sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Gozo Mesmo! Quando as Instituições Não se Fazem Respeitar...


Gozo Mesmo! Quando as Instituições Não se Fazem Respeitar...

... caem no ridículo mesmo! E dão azo a um gozo desatado... eheheh...

Com os meus agradecimentos ao João Carlos Baptista que partilhou o anúncio... hilariante e cuja paternidade é de Francisco Valente.

Agrupamento de Escolas de Amarante - Enlaçar Alunos

Recepção aos Alunos e Encarregados de Educação
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Agrupamento de Escolas de Amarante - Enlaçar Alunos

E enquanto os políticos se esforçam por dividir, as escolas e os professores que lá habitam esforçam-se por enlaçar e unir. Neste caso alunos, com especial cuidado aos que pela primeira vez entram no nosso recinto escolar nessa condição. Evidentemente, os mais velhitos, mais experientes e mais familiarizados com o nosso amplo espaço escolar dão uma ajuda preciosa na recepção aos nossos novos inquilinos.
Sejam todos bem-vindos!

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Agrupamento de Escolas de Amarante - Enlaçar Colegas

Convívio/Périplo - Agrupamento de Escolas de Amarante - 12-9- 2018
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Agrupamento de Escolas de Amarante - Enlaçar Colegas

E enquanto os políticos se esforçam por dividir, as escolas e os professores que lá habitam esforçam-se por enlaçar e unir. Neste caso colegas.
Ontem, foi dia de périplo pelos centros escolares que pertencem ao Agrupamento de Escolas de Amarante.
Tudo foi pensado ao pormenor pela equipa que organizou o convívio e pelo caminho visitamos a EB 1/JI do Barracão, o Centro Escolar Ilídio Sardoeira, o Centro Escolar do Marão e a ponte românica da Aboadela... porque a cultura e o conhecimento do legado patrimonial existente nunca ocupou lugar.
Foi servido um pequeno-almoço a meio da manhã e o almoço propriamennte dito ficou a cargo do excelente restaurante Senhora Dona, na Quinta da Pousadela, que foi responsável por um almoço 5 estrelinhas.
Os meus parabéns, públicos e sinceros, a todos/as os/as envolvidos/as na organização deste dia porque, bem o sei, isto não é fácil!

Nota - Voltarei a este dia... talvez amanhã.

Última Hora - Surgiu um Novo "Sindicato" de Professores Chamado PS

Os dois recortes foram retirados daqui.

Última Hora - Surgiu um Novo "Sindicato de Professores" Chamado PS

Haja paciência para tanto gozo com os professores portugueses. Relembro que estes políticos têm muitas palavras e muitas faces. Pois não é que aprovaram uma recomendação ao governo que recomenda a contagem integral do tempo de serviço... dos professores? Sim, são os mesmos que agora parece constituírem-se como um novo sindicato de professores.
Haja paciência!

PS diz que Governo foi “um pouco sindicato” dos professores no descongelamento das carreiras - 13 set 2018 08:37

Relatório da OCDE - Contraditório Com Dados Concretos - Um Exemplo

Recorte retirado daqui.
Recorte retirado daqui.

Relatório da OCDE - Contraditório Com Dados Concretos - Um Exemplo

Soubemos, anteontem, pela comunicação social e depois de saído o relatório da OCDE, que alguém nos anda a roubar todos os dias das nossas vidas, para além do que já sabíamos da não contagem integral do tempo de serviço. Soubemos até, pela comunicação social e depois de saído o relatório da OCDE, que ganhamos, em média, bem acima dos professores universitários - eu, por exemplo, professora do 3.º ciclo, a fazer fé na parangona, receberia 35% mais do que um professor universitário e se fosse do pré-escolar esta diferença ainda se acentuava mais porque atingiria os 50%!!!.
A RTP, televisão, relembro, que presta um "serviço público" ao povo português, serviço pelo qual o povo português paga e não é pouco, intitulou a sua peça com o sugestivo nome de " https://www.msn.com/pt-pt/meteorologia/noticias/ocde-professores-de-portugal-trabalham-poucas-horas-e-ganham-bem/vi-BBNb3Bz.
Maravilhosa parangona esta! Verdadeiro "serviço público", certo?

Errado.

Ora então, apresento um caso concreto para verem a dimensão do esbulho... ou praticamente tudo o que foi escrito e dito sobre a remuneração dos professores nos últimos dias é uma aldrabice pegada e faz parte de uma cartilha imparável que visa denegrir mais e mais a imagem dos professores e que cumpre uma agenda já não oculta para todos quantos se ficam pela espuma que se forma e se desfaz à velocidade da luz.

Susana Dias, professora do quadro de escolas, 24 anos de serviço, permanece no 1º escalão de uma carreira que contabiliza 10 escalões.
Agora convido os meus leitores a atentarem a tabela remuneratória para 1.º escalão, com respectivos descontos obrigatórios e rapidamente chegamos à fortuna de... 1 000 euros!

E agora, RTP?

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

A Palavra a Mário Nogueira Sobre o Relatório da OCDE


A Palavra a Mário Nogueira Sobre o Relatório da OCDE

Porque Mário Nogueira esteve bem e foi objectivo e claro.
Também quero saber e exijo saber quem anda a inventar dados para intoxicar a opinião pública contra os professores.
A aplicação desta cartilha de intoxicação começou, sei-a situar bem no tempo, com os governos do ps, ao tempo de José Sócrates. A lição foi bem aprendida.

S.TO.P - Caravana pela Educação - Amarante

Caravana pela Educação - Amarante
Fotografias de Anabela/Artur Matias de Magalhães

S.TO.P - Caravana pela Educação - Amarante

Já percorreram mais de 700 km, literalmente de autocaravana, defendendo a Escola Pública Portuguesa. Descolam-se ao interior mais recôndito, sem esquecer o litoral. Só não vão onde não é mesmo possível ir, tentando abranger o país de Norte a Sul, de Este a Oeste.
Ontem, foi um prazer poder recebê-los em Amarante. São três mosqueteiros que pelo país andam em defesa da Escola Pública de qualidade... que não existe sem professores altamente motivados, prestigiados e acarinhados pela tutela e pela população em geral.
A profissão docente tem de ser respeitada. Infelizmente, as campanhas orquestradas vão no sentido oposto... o que não augura nada de bom no presente e também não augura nada de bom para o nosso futuro colectivo.
Como muito bem escreveu alguém, hoje, na página do S.TO.P - "Se houver vontade política, há dinheiro para melhorar a vida das populações do interior, a Saúde e a Escola Pública de todos nós, através de uma melhor gestão dos dinheiros públicos." Olá se há, acrescento eu. Que pare a corrupção e o compadrio. Não é preciso mais nada para além de asseio também na vida política.

Hoje a caravana ainda estará por Guimarães, pelas 21:30, na Praça do Toural, depois de já ter passado pela secundária de Paços de Ferreira e por Braga.

Nunca se esqueçam, senhor@s professor@s - Juntos Somos + Fortes!

terça-feira, 11 de setembro de 2018

S.TO.P - Caravana pela Educação - Amarante



S.TO.P - Caravana pela Educação - Amarante

Atenção, professores de Amarante e arredores - Os sindicatos são o que os seus associados deixarem que seja, os sindicatos de professores são o que os professores deles fizerem... por omissão ou por colaboração.
Hoje, pelas 21:30, membros do S.TO.P, entre eles André Pestana, estarão no Largo de S. Pedro, em S. Gonçalo, Amarante, para discutirem formas de actuação, formas de luta, reivindicações, o que for que os professores presentes entenderem ser pertinente abordar.
Apareçam! Passem a palavra! A luta continua.
Assinem a ILC!

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

"Professores fora das negociações do Orçamento do Estado"


"Professores fora das negociações do Orçamento do Estado"

Um nojo à esquerda. Um lamaçal avermelhado. Um esterco de geringonça. Uma traição sindical unida em plataforma.

E agora?

Professores fora das negociações do Orçamento do Estado

A Palavra ao André Pestana, do S.TO.P

Montagem retirada já não sei de onde...

A Palavra ao André Pestana, do S.TO.P




Apenas duas correcções - Sindicato de Todos os Professores e política.

Sindicato Para Todos os Professores acusa Governo de "discriminação politica"

A Acção ao S.TO.P - Agenda - 10 de Setembro


A Acção ao S.TO.P - Agenda - 10 de Setembro

Então aqui fica a agenda para hoje.

"Amanhã, segunda-feira, 10 de Setembro,
o S.TO.P dinamizará 3 Encontros:
- às 11h na sede do Agrupamento de Escolas de OLIVEIRA do HOSPITAL;

- às 15h na Escola Secundária de SEIA;
- às 21h15, na Biblioteca Municipal da COVILHÃ.
Todos os colegas das escolas desses agrupamentos (onde ocorrerão as reuniões sindicais) têm, desde logo, direito à JUSTIFICAÇÃO de FALTA, independentemente de serem ou não sindicalizados ao S.TO.P..
Em que cada dia teremos um ou dois assuntos que denunciaremos aos Media, o 1º dos quais, a gravíssima questão de saúde pública do amianto nas escolas.
Iniciaremos, assim, uma “CARAVANA em defesa Escola Pública” que percorrerá praticamente todos os distritos de Portugal Continental até 20 de setembro."

domingo, 9 de setembro de 2018

A Acção ao S.TO.P - Atenção Professores de Amarante!


A Acção ao S.TO.P - Atenção Professores de Amarante!

Para quem acusa este sindicato recém-nascido, nas redes sociais por exemplo, de só existir na net... a verdade é que eu já estive presente num encontro nacional realizado em Coimbra, em Julho; ontem, em mais um encontro nacional, realizado no Porto; para a semana, atenção professores de Amarante! e arredores!, aqui mesmo, no Largo de S. Pedro, o pessoal do S.TO.P estará a recolher as vossas opiniões, sugestões para acções de luta, queixas, desabafos, o que for.
Porque juntos somos mais fortes.
Apareçam! O S.TO.P monta literalmente a autocaravana no Largo de S. Pedro, no dia 11 de Setembro, pelas 21:30.
E agora, a palavra ao S.TO.P!


"O Encontro Nacional de Professores no Porto tendo em conta o comportamento de “vale tudo” deste ME/governo para seguir as suas políticas deseducativas (roubar, chantagear, mentir, intimidar e desrespeitar direitos cívicos elementares como da greve e férias) e dos próximos meses absolutamente fulcrais que se avizinham para esse mesmo governo (e todos os partidos) com a votação do Orçamento de Estado, Eleições Europeias e Eleições Legislativas decidiu:
- Iniciar uma CAMPANHA em defesa da Escola Pública e da melhoria das condições de TODOS que lá trabalham (professores, funcionários, psicólogos, técnicos e alunos), onde tentaremos juntar forças com todos e demonstrar, inequivocamente, que o que nos move não é algo corporativo, mas sim em defesa de um bem comum fundamental para uma sociedade mais justa e democrática;
- No âmbito dessa campanha, iniciaremos uma “CARAVANA em defesa Escola Pública” que percorrerá praticamente todos os distritos de Portugal Continental já a partir de dia 10 de Setembro até 20 setembro (em que cada dia terá um ou dois assuntos que denunciaremos aos Media). Essa caravana será realizada numa Autocaravana que simboliza a constante instabilidade/mobilidade que milhares de professores sentem nas suas vidas;
- Durante as próximas semanas e também ao longo da “Caravana em defesa da Escola Pública” iremos contribuir para a Iniciativa Legislativa Cidadã (ILC) a conseguir mais 4 000 assinaturas para que possa ser votado no parlamento a contagem do tempo de serviço docente (942). De referir que o Poder, assustado com a ILC tenta, mais uma vez, inviabilizá-la de uma forma antidemocrática (http://www.comregras.com/o-que-se-passa-com-a-ilc/);
- Ajudaremos a organizar GRUPOS DE TRABALHO para ver a viabilidade de realizar por todo o país várias iniciativas em defesa da Escola Pública (ex: vigílias, protestos relâmpagos, etc).
- No dia internacional do professor a 5 de Outubro, juntaremos forças com as restantes organizações sindicais docentes para que essa MANIFESTAÇÃO nacional seja mais uma forte forma de pressão a poucas semanas da votação do Orçamento de Estado;
- Muitas outras ideias de luta sugeridas pelos colegas presentes durante o Encontro Nacional serão discutidas e enriquecidas (com novos contributos/propostas) durante as dezenas de reuniões sindicais e/ou Encontros Regionais que dinamizaremos, em praticamente todos os distritos do continente, durante as próximas semanas e que também avaliarão a disposição da classe para formas de luta como futuras greves. Todos os colegas das escolas desses agrupamentos (onde ocorrerão as reuniões sindicais) têm desde logo direito à justificação de falta independentemente de serem ou não sindicalizados ao S.TO.P.;
- Tudo isto mantendo os PROCESSOS JUDICIAIS contra o ME e alguns directores (já iniciada a fase de preparação durante o mês de agosto) face às ilegalidades cometidas durante a maior greve da Educação em Portugal (junho e julho de 2018).
As propostas menos consensuais apresentadas durante o Encontro, bem como as que surjam durante a Caravana, darão lugar a uma votação online através de uma sondagem.
Estaremos já amanhã, dia 10 de setembro, segunda-feira, às 11h na sede do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital, às 16h na Escola Secundária de Seia e, às 21h15, na Biblioteca Municipal da Covilhã.
Se a luta pela Escola Pública de qualidade e livre para TODOS não valesse a pena, o que valeria? Juntos somos MESMO + fortes!

Nota: Tendo o S.TO.P. apenas cerca de 7 meses de vida e ainda pouquíssimos recursos logísticos e financeiros, naturalmente não será possível visitar todas as escolas e distritos do país (e mesmo algumas escolas e distritos indicados no cartaz poderão sofrer alteração). Pelo mesmo motivo ainda não será possível ir a nenhuma das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. Quando tivermos mais sócios poderemos fazer essa merecida visita. Entretanto pedimos desculpa e compreensão a todos os colegas dessas regiões."

"A Geração Maldita?"

Caricaturas recolhidas na net.

"A Geração Maldita?"

A palavra a Paulo Guinote que colocou por escrito, e de forma brilhante, o meu pensamento.
Grata, Guinote!


A Geração Maldita?


É minha convicção, não apenas pelo que leio e ouço, mas mesmo por observação directa, que grande parte da classe política tem um ódio – ou desafeição, para os casos menos graves – particular pela classe docente, mesmo quando saíram dela ou em especial nesses casos. É uma espécie de “luta de classes”, num sentido estranho e algo esquizóide da parte daqueles que parecem querer encapsular-se num mundo muito próprio de “eleitos” (em vários sentidos). Essa desafeição ou ódio é partilhado por um conjunto alargado de gente com posições de relevo na comunicação social. Não vou fazer consultas digitais ao domicílio sobre as causas. Quando falamos directamente com algumas das pessoas percebemos a razão, não sendo raro que depois de despejarem a bílis nos digam que somos, claro, uma excepção à regra.
Isto aplica-se em especial aos que que acham ser professor@s velh@s e inadaptados ao que eles acham as novas tendências, seja da pedagogia “progressista” (caso de académicos, em especial na área das ciências da educação e da formação de professores), seja da “racionalidade financeira” ou da “nova gestão pública” (caso de economistas de 2ª e 2ª linha ou transformados em políticos ocasionais com aspirações a salvar a pátria, desde que paguemos aos bancos os buracos e as rendas às empresas privatizadas ou parcerias público-privadas).
Para essa gente – sim, começo a ceder a uma linguagem mais agressiva perante a nova investida em curso de gente medíocre com nome no mercado – @s professor@s, em especial @s que nasceram ali pela década de 60 e inícios de 70, que andam pelos 45-50 anos e ainda não desistiram de resistir, são para exterminar pelo esgotamento físico e psicológico ou pela humilhação pública. Querem-nos fora da carreira, para dar lugar aos “novos” que ficarão profundamente agradecidos pela “oportunidade”, pelo lugar no quadro, que se espera serem adequadamente desconhecedores do que se passou no sistema de ensino em outras décadas ou que, pura e simplesmente, se estão nas tintas para isso, desde que empurrem os “velhos” borda fora. E borda fora nas piores condições materiais, porque tudo deve ser feito de um modo acintoso.
Conheci gente assim no PS e PSD, os dois partidos que têm liderado a governação nos últimos 40 anos, a que se junta alguma desconfiança do PCP em relação a tudo o que se possa assimilar a “trabalho intelectual” e a concepções menos indiferenciadas do proletariado. O CDS gosta de professores, se forem assalariados no ensino privado, enquanto o Bloco oscila muito, porque há uma grande diferença entre a velha UDP e os urbanitos do PSR e demais plataformas criadas com a queda do Muro de Berlim.
Sim, é verdade, tenho uma tendência esquizóide (a mesma lá de cima) que me faz sentir que a classe docente não tem qualquer aliado natural nos partidos com assento parlamentar permanente (nem falo do PAN, para não ser demasiado sarcástico e dizer que nos defenderão apenas quandoformos assumidamente tratados como animais), o que devolvo com a minha natural animosidade por todas as nomenklaturas que trocam quaisquer princípios “fundadores” por conveniências circunstanciais (sejam de nomeações estratégicas em comissões centrais ou regionais, seja de distribuição de fundos locais e outras tenças com origem europeia).
Sim, acredito que a classe docente não pode ter qualquer esperança numa classe política que se define pela qualidade/mediocridade de quem promove ou dos métodos que usa para anular o poder judicial quando lhe chega aos calcanhares. E muito menos aqueles que, na classe docente, têm idade e ainda têm condições para se lembrar de onde vieram estes velhos jotistas e o que fizeram em verões passados.
O que eles pretendem é domesticar qualquer autonomia dos docentes com capacidade crítica, mesmo quando defendem o “pensamento crítico para o século XXI”. A menos que fiquem caladinhos e sossegadinhos. O “sucesso” e a “inclusão” são apenas para os humildes e amochadinhos. E não perturbem os acordos de bastidores ou pressionem os sindicatos para desalinharem do que estava combinado. E muito menos contestem as “hierarquias”.
Se o fizerem, serão castigados em público e, por acção ou omissão (dos sonsos e hipócritas que dizem que até concordam com as queixas dos professores, mas que “é difícil” satisfazê-las ou fazer qualquer coisa “atendendo às circunstâncias”) pressionados até não aguentarem mais e depois serem apontados como maus profissionais, absentistas ou falsos doentes. Infelizmente, cada vez mais, com a colaboração de kapos locais, inebriados pela insignificância do seu poder na cadeia hierárquica e pela sensação de impunidade.
O Senhor certamente me perdoará a prosa dura no seu dia, pois em nada contraria a sua palavra (Êxodo, 20:16).

Sem Acordo - A Importância da ILC


Sem Acordo - A Importância da ILC

Sim, estão abalados. Porque mataram uma greve histórica e esta foi a paga pelo fabuloso, inacreditável e nojento jeito, concretizado em final do ano lectivo anterior pelos sindicatos que integram a Plataforma Sindical, com uma greve muito fofinha, por eles decretada entre 18 de Junho e 13 de Julho, permitindo, assim, que os conselhos de turma se fossem realizando e assim fosse concluída a avaliação dos alunos... e os professores pudessem ir de férias... foram os argumentos esgrimidos. Pelo meio, Mário Nogueira ainda teve a distinta lata de insultar quem nas escolas não cumpria os timings da "sua" greve, da "sua" luta e cumpria uma luta que partiu e foi, genuinamente, das bases.
Pois bem, e agora? Comidos de cebolada, mais uma vez, o que propõem de luta a sério para remendar as asneiras já cometidas e que não deixam de me espantar em gente tão traquejada? Mais do mesmo? Alguma coisa mais radical?
Ou já se convenceram que com esta gente não vão lá das pernas e que o que nos resta mesmo é tentar solucionar o diferendo via Assembleia da República, via ILC?

Mário Nogueira afirma que a reunião de ontem foi uma comédia de mau gosto. E foi. Mas quem sai mal das fotografias não é só o governo. Porque também é quem se presta a estes tristes papéis.

Nota - Pode assinar a ILC na porcaria da Plataforma aqui. Se preferir, pode fazê-lo em papel. Deixo-vos o impresso aqui. Imprimam-no, recolham todas as assinaturas que puderem junto de professores, amigos e familiares inscritos nos cadernos eleitorais, depois enviem mail para o blogcomregras@gmail.com a solicitar a morada para envio das assinaturas.



sexta-feira, 7 de setembro de 2018

As "Negociações" Falharam? Assinem a ILC!


As "Negociações" Falharam? Assinem a ILC!

E por agora é só isto. Pode assinar a ILC na Plataforma (da caca) da Assembleia da República seguindo as explicações que foram partilhadas aqui.
Ou pode fazê-lo em papel que isto é à vontade do freguês.

Alunos/Professora - Professora/Alunos - Uma Relação Especial


Alunos/Professora - Professora/Alunos - Uma Relação Especial

Boa tarde professora! Conhece?

A pergunta chegou-me acompanhada de fotografia, ou não fosse eu a professora deles que dispara para tudo o que mexe e o que não mexe também.
Confesso, adoro que eles se lembrem de mim, especialmente nas férias, especialmente quando já voaram para longe do meu ninho.

Beijo enorme, querido Pedro! Aproveita tudo, sim?

Jóia de Luz, Tu Não Páras?

A Imparável Jóia de Luz 
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Jóia de Luz, Tu Não Páras?

Pois é, pois é... e a história repete-se...

Plataforma Sindical/ME - Novas das "Negociações"


Plataforma Sindical/ME - Novas das "Negociações"

Mais do mesmo. Inteire-se aqui.

Ó Mário Nogueira, assina a ILC! Não vês que as "negociações" não estão a resultar?
É que já estamos no fim do orçamento de 2018... sim, o tal que previa não sei o quê... não era?

Vovó, Tu Não Páras?

Vovó Morcega Aquietada... Mais ou Menos...
Fotografia de Artur Matias de Magalhães

Vovó, Tu Não Páras?

E a história repete-se.
- Vovó, tu não páras?
- Páro quando morrer, meu neto! Mas vai ser muito contrariada...

Novas da Iniciativa Legislativa de Cidadãos


Novas da Iniciativa Legislativa de Cidadãos

Invalidaram-nos 3555 assinaturas? Pois vamos de novo à luta! Na Plataforma da/de caca e também em papel, já que ambos os meios são válidos para reunirmos 4 mil assinaturas... não vá invalidarem-nos mais umas quantas!
Já comecei. De folhas na mão, vou recolhendo mais umas quantas assinaturas de pessoal que não chegou a assinar até a ILC dar entrada. O objectivo é fazer a recolha até fins de Setembro. Por uma razão muito simples - a aprovação do orçamento de estado para 2019.
Todos os que quiserem, podem ajudar! Aliás, toda a ajuda é bem-vinda. Porque não desistimos dos 9 anos, 4 meses e 2 dias de trabalho efectivamente prestado pelos professores portugueses.
Colaborem! Deixo-vos o impresso aqui. Imprimam-no, recolham todas as assinaturas que puderem junto de professores, amigos e familiares inscritos nos cadernos eleitorais, depois enviem mail para o blogcomregras@gmail.com a solicitar a morada para envio das assinaturas.
Vamos a isso?

E sim, professor Santana Castilho, quem acredita no Pai Natal? Eu não.

"Lembram-se da Iniciativa Legislativa de Cidadãos para a contagem de todo o tempo de serviço dos professores? Depois de reunir 20.839 assinaturas, foi admitida a debate como projecto-lei e recebeu o número PJL/944/XIII/3. Após a admissão, estranhamente, os proponentes foram notificados de que 3.555 assinaturas foram consideradas inválidas. Para corrigir a borrada pela qual são responsáveis, os serviços da AR, magnanimamente, concederam mais 90 dias, contados a partir de 8 de Agosto. Quando o prazo terminar a 9 de Novembro, o orçamento de Estado para 2019 estará decidido. Quem acredita no Pai Natal considera normal o estrangulamento da iniciativa na secretaria. Eu não! Parabéns aos parlamentares e aos partidos que foram poupados ao incómodo. Bela chapelada!"
In “Público” de 5.9.18

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Um Exemplo de Desvinculação no SPN - E Ganha o S.TO.P


Um Exemplo de Desvinculação no SPN - E Ganha o S.TO.P

Não, não é a minha, muito embora eu tenha exigido o divórcio depois de escutar, incrédula, o Mário Nogueira a chamar-me traidora, a mim que cumpri uma greve para além da greve "dele".
Claro que coloquei os motivos no papel do divórcio, e os motivos foram simples - a constatação da mais completa captura do SPN por partidos políticos, nomeadamente pelo PCP e a condução miserável que o SPN fez de toda a luta dos professores no final do ano lectivo anterior.

Hoje o Fernando Rodrigues enviou-me a sua carta de divórcio para eu publicar.
Aqui a deixo. Depois... S.TO.P, evidentemente!

Caros Companheiros do SPN, Eu, Fernando Rodrigues, professor do Quadro de Nomeação Definitiva, com lugar no Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas e em mobilidade interna na Escola Secundária Alexandre Herculano vem por este meio comunicar que se desvincula do SPN por considerar que o mesmo não representa os docentes na defesa dos seus direitos e ao longo destes anos tem sido um Sindicato sem força, sem presença, sem lideranças, sem ideias, sem relevância. Os seus directores conservam-se no poder de forma eterna, sem abertura a outras personalidades e a outros actores. O SPN é assim uma instituição em fechamento, vítima dos vícios das redes e dos clientelismos que também afectam os partidos clássicos. A minha saída ao fim destas três décadas é um sinal de que o SPN se fechou e enclausurou dentro de castas e de grupinhos que lutam somente pela sua promoção e pela manutenção de um poder que é só deles. Não existe trabalho de reflexão, de programação e de discussão aberta e plural sobre que futuro para a educação em Portugal. Por isso e muito mais. Bato com a porta! Abraço Fernando Rodrigues

S.TO.P - Encontro Nacional de Tod@s @s Professor@s - Porto


S.TO.P - Encontro Nacional de Tod@s @s Professor@s - Porto

Hoje dou a palavra ao S.TO.P, o sindicato que efectivamente bate o pé contra a degradação das condições de trabalho dos professores, contra os ataques vindos dos políticos de múltiplos quadrantes e contra a captura política notória nos sindicatos de professores mais "clássicos" e instalados.

Professores/Sindicalistas/ do S.TO.P, podem contar comigo!
Pessoal daqui de Amarante e arredores, como é? Contamos com vocês?

ENCONTRO NACIONAL DE TOD@S @S PROFESSOR@S 

"Colega, a Escola Pública (e as condições de quem lá trabalha) têm sido degradadas de uma forma significativa com as políticas (des)educativas dos últimos governos e ministérios da Educação. 

Em particular, nos últimos tempos, este governo tentou obliterar, chantagear, enganar, intimidar e desrespeitar direitos elementares. 
ESTAMOS FARTOS de desconsideração!

Convidamos TOD@S @S PROFESSOR@S a debater e decidir sobre o que fazer para contrariar os ataques que temos sofrido nos últimos anos e os que se avizinham (ex: Municipalização, revisão do ECD...).

APARECE e traz as tuas ideias e propostas (independentemente se és sindicalizado no S.TO.P., em outro sindicato, ou não sindicalizado).

JUNTOS temos de continuar + FORTES!"

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A Sala de História e o Projecto História em Movimento

Auto-Retrato em Catedral Gótica
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

A Sala de História e o Projecto História em Movimento

No ano lectivo de 2009/2010, ano em que fui colocada na E. B. 2/3 de Amarante, finalmente vinculada a uma escola quase aos 50 anos!, não tardei em escrever ao que vinha - História em Movimento, precisa-se! - disse eu. Aliás, precisa-se de movimento em todas as áreas do saber.

O Projecto História em Movimento tem página web própria e pode ser consultado aqui.
E sim, dentro dele cabe muita coisa, a remodelação da Sala de História também, que, um dia destes, estará concluída na sua totalidade.
Darei novas.

Ainda a Sala de História do 3.º Ciclo da E. B. 2/3 de Amarante - Agradecimentos

Sala de História da E. B. 2/3 de Amarante - O Depois e o Antes
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

A Importância da Sala de História da/na E. B. 2/3 de Amarante - A Importância da Mudança -  Agradecimentos

Tal como ontem referi, as instalações da E. B. 2/3 de Amarante têm já 40 anos de idade, mais coisa menos coisa. Obviamente, durante este período de tempo, já tão longo de quatro décadas, muita coisa mudou - mudou o mundo que nos rodeia e mudamos nós, gente que faz parte integrante da comunidade educativa que se renova a cada ano que passa.
Convenhamos que as salas de aula da E. B. 2/3 de Amarante precisam com urgência de uma intervenção que as refresque e lhes dê uma linguagem mais actual, mais apetitosa, mais acolhedora, mais dinâmica. E a tarefa não é difícil. E muito menos é preciso despejar milhões numa escola para a deitar abaixo e refazer quase do zero, veja-se o triste caso da intervenção da Parque Escolar na ESA ainda inacabada, orçamentada, à época, em 14 ou 15 milhões de euros.
De facto, em pleno século XXI, com alunos sentados dentro das salas de aula que já nasceram neste século, não lhes podemos continuar a servir a mesmíssima ementa, embrulhada da mesmíssima maneira... porque não há quem aguente. Nem eu, que fará eles!
Quanto à concretização deste projecto de intervenção na Sala de História, que ainda se encontra inacabado faltando novas mesas, cadeiras e computadores para os alunos, devo desde já agradecimentos a toda a direcção do Agrupamento de Escolas de Amarante pela confiança em mim depositada, pela confiança depositada no trabalho que me propus realizar.
Sem este OK, a Sala de História da E.B. 2/3 de Amarante estaria agora quase igual a quase todas as outras salas da escola.
Devo agradecer também a todos os meus alunos que fizeram o favor de se entusiasmar com estes desafios lançados dentro da sala de aulas e que participaram activamente na pintura desta sala que também é deles. Foram muitos os que ficaram para além dos seus horários ainda em tempo de aulas e em período de férias também. Sem o apoio e entusiasmo deles, esta sala, hoje, não estaria assim.
Agradeço ainda a todos os funcionários que ajudaram à concretização desta empreitada e que acabaram por se envolver nesta mudança tão radical.
Por último, agradeço à arquitecta Bárbara Abreu toda a amizade, o apoio e sugestões prestados gratuitamente. Sem a sua orientação, a Sala de História, hoje, não estaria tão mimosa.

E sim, é verdade, temos uma novíssima e airosa Sala de História na E. B. 2/3 de Amarante.
 
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