril de 1974, republico um trabalho colectivo realizado por alunos do 4.º ano de escolaridade, aquando das comemorações dos 25 anos da Revolução dos Cravos, no já "longínquo" ano de 1999. Uma data significativa que foi assinalada, a nível local, entre outras iniciativas, pelo lançamento de um concurso destinado aos alunos que frequentavam, à data, o 1.º Ciclo da escolaridade básica.
Pois este concurso foi ganho por um grupo de alunos que frequentava a escola de Cepelos, alguns dos quais viriam a ser, uns anos mais tarde, meus alunos de História na E.B. 2/3 de Amarante.
O Luís teve a gentileza de me enviar por e-mail este maravilhoso trabalho no já longínquo ano de 2008, escrito e ilustrado por este grupo de cinco crianças constituído por Joana Raquel Teixeira Moreira; Luís Paulo Teixeira Pereira; Dolores Magalhães Mota; Eduardo Daniel Macedo Pinheiro e Tiago José Fonseca Coelho.
Aqui o deixo para leitura e observação atenta. Passados todos estes anos, muitos dos problemas por eles focados ainda se mantêm, infelizmente, actuais.
Nota - Para ampliar é favor clicar sobre as imagens.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Yes, We Can!


Yes, We Can!

Sorry, "meninas", se não vos dedico florzinhas no vosso Dia Internacional da Mulher. Não é que não goste delas, que fique bem claro! Mas a verdade é que nem este é um post fofinho.
Relembro apenas que sem luta não vamos lá. Ontem, hoje, amanhã, depois de amanhã e ainda lá muito muito ao fundo no futuro.

Nota - A prendinha só podia ser do meu querido Amigo e Verdadeiro Companheiro de Muitas Lutas Luís Costa. Gratíssima, sim?
Parece que é a minha cara... eheheh... diz ele...

quinta-feira, 8 de março de 2018

Dia Internacional da Mulher


Dia Internacional da Mulher

Neste dia, um pouco de História. Sempre.
Desculpem se não partilho flores... é que a luta continua.




domingo, 10 de dezembro de 2017

Declaração Universal dos Direitos Humanos


Declaração Universal dos Direitos Humanos

Hoje recupero dois posts antigos sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos a que só retirei a repetição do video que uso sempre para assinalar esta importante data.

SÁBADO, 10 DE DEZEMBRO DE 2011


Declaração Universal dos Direitos Humanos

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Não é a primeira vez que posto este excepcional vídeo sobre os direitos humanos. E não será a última.
Para grande parte da humanidade tudo está ainda por cumprir.



Declaração Universal dos Direitos Humanos, ONU, 10 de Dezembro de 1948

SÁBADO, 10 DE DEZEMBRO DE 2016


Dia Internacional dos Direitos Humanos

Imagens surripiadas na net

Dia Internacional dos Direitos Humanos

Comemora-se hoje. Mas todos os dias deveriam ser de salvaguarda dos Direitos Humanos.
Volto sempre a este vídeo. Gostaria de ver estes princípios propagados pelo mundo como um vírus. Porque em dias de tanta incerteza mundial, em que se avistam tantas nuvens sombrias, urge... se urge!... voltar a estes princípios básicos que devem nortear a nossa passagem, sempre efémera, pela nossa casa comum - a Terra.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

1.º de Maio - Dia do Trabalhador

Dune du Pilat - Bassin d`Arcachon - França
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

1.º de Maio - Dia do Trabalhador

Sim, toda a gente sabe que hoje é o dia do trabalhador. Mas nem todos saberão a história desta data, emblemática para os que continuamente dão o corpo ao manifesto.
Por isso, hoje é dia de relembrar que para aqui chegarmos, a este dia de descanso e memória, outros antes de nós tiveram de encetar uma luta danada em que muitos, demasiados, perderam a vida.
Hoje relembro os Mártires de Chicago. Até porque os direitos dos trabalhadores têm sido atacados a torto e a direito, de novo, um pouco por todo o lado neste mundo dito civilizado e governado, frequentemente, por gente sem escrúpulos.
Convém não baixar a guarda... mesmo em descanso, convém manter a vigilância sobre a terra, sobre o mar e sobre o ar. Sob pena de nos podermos dar bem mal no futuro.
Nota 1 - Post recuperado do ano passado.

 
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