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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Aventuras na Cozinha - Compota de Figo

Compota de Figo?! - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Aventuras na Cozinha - Compota de Figo

Bem posso ser uma Fadinha da Quelha, uma Fadinha do Campo, uma Fadinha dos Muros, uma Fadinha (Miss) dos PowerPoints, uma Fadinha dos Blogues... agora, Fadinha do Lar... jamé!
Aqui fica o comprovativo da coisa.
Compota de figo?! Isto?!
Estes torresmos?!!!

Nota - Se estiverem interessados em fazer esta receita, esta também é bem simples - sigam a receita da compota de figo que partilhei convosco um dia destes. Ponham ao lume e... esqueçam-se dela!
Et voilá! Maravilhosos torresmos de figos pingo de mel!!!!

domingo, 25 de setembro de 2016

Compota de Figo - Partilha

Compota de Figo - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães


Compota de Figo - Partilha



Os figos têm de ser pingo de mel, de preferência dos Pinheirinhos cá da minha rua. Amanham-se tal e qual vos disse em post anterior e deixam-se ferver, lentamente, com o açúcar, os paus de canela e uma pitada de água até ganharem ponto. Isto do ponto, digo-vos eu, é uma coisa volátil que varia conforme se quer uma compota que aguente mais ou menos tempo.
Esta compota, que agora partilho com vocês, está com um ponto médio, os figos estão suculentos, macios, inteiros, deliciosamente doces, de comer e chorar por mais.
São servidos?

Nota - Pois se até eu consigo fazer compota de figo então é porque esta compota é de caras de fazer! Acreditem!

sábado, 28 de novembro de 2015

Workshop de Cozinha

Workshop de Cozinha - Eb 2/3 de Amarante
Fotografia de Ana Osório

Workshop de Cozinha

Por mais que me mandem bocas... e sim, já começaram! asseguro-vos que frequentei um workshop de cozinha durante toda a manhã.
E, para que não restem dúvidas, aqui deixo um comprovativo que atesta a minha dedicação à causa da cozinha.

E conto-vos, buáaaaaaaaaaaa... as bocas começaram logo a meio da manhã quando tocou o telelé e me perguntou uma amiga, querendo companhia para o café "Por onde andas?"... eheheh... pois "estou num workshop de cozinha"... rsssssssssss... e do outro lado escuto espanto e medo... "Tuuuuuuuuuuuu???!!!!!! Mas isso é grave!"

Nota - Ó pessoal... vocês viram-me na cozinha, pois viram? A atacar a coisa... certo?

Workshop de Cozinha

Workshop de Cozinha - EB 2/3 de Amarante
Fotografias de Ana Osório e Anabela Matias de Magalhães

Workshop de Cozinha

O programa prometia, é certo, mas também é certo que quem me conhece sabe que a cozinha, os cozinhados e os aventais não são, nem de longe nem de perto!, a minha praia. Vai daí, até me ia esquecendo deste workshop orientado pelo nosso MasterChef Paulo Correia e, não fora a Zinha e a sua insistência, eu teria falhado esta segunda ou terceira sessão de culinária especial.
Do programa constavam delícias variadas - Codornizes ao Sabor, Prego de Atum, Bacalhau com Pimentos e, de sobremesa, Napoleão com Frutos Vermelhos.
A manhã correu prazenteira e a voar. O ambiente foi do melhor e consegui até divertir-me, a sério!, entre cebolas, pimentos, batatas, cogumelos, atum, codornizes, massa filo, tachos, panelas, espátulas, pinças, facas, aventais e afins.
Primeiro cozinhámos. Depois atacámos uma mesa farta e, entre amigos e amigas... entre as quais esta minha ex que continua com medo dos répteis... degustamos as maravilhosas iguarias.
Valeu, Paulo Correia! E o próximo workshop será então à volta do Senhor Chocolate!
Para mim, bem negro sff!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Raivas

Raivas no Forno e a Crescer - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Raivas

Nem de propósito ontem à noite deu-me para fazer raivas. As raivas são uma bolachas tão fáceis de fazer que até eu as faço e faço-as a olho, uma medida de açúcar que é mais ou menos um copo, um bocado de manteiga, misturam-se bem estes dois ingredientes até incorporar a manteiga no açúcar, juntam-se três ovos inteiros batendo-os um a um, junta-se farinha e vai-se misturando tudo até a massa estar espessa e ficar agarradinha à colher de pau. Pode juntar-se canela, eu junto sempre porque a amo e uso a torto e a direito. Unta-se o tabuleiro com manteiga, polvilha-se com farinha, dispõe-se a massa em colheradas espalhadas porque elas tendem a esparramar-se com o calor e forno com elas. Quando estiverem no ponto viram-se e já está, é só comer as raivas!
Faço estas raivas amiúde. Confesso até que gosto muito de comer raivas, para além de gostar de rapar a bacia para comer a massa crua e de ficar para ali a saborear a massa, lentamente, apreciando todos os matizes do sabor da dita cuja. Digamos que sou uma lambona de raivas.
Hoje as raivas revelaram-se uma preciosa ajuda durante a intervenção do nosso querido Vítor Gaspar. Enquanto ele falava vagarosamente eu fui comendo as minhas raivas ao mesmo ritmo. Assim, tive tempo de devorar as minhas raivas todas, ai meus deuses! e acabei-lhes com o stock recentemente renovado. Resultado - Estou que nem posso... mas verdadeiramente estou que nem posso mesmo com a intervenção do nosso ministro das Finanças e não sei se estou capaz de digerir todas as medidas de agravamento, de difícil digestão. É que, de ajustamento em ajustamento, de corte em corte, de pacote restritivo em pacote restritivo... sei que estamos a cada dia mais pobres, sei que estamos a ficar cada vez mais gregos...

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Rabanadas


Rabanadas - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães


Rabanadas

Não é usual falar aqui de receitas e outras coisas que tais relacionadas com cozinha, a não ser para postar as minhas aventuras/desventuras na dita. Por isso o post de hoje, intitulado "Rabanadas", é uma excepção completa e absoluta a vários níveis.
Confesso que as rabanadas saem-me tão bem que no fim ataco sempre uma ou duas. As minhas acho-as simplesmente deliciosas, antes não me soubessem tão bem!, e por isso partilho uma receita que se faz em três tempos.

Ingredientes

1 Cacete
Leite
Açúcar
Casca de limão
Ovos
Canela em pó
Vinho do Porto (facultativo
Óleo

Execução

Parte-se o cacete da Padaria Pardal... kakakakaka... ok, pode ser de outra padaria qualquer... em fatias grossas.
Coloca-se o leite a ferver com a casca de limão e o açúcar, em maior ou menor quantidade, consoante o gosto e a linha o permitir. Pode, ou não, juntar o Vinho do Porto.
Entretanto bata muito bem os ovos inteiros, comece por quatro, se precisar de mais acrescente posteriormente.
Logo que o leite levante fervura, vá colocando as fatias de cacete num prato fundo e regue-as como o leite a ferver. Deixe demolhar até ficarem bem encharcadas. Retire-as com uma espátula, com cuidado, passe-as por ovo e coloque na sertã a fritar.
Logo que estejam louras, retire-as, escorra-as e polvilhe-as com uma mistura de açúcar e canela em pó.
Coma imediatamente. Uma, duas...
E bom apetite!

domingo, 23 de dezembro de 2007

Bolinhos de Jerimu



Jerimu - S. Gonçalo - Amarante - Portugal
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Bolinhos de Jerimu

2 kg de abóbora-menina (jerimu);
60 g de farinha;
5 colheres de sopa de açucar;
raspa de casca de dois limões;
1 cálice de chá de fermento em pó

Coze-se a abóbora em água ligeiramente temperada com sal. Passa-se por um passador e espreme-se o polme obtido dentro de um pano, para retirar toda a água. Junta-se ao puré de abóbora a farinha com o fermento, as gemas, o açucar, a raspa das cascas dos limões e o vinho do Porto. Mexe-se bem. Por fim adicionam-se as claras batidas em castelo bem firme. Fritam-se colheradas desta massa em óleo bem quente.
Servem-se os fritos polvilhados com açucar e canela.

In C0zinha Tradicional Portuguesa, Maria de Lourdes Modesto

E aqui estão os já famosos bolinhos de jerimu. Depois de terem estado em risco de não verem, de todo, a luz do dia, a Joana tomou conta das operações e só me deu ordens: "Raspa a casca dos limões sem raspares a parte branca." "Isso é uma colher de chá? É que para mim é de café!" "Bate as claras em castelo." E lá prosseguiu a operação jerimus, numa actividade que ela diz ter tudo a ver com a actividade de farmacêutico de oficina, em que se tem de ser escrupuloso e rigoroso na pesagem e junção dos materiais. Pois a cozinha também é assim, embora haja lugar para a criatividade e se possa adaptar aqui e ali uma receita. Esta foi seguida à risca, e os jerimus ficaram óptimos que eu já os provei.

Podes pois, Céu Costa, seguir esta receita que já foi experimentada pela Joana e, se tiveres alguma dúvida, liga-me que eu esclarecer-te-ei, pois observei todo o processo e participei mesmo em parte dele.
Mas não te esqueças... confere pelas fotografias se as abóboras que tens são jerimus... não vá sair-te uma chila!!!

sábado, 22 de dezembro de 2007

Aventuras na Cozinha


Chila - S. Gonçalo - Amarante - Portugal
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Aventuras na Cozinha

É claro que um post de aventuras na cozinha tem de meter a minha filha Joana pelo meio, a pairar tipo fiscal de obras, a vistoriar-me e a controlar-me os passos. A grande surpresa é que desta vez não sou só eu a culpada desta história e também a Céu Costa está envolvida neste imbróglio.
Bom, mas tenho de começar pelo princípio e contar que a Joana me encomendou um jerimu já há alguns dias atrás. "Não te esqueças, mãe, arranja-me um jerimu que eu este ano vou experimentar fazer os bolinhos de jerimu para o Natal." "Tudo bem, minha filha, cá terás o teu jerimu."
Pois em conversa com a Céu Costa, um dia destes no café, comentei este pedido da Joana e diz-me a Céu, toda solícita "Não compres. Arranjaram-me três e eu trago-te um." E assim foi. Ontem lá me levou o dito do "jerimu" para o café-bar, que eu carreguei toda satisfeita para casa, feliz por fazer feliz a minha filhota, que olha para mim desconfiada de cada vez que eu lhe digo que a ajudo na cozinha. Foi o caso de ontem. Logo que me prontifiquei a ajudá-la com os docinhos, ela olhou para mim com cara de caso e disse-me "Até te tenho medo!" Mas é só para cozer o jerimu... pensei eu... não tem nada que saber. E afinal não deve estar assim tão longe da minha especialidade, que é fazer batatas cozidas.
Hoje foi então dia de atacar o "jerimu", que se revelou lindo, com uma casca cheia de manchinhas irregulares amarelas clarinhas num fundo verde escuro. Com a ajuda do meu sobrinho Rodrigo, toca de abrir o dito em duas metades e... surpresa... o jerimu não deveria ser cor-de-laranja? O jerimu, também chamado de abóbora-menina, não deveria ter o aspecto de uma abóbora? Pois o que tínhamos ali à nossa frente estava longe longe do aspecto da fotografia que acompanhava a receita dos docinhos de jerimu. E enquanto a Joana saía disparada a correr para a Internet já eu metia o nariz naquela coisa esbranquiçada e esfiapada e, lembrando-me do doce de chila da minha mãe, já eu sentenciava "Joana, isto não é um jerimu! Isto é uma chila!" E a confirmação veio pela Internet, uns segundinhos depois, com as gargalhadas da minha filha.
De facto, o jerimu da Céu Costa tinha-me saído uma boa chila!
Claro que meti pés ao caminho e fui a correr comprar uma verdadeira abóbora-menina que coze agora numa grande panela dando início ao verdadeiro processo da realização dos ditos docinhos.
Uf, Céu, que o teu jerimu saiu-me mesmo uma boa chila!
Será que os outros dois são igualmente abóboras mutantes?!

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Aventuras na Cozinha


Cozinha e Cozinhados - Sahara Ocidental
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Aventuras na Cozinha

Hoje volto à carga. Hoje volto à cozinha e aos cozinhados. Desta vez para dizer que adoro esta minha cozinha situada algures perto de Tarfaya, no Sahara Ocidental, que o Youssef se encarrega sempre de dizer que é Marrocos. (Para quando este problema, já com barbas, resolvido?)
Adoro o isolamento e a beleza do sítio, adoro "cozinhar" no deserto a ver o mar, adoro não estar confinada a paredes por mais transparentes que sejam...
E adoro fazer a minha especialidade que é deitar água na panela para "cozer" umas latas de comidas variadas, que no fim saem sempre bem e que saem sempre iguais a si próprias. E aqui não há lugar a surpresas desagradáveis! É só confirmar, no acto da compra, os respectivos prazos de validade!
O sítio por si só já constitui alimento, neste caso alimento para a alma, ou para o espírito ou lá o que é!, e deixa-nos satisfeitos e felizes no final de mais uma refeição partilhada entre amigos, que se sentam ou deitam no chão, e que, sem stresse, vão comentando isto ou aquilo, este ou aquele episódio da viagem, este ou aquele projecto de vida.
Dias felizes de Verão passados à volta de uma cozinha! Também os há, mesmo para mim!

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Aventuras na Cozinha


Cozinha - S. Gonçalo - Amarante - Portugal
Fotografia de Eugénio Queiroz

Aventuras na Cozinha

As minhas aventuras na cozinha começaram logo após o meu casamento. Devo informar desde já, e para que fique bem claro, que não sou uma completa nulidade na cozinha. Sei fazer umas batatas cozidas, que segundo a minha sogra são as melhores de todas as que ela já comeu, sei fazer um arroz, que faço em três tempos, sei fazer um assado... mas devo confessar que não gosto de cozinhar. Acho até que é por isso que muitas vezes me acontecem coisas estranhas e estapafúrdias que não acontecem a mais ninguém.
Depois de me casar resolvi, não raras vezes, surpreender o Artur com os meus dotes culinários aplicados à doçaria. E foi ver-me a atacar as receitas de bolos e doces para trás e para a frente.
Não sei explicar o que se passava mas os bolos ou não cresciam, ou ficavam crus, ou não descolavam das formas, ou...
Em desespero de causa resolvi comprar um bolo daqueles que se compram em pacote e que é só juntar água e pouco mais, convencida de que, finalmente, a receita seria infalível. Qual quê?! Parece que estou a ver o bolito dentro do forno a crescer, a crescer, lindo de morrer, parecia até que se estava a rir para mim... e ao sair do forno não é que o dito murchou, murchou até ficar uma película fina, agarrada à forma, que foi preciso arrancar de espátula?!
Desisti.
Passados todos estes anos, eu e a cozinha continuamos a ter um problema de incompatibilidade. E devo confessar que, por agora, estou resignada, completamente resignada e sem vontade de o solucionar!
E se a Joana está a fazer um bolo e eu entro na cozinha ela estica-me imediatamente o dedo e diz "Rua daqui para fora". É que eu posso provocar uma corrente de ar ou lançar um mau olhado e estragar até a doçaria de terceiros!
Nota - E este post esteve completamente engalinhado. Aconteceu-me mesmo uma coisa inédita que foi ter cortado as duas fotografias iniciais que o ilustravam e elas continuarem a aparecer impávidas e serenas no blogue. E depois de desligar tudo, mesmo o computador, voltei a abrir o blogue e nada de aparecer postagem! No mínimo esquisito! Deve ter sido mau olhado! Naturalmente meu!
E nota mesmo final... a minha filha apareceu aqui a cuscar o que eu estava a fazer e deu boas gargalhadas a relembrar as minhas aventuras na cozinha.
Assim sendo, para que é que ela precisa de uma mãe normal?

sábado, 28 de abril de 2007

Aventura na Cozinha II

Aventura na Cozinha II

Hoje fui surpreendida pela minha sogra. Pois não foi que me disse que eu faço as melhores batatas cozidas do mundo!!!?
Estou sem palavras.
A Joana ainda mandou a boca a explicar que o segredo devia estar na água da torneira que eu lhes junto!!! Tinha que me estragar este momento único de glória culinária!
De qualquer modo estou sem palavras.
Obrigada sogra minha!!

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Aventuras na Cozinha I


Peixinhos - Full Moon - Maldivas
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Aventuras na Cozinha I

Cá em casa, por norma, o peixe é cozinhado ao almoço. Para o jantar pode ficar um peixe estufado, já pronto, ou um peixe para cozer que é só meter em água a ferver... jamais fica peixe para fritar.

Um dia aconteceu algo de extraordinário e a minha fadinha do lar trocou-me as voltas às normas. Para o jantar deixou-me uns carapauzinhos maravilhosos que eu teria de fritar.
Apesar do excelente aspecto, devo confessar que olhei para eles de lado e desconfiada, e pressenti que a coisa não ia correr muito bem.
Aproximava-se a hora do jantar e toca a atacar os carapauzinhos e toca de os introduzir no óleo quente. Os carapauzinhos não levaram muito tempo a desintegrarem-se em mil bocados. Cada peixinho procriou ali mesmo à minha frente, dentro da sertã, em dezenas de carapauzinhos disformes!!!
Pensei o que teria feito de errado e, sem saber o quê, pensei "É o meu olhar... os peixinhos não aguentaram..."
A Joana veio ver o que se passava e saber a razão dos meus risos na cozinha. Tivemos ataques duplos de riso a olhar para os ditos.
Levava eu os peixinhos para a mesa quando chegou o Artur que ficou com um ar intrigado a olhar para a travessa. Tivemos ataques triplos de riso... acho que nunca nenhum de nós vira uns carapauzinhos com um aspecto tão nojento e esquisito, todos, todos esbodegados.
Discutimos o que teria acontecido.
"Vês que eu não posso fazer estas coisas?! Corre sempre alguma coisa mal!!"
"Por favor mãe, haverá coisa mais simples do que fritar uns carapaus?!"

No dia seguinte falei com a minha fadinha do lar...
"Lembrou-se de os passar em farinha?"
Tchiiiiiiii, pois esquecera-me completamente da farinha...

De facto, eu e a cozinha temos um problema de incompatibilidade que já se tornou crónico, mas que espero conseguir resolver um dia destes... para grande alegria da minha filha Joana.

É como eu te digo Joana, espera porque eu ainda vou ser uma mãe normal... só não sei é quando...
 
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