terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Dia Internacional dos Direitos Humanos

Imagens surripiadas na net

Dia Internacional dos Direitos Humanos

Comemora-se hoje... mas, na verdade, todos os dias deveriam ser de salvaguarda dos Direitos Humanos. Volto sempre a este vídeo. Gostaria de ver estes princípios propagados pelo mundo como um vírus. Porque em dias de tanta incerteza mundial, em que se avistam tantas nuvens sombrias, urge... se urge!... voltar a estes princípios básicos que devem nortear a nossa passagem, sempre efémera, pela nossa casa comum - a Terra.

Declaração Universal dos Direitos Humanos, ONU, 10 de Dezembro de 1948

Para grande parte da humanidade, tudo está ainda por cumprir.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

A Parque Escolar Foi Uma Festa

Recorte encontrado na net.
A Parque Escolar Foi Uma Festa

E que festa! Para alguns. Poucos.
Hoje relembro alguns episódios da "festa" de alguns. Poucos.




sábado, 7 de dezembro de 2019

E o Que Faz o Inexistente?


E o Que Faz o Inexistente?

Inexiste. Inexiste hoje e inexiste amanhã. Indignamente.

A palavra a dois não professores escandalizados com o que (não) se está a passar com a tutela.
Garanto-vos que vale a pena escutar cada palavra.

Clique aqui.

A Proletarização (Deliberada) dos Professores


A Proletarização (Deliberada) dos Professores

Foi uma opção deliberada e estratégica na óptica dos políticos da treta que nos afundam um país: quanto mais proletarizados, menos relevantes, menos reivindicativos, mais amedrontados, mais cansados, mais humilhados, e com voz viverão os professores.
Ai que fazem do meu país um sítio tão indigno para tantos!

Professores: O sofá alugado, a vida num quarto e o despejo à vista

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Mais Trapalhada da Tutela


Mais Trapalhada da Tutela 

Desregular, baralhar, confundir, prejudicar, eis o que a tutela sabe fazer de melhor.

"Vimos desta forma manifestar o nosso descontentamento perante o tratamento diferenciado e discriminatório de que são alvo inúmeros professores por parte do MEC. Referimo-nos aos docentes que  integraram e foram retirados da Caixa Geral de Aposentações e colocados na Segurança Social pelo facto de sendo vinculados estarem sujeitos à celebração de novos contratos, ainda que muitos destes contassem já com muitos anos de descontos para a CGA.
Eis algumas das muitas situações em que a dualidade critérios e de tratamento face aos colegas que permanecem na CGA é gritante:
- Em caso de doença temos obrigatoriamente que nos deslocar ao Centro de Saúde, “mendigar” um atestado, esperar horas para sermos atendidos ou então dirigirmo-nos de madrugada ao centro de Saúde, antes do início das consultas, nas chamadas urgências, atendendo a que apenas são válidos os atestados do médico de família ou atestados hospitalares, ao contrário dos colegas afetos à CGA em que qualquer atestado, desde que passado por um médico com contrato com a ADSE é reconhecido e aceite.
Não obstante, todo o processo de verificação de baixas médicas e comparência nos respetivos serviços é também ele substancialmente diferente. O chamado SVIT (sistema de verificação de incapacidades temporárias) da Segurança Social é mais burocrático, restritivo e penalizador do aquele que abrange os subscritores da CGA.
- No que concerne ao chamado subsídio por doença em caso de baixa médica, este é consideravelmente inferior, em igual circunstância, ao que auferem colegas que se encontram na CGA, senão vejamos: Os docentes inscritos neste sub sistema de saúde (CGA) quando de baixa médica (Atestado), perdem os 3 primeiros dias de vencimento e 10% do 4.º até ao 30.º dia. A partir daqui recebem o seu vencimento na íntegra, ou seja a 100%. Já os docentes que transitaram para a Segurança Social, para além de perderem igualmente os três primeiros dias de vencimento, ficam também penalizados em 45% do vencimento do 4.º até ao 30.º dia (o que corresponde a 55% do vencimento); em 40% do 31.º até ao 90.º dia (recebem 60% do vencimento); em 30% de 91 a 365 dias, (auferindo 70% do vencimento) e a uma penalização 25% do vencimento em baixas superiores a 365 dias.
- Para poder continuar a beneficiar dos serviços da ADSE os docentes abrangidos pela S.S. têm que descontar suplementarmente para este sub sistema de saúde. Em caso de baixa médica tem o professor que pagar ele próprio os 3,5% do seu salário, ao contrário dos seus colegas afetos à CGA que para além de não terem este encargo, todo e qualquer procedimento está a cargo do estabelecimento de ensino;
Face aos exemplos supramencionadas fica patente que estamos perante dois regimes com caraterísticas e benefícios substancialmente diferentes, o que configura uma clara violação do princípio da igualdade consagrado na Constituição da República Portuguesa. Ora, num estado de direito democrático este tratamento desigual não só fere a lei constitucional como é moralmente inaceitável, pelo que todos os professores em idêntica situação e desempenhando as mesmas funções, deveriam auferir dos mesmos direitos e estar abrangidos pelo mesmo regime.
Urge, assim, que esta situação seja denunciada e a justiça reposta com a reintegração destes docentes, tanto mais que alguns destes têm largos anos da sua carreira contributiva com descontos para a CGA. Apelamos, pois, aos que se encontram nesta igniosa situação que se juntem à colega Maria João e lutemos por esta causa, pugnando para que se ponha termo à manutenção de um situação injusta, revoltante e altamente lesiva dos legítimos direitos dos docentes em questão "
Contacto: 965382276
Maria João CGA

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Contra a Municipalização da Educação, Marchar, Marchar!


Contra a Municipalização da Educação, Marchar, Marchar!

Independentemente de cores políticas, sindicais, religiosas, desportivas... o que for... à chuva ou ao sol, ao frio ou suportando a canícula, aqui não há donos da luta, há simplesmente luta que deve ser somada e nunca subtraída.
Ou seja, a luta continua e faz-se ouvir a múltiplas vozes, sim, Mário Nogueira?

O S.TO.P e a Contra-Informação





O S.TO.P e a Contra-Informação

A contra-informação iniciou-se desde que o S.TO.P. se formou enquanto sindicato de professores, continuou brutal aquando da greve às avaliações finais do ano lectivo de 2017/2018 e continua agora que o S.TO.P. alterou os seus estatutos e passou a abranger todos os profissionais que trabalham nas escolas e que vão de assistentes operacionais a psicólogos, funcionárias das cantinas, professores, funcionários administrativos... o que for!
Asseguro-vos que é cansativo andar sempre a explicar as mesmas coisas. Sim, pela milésima vez, o sindicato S.TO.P. existe! Sim, o sindicato S.TO.P. abrange todos os profissionais que trabalham num mesmo estabelecimento escolar! Sim, o S.TO.P tem em curso uma greve diferente que visa o encerramento de escolas através de uma greve eficaz e inteligente que, sendo de professores e restantes trabalhadores, é materializada no menor número possível de trabalhadores que asseguram o encerramento de todo um estabelecimento de ensino. Sim, os pré-avisos de greve foram todos metidos dentro dos prazos legais e são públicos. Não, não compete ao S.TO.P. avisar as escolas uma a uma que está uma greve em curso. Sim, um trabalhador em greve não tem de fazer aviso prévio das suas intenções, está na lei. Sim, um funcionário em greve não pode ser substituído, está na lei. Não, as direcções das escolas ou o pessoal administrativo não podem dar informações erradas aos seus trabalhadores sobre as greves em curso e também não podem andar a inquirir quem pretende fazer greve. Não, igualmente não pode ser exercida qualquer forma de pressão dissuasora de um direito que custou muito a tantos, vidas humanas inclusive, a conseguir. Não, também não podem negar as greves que estão em curso e que são por demais conhecidas. Não, os municípios que aceitaram a tutela dos edifícios e funcionários, também não podem solicitar às escolas os nomes dos trabalhadores em greve... para ficarem cadastrados, sei lá!

Enfim, continuamos nisto! A violar a lei da greve todos os dias das nossas vidas para baralhar, amedrontar, pressionar, causando o máximo de confusão e medo.
Só para acabar, deixo, se me permitem a ousadia, dois conselhos:
Um - Informem-se! Um professor faz parte de uma elite intelectual de um país, certo?
Dois -  Quem tem medo que compre um cão. Feroz!

domingo, 1 de dezembro de 2019

A Saga dos Professores Contratados Explorados Até ao Tutano


A Saga dos Professores Contratados Explorados Até ao Tutano

São os mexilhões dos mexilhões entre os docentes, são os que menos recebem, estão deslocados da sua área de residência, são contratados para tapar furos aqui e ali, um mês em Faro, dois meses em Amarante, um mês em Mora, um mês em Caminha... nem sei como aguentam, por vezes trabalhando em mais do que uma escola para conseguirem completar horário... quando o conseguem!!!
Pois a última inacreditável é esta - a uns pagaram subsídios de Natal a 23 de Novembro, a outros não! Parece que só em Janeiro... porque esta gente é carne para canhão e nem tem filhos, nem compromissos assumidos, nem nada!
Fazem deste país, cada vez mais, um sítio maravilhoso para os estrangeiros reformados viverem e cada vez mais infernal para quem por aqui trabalha de sol a sol!
Porca Miséria! Que vergonha!!!

Agradeço a informação à Professora Ana Luísa Pinho. Sem ela, esta situação era bem capaz de me passar ao lado.

Reportagem CMTV - Amianto na Escola Básica de Amarante



Reportagem CMTV - Amianto na Escola Básica de Amarante

Nada há de mais importante do que a saúde dos nossos filhos, netos, familiares, amigos e do que a nossa própria saúde... sim, porque os nossos alunos e nós próprios pertencemos sempre à família de alguém e nunca somos de geração espontânea.
Então, saibamos juntar forças na exigência de uma escola livre de amianto.
O mote está lançado e a partir de agora ninguém mais pode dizer que não sabia.
E a responsabilidade desta obra, que exigimos que seja integral, é da tutela. Que eu saiba, a autarquia de Amarante não aceitou, e bem!, a passagem de responsabilidades, traiçoeira e rasteira, de que o governo central se quer libertar.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Um Resumo Muito Resumido do Estado do Estado e do Estado da Educação Hoje


Um Resumo Muito Resumido do Estado do Estado e do Estado da Educação Hoje

E pronto, é isto!

Estado gasta hoje menos 700 milhões de euros na Educação do que há 10 anos

S.TO.P. - O Sindicato de Todos os Profissionais de Educação


S.TO.P. - O Sindicato de Todos os Profissionais de Educação

S.TO.P. é o nome do sindicato que veio fazer a diferença num mundo sindical que apodreceu e que, consequentemente, precisa de mudança urgentíssima.

Este é o último vídeo desta série, que publiquei no meu canal do youtube, sobre as reportagens realizadas por todos os canais de televisão nacionais que se deslocaram à cidade de Amarante na passada segunda-feira, dia um de um encerramento total da Escola Básica de Amarante, que hoje se voltou a repetir... mas que hoje alastrou à ESA, Amadeo, Ilídio, Barracão, Sede, Marão.

As queixas são muitas nas escolas e, garanto-vos, não me esqueci de referir outras para além do amianto e da falta de assistentes operacionais, nomeadamente não me esqueci da nossa exigência de contagem integral do tempo de serviço e avisei mesmo que nunca desistiremos dele... mas essas minhas declarações não passaram... o que não quer dizer que não tenham sido proferidas.

Por último, quero deixar um agradecimento muito especial ao André Pestana e ao Sílvio Miguel pela entrega pessoal a uma causa que é de todos e que se pode englobar num enorme chapéu chamado Escola Pública.
A união faz a força e já o comprovamos por diversas vezes. De resto, a luta continua.

Dia de Três Greves e... Temos Mesmo Ministro da Educação?!


Dia de Três Greves e... Temos Mesmo Ministro da Educação?!

Juntaram-se hoje numa aliança perfeita e, por perfeita, apenas quero significar o fortíssimo cartão vermelho dado hoje ao governo no geral e, particularmente, ao primeiro-ministro, ao ministro das finanças e ao ministro da educação, por um sector que assegura o futuro de todo um país.
Evidentemente, quem conhece o sector por dentro sabe que quem encerra escolas são os funcionários dessas mesmas escolas e jamais serão os docentes a conseguir tão extraordinário feito... muito embora eu bem gostasse de o ver concretizado.
Mas adiante. A comunidade educativa tem hoje uma arma poderosíssima que anteriormente não possuía chamada S.TO.P.. De facto, este sindicato, ao fazer a sua última mudança estatutária, abrangendo todos os professores, assistentes operacionais, funcionárias das cantinas e dos serviços administrativos, psicólogos... o que for, veio dar-nos uma arma preciosa e certeira que fecha as escolas em três tempos... assim o desejem todos... mesmo os que não podem prescindir dos seus magros salários.
Isto para afirmar - Estamos juntos.

Nota - A imagem foi surripiada ao Luís Costa e define bem este nosso ministro a quem muitos chamam "O inexistente".

De Lisboa ao Porto, já são dezenas as escolas encerradas devido à greve

Pela primeira vez em quase 40 anos, greve encerra escola secundária de Benfica. "Tenham juízo. Vão sair e vão para as vossas casas", pediu o diretor

Adesão à greve do pessoal não docente "ultrapassou os 90%", diz sindicato

Greve de trabalhadores não docentes fecha 150 escolas no Centro. No Alentejo, escolas fechadas e "adesão em massa"

Trabalhadores não docentes nas escolas estão esta sexta-feira em greve

S.TO.P. - Amianto - A Luta Continua

S.TO.P. - Amianto - A Luta Continua

Uma palavra de agradecimento sincero a dois enormes lutadores e defensores da Escola Pública em Portugal que se têm deslocado a várias escolas do país, de Norte a Sul, passando também pelo Centro, desdobrando-se em acções de luta de grande impacto nacional, o que acontece sempre que uma escola encerra.
É claro que estou a falar do André Pestana e do Sílvio Miguel que, na segunda-feira, apoiaram incondicionalmente a greve na Escola Básica de Amarante, que é sede do Agrupamento de Escolas de Amarante.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Greve


Greve

Sim, muitas escolas nem abrirão portas amanha, num claro e inequívoco sinal vermelho ao governo deste país. A Educação, a Saúde e a Segurança tornaram-se carne para canhão nas mãos de políticos incompetentes que parecem apostados em tudo desmantelar, em tudo deixar cair... de podre se preciso for.
Somos alvos a abater, é certo, mas jamais nos renderemos.
Amanhã há greve de professores, de funcionários e será mesmo dia de greve pelo clima para os alunos!

Vão fechar largas centenas de escolas a nível nacional esta sexta-feira

Greve de pessoal não docente pode fechar várias escolas esta sexta-feira

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

A Paralisação na Escola Básica de Amarante no CM, na TVI e na RTP1


A Paralisação na Escola Básica de Amarante no CM, na TVI e na RTP1

Uma vez iniciada, a luta não pode parar até que as justas reivindicações dos trabalhadores sejam atendidas. Assim será!





Ao Cuidado dos Aldrabões Nojentos Deste País


Ao Cuidado dos Aldrabões Nojentos Deste País... 

... e que vão de políticos a jornalistas passando por opinadores muitos de meia tigela que, na mais completa impunidade, aldrabam a população portuguesa com mentiras inventadas das unhas dos pés.

"Em Portugal, o tempo para chegar ao topo da carreira é longo e a diferença entre a remuneração no topo de carreira e no início é muito significativa, quando comparado com outros países europeus"

     Estado da Educação 2018
Leia mais aqui

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Criada Plataforma para Denúncia das Escolas com Amianto


Criada Plataforma para Denúncia das Escolas com Amianto

É inacreditável como neste país se consome tanto tempo às voltas com o Jesus... ou com o Mourinho... e isto só para dar dois pequenos mas actuais exemplos... e não se investe tempo em exigências mais do que elementares, como seja a exigência da retirada de um produto comprovadamente cancerígeno de todos os edifícios escolares, mas não só... há hospitais que também estão cobertinhos com placas de fibrocimento contendo a substância proibida desde 2005.
É inacreditável como neste país os políticos vão empurrando os problemas com a barriga para a frente e não se passa nada... o senhor primeiro ministro prometeu erradicar o amianto até 2018? Pois prometeu... e depois?! O ministério da Educação não divulga a lista dos edifícios com amianto? Pois não divulga... e depois?!
É inacreditável tudo isto? Nem por isso.
Enquanto a população não for mais vigilante, actuante, exigente, crítica... com aquilo que realmente interessa... pois teremos a exacta qualidade de políticos que temos, nem mais, nem menos.

Hoje denunciei a existência de amianto na Escola Básica de Amarante nesta plataforma que tem ainda poucos dias de vida.
Se a sua escola também tem placas de fibrocimento... mas não só, aconselho o visionamento das fotografias!... denuncie! E vai ver que não dói nada... a denúncia.

"A associação ambientalista Zero e o Movimento Escolas sem Amianto lançaram uma plataforma para recolher denúncias e queixas sobre a presença de amianto nas escolas do país. Pretendem criar uma lista que ajude as comunidade educativas a reivindicar a remoção de amianto.  
“Há Amianto na Escola”. Movimento Escolas Sem Amianto e associação ambientalista ZERO têm repetido este alerta que se aplica a diferentes escolas. Agora, os dois movimentos juntaram-se para criar uma plataforma com este nome com o objetivo de recolher informações “em todo o território nacional” de escolas que tenham este material cancerígeno.  
Os ambientalistas apresentam duas vias para fazer chegar a informação: ou através do e-mail amiantonaescola@gmail.com ou preenchendo o formulário on-line. Depois, as denuncias serão acompanhadas e verificadas pelos responsáveis do MESA e da ZERO e constarão de uma listagem nacional.  
O coordenador do MESA, André Julião, explica que “não existe uma lista oficial pública e exata do número de escolas com amianto de norte a sul do país” por isso pretende-se disponibilizar “uma ferramenta acessível a todos e que permita conhecer o real estado do parque escolar no que se refere à presença de amianto”. E esta lista deve incluir “não só as escolas públicas, sob tutela do Ministério da Educação ou das câmaras municipais, mas também os colégios particulares e escolas privadas em geral que contêm amianto”.  
É por não se conhecer a verdadeira dimensão do problema que Íria Roriz Madeira, arquiteta e membro da ZERO, coloca a possibilidade desta ser “porventura bastante maior do que o que as entidades oficiais reportam”. Até porque o diagnóstico efetuado nas escolas é “baseado, sobretudo e quase exclusivamente, na presença de fibrocimento, existindo muitos outros materiais potencialmente contendo amianto que podem não ter sido removidos nas escolas já sujeitas a intervenção onde apenas foi identificado e retirado o fibrocimento”." (...)

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Reportagens - Greve na Escola Básica de Amarante

Greve - Escola Básica de Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Reportagens - Greve na Escola Básica de Amarante

Foi bonito de se ver... todos os órgãos de comunicação social, aqui por esta interioridade que não abdica de também ter voz.
Da SIC, à TVI, da RTP 1 ao Porto Canal, da Agência Lusa ao Correio da Manhã, os repórteres assentaram arraiais à porta da Escola Básica de Amarante que hoje não abriu portas num protesto que juntou toda a comunidade educativa.
Agradeço a todos os repórteres a simpatia e o conhecimento dos problemas reais que afectam a Escola Pública, Escola de que não abrimos mão e que defenderemos com unhas e dentes.
Não nos peçam para assistir em silêncio a uma degradação constante em múltiplos aspectos do local em que trabalhamos e damos, todos os dias, o melhor de nós, quantas vezes em condições que deixam muito a desejar. Pertencemos a uma elite intelectual integrante deste país. Os nossos alunos esperam de nós, no mínimo, a luta pela defesa dessa mesma Escola Pública. Saibamos dar-lhes este exemplo de cidadania responsável.

Greve contra o amianto fechou escola com 900 alunos em Amarante

Pais, alunos e funcionários fecham portas de escola em Amarante

SIC Notícias


SIC


SIC Notícias


TVI


A Luta Continua - Por Uma Escola/Amarante Melhor - Por Uma Escola Física do Século XXI

Greve - Escola Básica de Amarante - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

A Luta Continua - Por Uma Escola/Amarante Melhor - Por Uma Escola Física do Século XXI

A ladainha, conhecida e repetida pelos nossos governantes, em particular por quem se senta nos gabinetes que a Educação tutela, é tão velha que já tem barbas - Não podemos ter professores do século XX para miúdos do século XXI... como se o ministério tivesse agora descortinado a pólvora e descobrisse que todos os professores, sem excepção, estivessem obsoletos e completamente ultrapassados em termos pedagógicos, em termos daquilo que nos trouxe aqui, ou seja, aos melhores lugares conseguidos desde sempre nas comparações internacionais. Vai daí, temos estado a trabalhar bem... certo?

Pois senhor ministro e senhores secretários de estado, relembro-vos que sem ovos não se fazem omeletas indefinidamente e relembro que também não podemos ter recursos do século XX e instalações também do século XX, agora infinitamente degradadas, nunca intervencionadas!!! em cerca de 40 anos que a escola já cumpriu!!! para miúdos do século XXI... certo?
E mais, aqui trata-se mesmo de um problema de saúde pública não é de mais ou menos rodriguinhos.
Tirem-nos o amianto, já! Aliás, para ontem era o ideal.

Agência Lusa

"Na manhã de hoje, dezenas de professores concentraram-se junto à entrada principal das instalações, acompanhados por auxiliares de ação educativa, exibindo cartazes com mensagens alusivas à existência de amianto nas coberturas de vários pavilhões.  No gradeamento exterior do estabelecimento, construído há cerca de 40 anos, os grevistas colocaram uma tarja com a frase: "Stop - Tirem-nos o amianto".
André Pestana, coordenador do STOP, disse à Lusa que a greve na escola de Amarante enquadra-se nas ações de protesto, de âmbito nacional, que já provocou, nas últimas semanas, o encerramento dezenas de estabelecimentos em vários pontos do país.
"São cerca de 30 escolas que começaram a encerrar desde o início desta greve, que, no início, era essencialmente contra o amianto, mas depois, rapidamente, alastrou para outros problemas gravíssimos para quem trabalha e estuda na escola pública, como a falta de funcionários e professores", referiu, criticando ainda a "violência e impunidade que tem ocorrido nas escolas".  Sobre a questão do amianto na EB 2,3 de Amarante, onde estudam cerca de 900 alunos, do 5.º ao 9.º ano de escolaridade, o dirigente comentou à Lusa: "Há muito dinheiro neste país. Só que está muito mal distribuído. Há dois pesos e duas medidas. Para os ‘boys' partidários escolhidos por este Governo e pelos anteriores há sempre luxos, há sempre milhões. Os banqueiros são um exemplo paradigmático. Se isto fosse um banco, já tínhamos dinheiro para tirar o amianto, que é comprovadamente cancerígeno e que está a sujeitar milhares de pessoas".
O sindicalista recorda que o primeiro-ministro, António Costa, "prometeu erradicar o amianto dos edifícios públicos até final de 2018", mas no final de 2019 "nem 10% disso foi cumprido".    "Isso é gravíssimo", acentuou.
A insuficiência de funcionários nas escolas foi outra nota deixada por André Pestana, referindo que, no caso da EB 2,3 de Amarante, não é cumprido o rácio indicado pelo Governo, havendo 42 alunos por cada auxiliar, o dobro das recomendações da tutela.
Anabela Magalhães, docente naquela escola, confirmou à Lusa a insuficiência de assistentes operacionais, também cada vez mais envelhecidos, o que motivou a adesão à greve por parte daqueles profissionais.
Sobre a questão do amianto, lamentou que cerca de 900 alunos, além de professores e funcionários, tenham de conviver diariamente com "um problema de saúde pública".
"É justo que, passados 40 anos, nos retirem o amianto integralmente da escola", disse, explicando que as placas com amianto só foram retiradas num dos edifícios, mantendo-se nos restantes.
"Isto é típico do país, é o varrer da sujidade para debaixo do tapete. Os alunos têm aulas com as placas visíveis, algumas das quais fissuradas, com todos os problemas que daí advêm para a saúde pública", criticou a docente.
Anabela Magalhães disse também não ser aceitável a existência, lado a lado, de duas escolas com condições tão diferentes. A docente referia-se à escola secundária da cidade, contígua à EB2,3, que foi remodelada recentemente."

Nota - Texto integralmente copiado à Lusa.

E ainda uma notícia a anunciar esta greve, com um erro que deve ser corrigido de imediato - A greve aconteceu na Escola Básica de Amarante e não na Escola Secundária de Amarante

Greve nas escolas prolonga-se até ao fim do mês

domingo, 24 de novembro de 2019

Banda Musical de Amarante - Orgulho

Banda Musical de Amarante - Festas do Junho - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Banda Musical de Amarante

A Banda Musical de Amarante é uma referência incontornável a nível musical aqui no concelho de Amarante.
Os seus músicos, alguns meus alunos, outros que conheço desde sempre, são sempre uma presença de destaque, generosa que nem sei, nas sucessivas Festas Amarantinas... e em todas as outras festas também.
Parabéns pelo apoio agora recebido! Sem dúvida que é muito merecido e vocês fazem parte do nosso Orgulho Amarantino!

(...) Entre os cem mil e os 150 mil euros totais, para 2020-2021, encontram-se a Banda Musical de Amarante (Região Norte) (...)

Saíram os resultados definitivos do concurso da DGArtes na Música

Nota - Notícia trazida da casa facebookiana do Adriano Santos.

sábado, 23 de novembro de 2019

Outras Lutas - Crochet

Crochet - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias  Anabela Matias de Magalhães

Outras Lutas - Crochet

Estas são outras lutas nas quais ando envolvida. Não sei pegar na coisa pela rama, qualquer que ela seja. Sou dedicada, obstinada, resiliente, traço os objectivos e persigo-os até os alcançar. No que depender de mim, se digo que faço... faço!

Um dia destes fizemos o primeiro workshop de crochet aqui na rua e montamos arraiais no Duas de Letra para organizarmos um trabalho que será feito a múltiplas mãos.
Porque o caminho faz-se caminhando, é certo, mas, casos há, em que se faz crochetando...

Meninas e meninos aqui da rua e dos seus arredores, um dia destes teremos o nosso próximo workshop de crochet, sim?

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

A "Sala Sagrada" - Decorações de Natal

Sala de História - Agrupamento de Escolas de Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

A "Sala Sagrada" - Decorações de Natal

Não é sagrada, mas a Sala de História é um espaço deveras simpático dentro do Pavilhão 4 que está, convém não esquecer, integralmente coberto com placas de fibrocimento, contendo amianto.
Mas... adiante! Hoje foi dia de colocar as decorações de Natal, feitas de estrelas irregulares de rolinhos de papel higiénico que, pintadas no vermelhão das canalizações, deram magníficos enfeites não estáticos que animam agora a sala de aula onde passamos grande parte dos nossos dias.
A miudagem, que a conhece, gosta mesmo dela e sente-se bem neste espaço fresco, limpo e repousante... e hoje foi dia de escutar, com espanto, uma assistente operacional chamar-lhe "Sala Sagrada". Sagrada... sagrada... não é. Mas a expressão foi bonita de escutar e, como tal, fica aqui registada neste diário de bordo que é meu.
E sim, está na hora de montar a tenda natalícia por todo o lado...
 
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