Expedição Braga-Luanda 2006
Eu viajei com estes estes meninos. De Dakla a Nouadibou. Depois reencontramo-nos em Nouackchott em dias de Verão felizes... felizes...
Repetirei?
A Bird-Girl impacienta-se.
Mostrar mensagens com a etiqueta Deserto e Evasão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Deserto e Evasão. Mostrar todas as mensagens
sábado, 25 de dezembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Crocodilos
Crocodilos
Sabia que ainda sobrevivem no Sahara?
Estes testemunhos vivos, de um clima mais favorável e ameno e de um território bem mais verde e húmido, resistem em pleno Sahara, confinados a um espaço exíguo, aqui na Mauritânia.
Hoje os meus caminhos vão ter ao Sul.
Sabia que ainda sobrevivem no Sahara?
Estes testemunhos vivos, de um clima mais favorável e ameno e de um território bem mais verde e húmido, resistem em pleno Sahara, confinados a um espaço exíguo, aqui na Mauritânia.
Hoje os meus caminhos vão ter ao Sul.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Evasão
Evasão
Oui, Sahel, j`ai besoin de te retrouver ici.
Ici, dans le désert. Désert toujours inconnu.
Oui, Sahel, j`ai besoin de te retrouver ici.
Ici, dans le désert. Désert toujours inconnu.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Épilogue

Épilogue - Sahara - Líbia
Fotografia de Artur Matias de Magalhães
Épilogue
"En parcourant la solitude des étendues séléniques, au rythme lent des caravanes, en arrachant au désert des heures sans gloire, distillées sur des pistes au tracé changeant, dans la froideur des nuits sahariennes, la tourmente des vents de sable et la touffeur des après-midi de marche, tout s' éclaircit. Les palabres interminables, tout en mains capturées, quand chacun s'enquiert de la santé de l' autre, de son état de fatigue, et du quotidien de la famille restée au campement, ne nous sont plus étrangers. Au fil des siècles, un groupe humain atypique s'est façonnée, qui n'a eu de cesse de s'adapter, et s'est isolé du progrés pour se fondre en une forme d'anarchie aristocratique - noblesse de l'âme.
Un monde va disparaître. Celui des grands nomades. Celui qui, aujourd'hui encore, même s'il se tourne vers La Mecque pour y trouver la grâce, prolonge le néolithique comme une survivance. Le Targui porte au fond de lui-même les stigmates qui ont présidé à l'édification des rapports primitifs de l'homme.
Quand la dernière medjebed aura fondue au soleil, balayée par un vent de sable, il ne restera de ces précieux tracés qu'un assemblage incohérent de noms, sonnant comme des rimes d' une poésie décousue.
L'homme savant marche trop vite.
Remerciements
(...)Un grand merci à Abdel Doumnaji, directeur de l`agence Africatours Libya, pour avoir fait le maximun pour me faire entrer en Libye, et pour avoir déplacé une équipe sur place, à la frontière. (...)"
Éric Milet, Sahara sur les traces de Frison Roche
Dedico este post ao Sahel, o meu amigo fiel que me acompanha os passos lá ao longe, em Sebha, em pleno Sul da Líbia, em pleno deserto, em pleno Grande Sahara.
Dedico-o ao sr Abdel Doumnaji, marroquino de Marrakech, La Rouge, que, tal como a Éric Milet, me franqueou as portas da Líbia e me convidou a entrar num país que é seu por adopção. A sua ajuda foi inestimável.
E dedico-o ao especial Mouftha, o inesquecível motorista que se confundia com o seu 4x4, e ao Abdol, o inesquecível pide-guide musical.
E sim, Sahel "L'homme savant marche trop vite".
sábado, 7 de novembro de 2009
Apenas Porque Estou a Precisar de Bater as Asas...
Apenas Porque Estou a Precisar de Bater as Asas...
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Líbia
Líbia
Hoje inicio a semana viajando pela Líbia.
O veículo que se desloca pelas paisagens mais belas, surpreendentes, espirituais e inexplicáveis que os meus olhos já viram não é o meu. Mas podia ser. O atascanço também não é o meu. Mas podia ser. E o percurso não é o meu. Mas podia ser.
Parafraseando a Lala "É deste chão que eu sou e dele gosto."
Salam Aleikum, Sahel!
Hoje inicio a semana viajando pela Líbia.
O veículo que se desloca pelas paisagens mais belas, surpreendentes, espirituais e inexplicáveis que os meus olhos já viram não é o meu. Mas podia ser. O atascanço também não é o meu. Mas podia ser. E o percurso não é o meu. Mas podia ser.
Parafraseando a Lala "É deste chão que eu sou e dele gosto."
Salam Aleikum, Sahel!
domingo, 9 de agosto de 2009
Fronteira Marrocos - Mauritânia
Fronteira Marrocos - Mauritânia
É somente a mais dura que conheço e parece terra de ninguém... e é? É?!
Já aqui falei desta fronteira, mas uma coisa é falar, outra bem diferente é ver. Hoje encontrei-a no Tubes. Vai daí partilho estas pistas duras, que eu amo, com os meus leitores. E aproveito para matar saudades destes percursos isolados, longínquos e quentes que se agarraram à minha pele e por aí permaneceram/permanecem sem remédio à vista... a não ser o regresso a estes percursos inóspitos num tempo não muito distante.
A fronteira é a de Marrocos - Mauritânia... mas melhor seria se fosse Sahara Ocidental - Mauritânia ou qualquer outra coisa no género...
É somente a mais dura que conheço e parece terra de ninguém... e é? É?!
Já aqui falei desta fronteira, mas uma coisa é falar, outra bem diferente é ver. Hoje encontrei-a no Tubes. Vai daí partilho estas pistas duras, que eu amo, com os meus leitores. E aproveito para matar saudades destes percursos isolados, longínquos e quentes que se agarraram à minha pele e por aí permaneceram/permanecem sem remédio à vista... a não ser o regresso a estes percursos inóspitos num tempo não muito distante.
A fronteira é a de Marrocos - Mauritânia... mas melhor seria se fosse Sahara Ocidental - Mauritânia ou qualquer outra coisa no género...
sábado, 11 de julho de 2009
Sahel Benkaoui
Sahel Benkaoui
Hoje partilho as fotografias deste meu amigo líbio, sempre tão presente na minha vida, apesar de tão afastado fisicamente.
Merci, mon ami de toujours. Merci pour la chaleur du desert, pour la chaleur des dunes du Sahara où je suis pleinement heureuse.
Je t`embrasse trés fort, Sahel.
Et passe le bonjour à tous.
Trouvez plus de photos comme celle-ci sur RAID INFOS
Hoje partilho as fotografias deste meu amigo líbio, sempre tão presente na minha vida, apesar de tão afastado fisicamente.
Merci, mon ami de toujours. Merci pour la chaleur du desert, pour la chaleur des dunes du Sahara où je suis pleinement heureuse.
Je t`embrasse trés fort, Sahel.
Et passe le bonjour à tous.
Trouvez plus de photos comme celle-ci sur RAID INFOS
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Home - Mauritânia
Home - Mauritânia
Só para matar saudades dos espaços amplos de silêncio e de liberdade, feitos de ondulações quentes e sensuais calcadas pelos meus pés nús.
Preciso de ir, que eu sou uma Bird-Girl...
Só para matar saudades dos espaços amplos de silêncio e de liberdade, feitos de ondulações quentes e sensuais calcadas pelos meus pés nús.
Preciso de ir, que eu sou uma Bird-Girl...
domingo, 14 de junho de 2009
Salam Aleikum Sahel
Vou Ali e Já venho
Vou Ali e Já Venho
Vou ali e já venho.
Vou à procura das gargalhadas do Sahel. E do ronronar doce/decidido destes motores.
Dunas aqui vou euuuu...
Vou ali e já venho.
Vou à procura das gargalhadas do Sahel. E do ronronar doce/decidido destes motores.
Dunas aqui vou euuuu...
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Namíbia
Namíbia
Hoje apresento um deserto que nunca tive o prazer de pisar e que, sem ter a dimensão avassaladora do Sahara, tem uma beleza rara e única que engloba paisagens de dunas gigantescas e árvores petrificadas.
Porque todos os desertos são diferentes e monotonia é palavra que não pode ser conjugada por estas paragens, partilho o link que nos transporta para paisagens calmas, reconfortantes, acolhedoras e belas, como só estes lugares sabem ter.
As notícias que nos chegam do mundo são de tal modo deprimentes e desanimadoras, com despedimentos de trabalhadores aos milhares e políticos nacionais e estrangeiros que continuam a comportar-se como se nada fosse, que realmente só nos resta reencontrar alguma da tranquilidade perdida nestas paragens, ainda que em visita virtual.
Deserto, aqui vou eu...
http://www.flickr.com/photos/87352324@N00/sets/72157600029503610/show/
Hoje apresento um deserto que nunca tive o prazer de pisar e que, sem ter a dimensão avassaladora do Sahara, tem uma beleza rara e única que engloba paisagens de dunas gigantescas e árvores petrificadas.
Porque todos os desertos são diferentes e monotonia é palavra que não pode ser conjugada por estas paragens, partilho o link que nos transporta para paisagens calmas, reconfortantes, acolhedoras e belas, como só estes lugares sabem ter.
As notícias que nos chegam do mundo são de tal modo deprimentes e desanimadoras, com despedimentos de trabalhadores aos milhares e políticos nacionais e estrangeiros que continuam a comportar-se como se nada fosse, que realmente só nos resta reencontrar alguma da tranquilidade perdida nestas paragens, ainda que em visita virtual.
Deserto, aqui vou eu...
http://www.flickr.com/photos/87352324@N00/sets/72157600029503610/show/
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Sahel

Sahel e os Outros - Grande Erg Oriental - Líbia
Fotografia de Artur Matias de Magalhães
Sahel
O Sahel foi uma das primeiras pessoas a quem fiz referência neste blogue e por uma razão muito simples. O Sahel é uma pessoa importante na minha vida e, apesar de estar tão distante, numa cidadezinha no meio do deserto líbio chamada Sebha, a verdade verdadinha é que está mais próximo de mim do que muitos que comigo se cruzam todos os dias.
Foi o meu guia pelo deserto da Líbia e foi um caso, daqueles que me acontecem com frequência, de "amor à primeira vista". Amor fraterno, nada de confusões.
Hoje aproveitei para matar saudades dele através do Messenger. E para saber novas do meu querido Abdol, o meu pide-guide, e do meu queridíssimo Moufta, o meu motorista, que conduzia o seu Toyota como ninguém e dos quais também já falei em "posts" anteriores. E fiquei feliz por saber que está tudo bem com estes personagens tão distantes e simultaneamente tão próximos.
E lá trocamos as perguntas do costume "Quando voltas cá?"
"E tu, Sahel, quando voltas à tua casa de S. Gonçalo?
Quando voltas ao meu umbigo?"
E lá voltaram as saudades das gargalhadas sexy do Sahel, da calmaria e da espiritualidade do Akakus, da musicalidade das enormescas dunas de Mursuq onde eu seria completamente feliz, agora, sem políticas de Educação, sem ministras, sem secretários de estado e outros apêndices que tais, que estão a influenciar negativamente o meu trabalho.
Resta-me agradecer ao Sahel por um momento de evasão, mesmo se virtual.
Regressarei.
ان شاء الله
Fotografia de Artur Matias de Magalhães
Sahel
O Sahel foi uma das primeiras pessoas a quem fiz referência neste blogue e por uma razão muito simples. O Sahel é uma pessoa importante na minha vida e, apesar de estar tão distante, numa cidadezinha no meio do deserto líbio chamada Sebha, a verdade verdadinha é que está mais próximo de mim do que muitos que comigo se cruzam todos os dias.
Foi o meu guia pelo deserto da Líbia e foi um caso, daqueles que me acontecem com frequência, de "amor à primeira vista". Amor fraterno, nada de confusões.
Hoje aproveitei para matar saudades dele através do Messenger. E para saber novas do meu querido Abdol, o meu pide-guide, e do meu queridíssimo Moufta, o meu motorista, que conduzia o seu Toyota como ninguém e dos quais também já falei em "posts" anteriores. E fiquei feliz por saber que está tudo bem com estes personagens tão distantes e simultaneamente tão próximos.
E lá trocamos as perguntas do costume "Quando voltas cá?"
"E tu, Sahel, quando voltas à tua casa de S. Gonçalo?
Quando voltas ao meu umbigo?"
E lá voltaram as saudades das gargalhadas sexy do Sahel, da calmaria e da espiritualidade do Akakus, da musicalidade das enormescas dunas de Mursuq onde eu seria completamente feliz, agora, sem políticas de Educação, sem ministras, sem secretários de estado e outros apêndices que tais, que estão a influenciar negativamente o meu trabalho.
Resta-me agradecer ao Sahel por um momento de evasão, mesmo se virtual.
Regressarei.
ان شاء الله
quinta-feira, 8 de março de 2007
Sahara

Home - Sahara - Líbia
Fotografia de Artur Matias de Magalhães
Sahara
O Sahel telefonou-me de Trípoli. Está lá em trabalho e queria saber se eu estou bem.
Fotografia de Artur Matias de Magalhães
Sahara
O Sahel telefonou-me de Trípoli. Está lá em trabalho e queria saber se eu estou bem.
Perguntou-me em português correcto "Como estás? Estás bem?"
É a terceira vez que me telefona desde que soube da morte da minha mãe, que ele conheceu aquando da sua estadia aqui. Insistiu comigo para eu ir para a Líbia. Que não preciso de agência de viagens local, que não preciso de guia, que não preciso de hotel, que tenho a casa dos pais dele que é como se fosse minha. Ri-me. Este líbio é o líbio mais educado, cuidadoso e atencioso que conheço. Costumo dizer-lhe que ele anda sempre com as parabólicas ligadas! Lá lhe disse para ele nos aguardar. Talvez para ano.
Deserto escaldante... aqui vou eu.
É a terceira vez que me telefona desde que soube da morte da minha mãe, que ele conheceu aquando da sua estadia aqui. Insistiu comigo para eu ir para a Líbia. Que não preciso de agência de viagens local, que não preciso de guia, que não preciso de hotel, que tenho a casa dos pais dele que é como se fosse minha. Ri-me. Este líbio é o líbio mais educado, cuidadoso e atencioso que conheço. Costumo dizer-lhe que ele anda sempre com as parabólicas ligadas! Lá lhe disse para ele nos aguardar. Talvez para ano.
Deserto escaldante... aqui vou eu.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
Diversidade e Deserto
Diversidade e Deserto
Os seres humanos são muito diferentes entre si. Felizmente não nascemos previamente formatados em matéria de religião, política, sentimentos, gostos, estéticas...daí a nossa beleza, a beleza de sermos únicos e irrepetíveis, de sermos diferentes.
Estava a pensar o quanto eu gosto do deserto. E a pensar como posso explicar este meu amor pelos espaços áridos em que a natureza está reduzida à sua essência: areia, vento, água, rocha, uma ou outra planta, um ou outro animal, o silêncio, o céu ora azul, ora tempestuoso e ameaçador, o céu da noite povoado de milhões de estrelas.
Monótono? Nunca!
Também ele é irrepetível e surpreendente, tal como cada um de nós.
Dentro dele sinto-me aconchegada, confortável, tranquila, em paz, feliz.
O supremo luxo da minha vida?
Um "quarto" com milhões de estrelas. Sim, sou muito exigente. E não me contento com quartos cinco estrelas, que por vezes experimento, e em que tenho sempre a sensação de desconforto, de não pertença. Cinco estrelas? Insuficiente, uma vez que posso ter milhões delas!
Os seres humanos são muito diferentes entre si. Felizmente não nascemos previamente formatados em matéria de religião, política, sentimentos, gostos, estéticas...daí a nossa beleza, a beleza de sermos únicos e irrepetíveis, de sermos diferentes.
Estava a pensar o quanto eu gosto do deserto. E a pensar como posso explicar este meu amor pelos espaços áridos em que a natureza está reduzida à sua essência: areia, vento, água, rocha, uma ou outra planta, um ou outro animal, o silêncio, o céu ora azul, ora tempestuoso e ameaçador, o céu da noite povoado de milhões de estrelas.
Monótono? Nunca!
Também ele é irrepetível e surpreendente, tal como cada um de nós.
Dentro dele sinto-me aconchegada, confortável, tranquila, em paz, feliz.
O supremo luxo da minha vida?
Um "quarto" com milhões de estrelas. Sim, sou muito exigente. E não me contento com quartos cinco estrelas, que por vezes experimento, e em que tenho sempre a sensação de desconforto, de não pertença. Cinco estrelas? Insuficiente, uma vez que posso ter milhões delas!
Subscrever:
Mensagens (Atom)


