Wadi Mujib
Hoje volto lá porque preciso de me afastar da choldra.
Hoje volto à água pura, transparente, fresca, selvagem, indomada, violenta... do Mujib.
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Wadi Mujib
Wadi Mujib
Hoje apresento o Wadi Mujib.
O Mujib é um wadi, ou seja, um rio. Mas não é um rio qualquer. O Wadi Mujib é um rio muito especial, na Jordânia, que entra no Mar Morto a uns curiosos e invulgares 410 metros abaixo do nível do mar.
Muitos são os que de todo o mundo chegam somente para entrar nas suas gargantas estreitas e fundas, onde mal penetra a luz do Sol, e o percorrer de cima para baixo e o seu contrário.
Por vezes revela-se impossível, quando os caudais de água são demasiado violentos para que ele possa tolerar qualquer presença humana no seu leito de água fresca e cristalina e, nesses dias, violenta. Demasiado violenta.
Assim se me apresentou o Wadi Mujib. Impenetrável.
Resta-me observá-lo em acção e ao mesmo tempo observar a sua extraodinária beleza, selvagem e indomável, de longe...
Hoje apresento o Wadi Mujib.
O Mujib é um wadi, ou seja, um rio. Mas não é um rio qualquer. O Wadi Mujib é um rio muito especial, na Jordânia, que entra no Mar Morto a uns curiosos e invulgares 410 metros abaixo do nível do mar.
Muitos são os que de todo o mundo chegam somente para entrar nas suas gargantas estreitas e fundas, onde mal penetra a luz do Sol, e o percorrer de cima para baixo e o seu contrário.
Por vezes revela-se impossível, quando os caudais de água são demasiado violentos para que ele possa tolerar qualquer presença humana no seu leito de água fresca e cristalina e, nesses dias, violenta. Demasiado violenta.
Assim se me apresentou o Wadi Mujib. Impenetrável.
Resta-me observá-lo em acção e ao mesmo tempo observar a sua extraodinária beleza, selvagem e indomável, de longe...
terça-feira, 27 de março de 2007
Ainda Petra

Al-Deir - O Mosteiro - Petra - Jordânia
Fotografia de Artur Matias de Magalhães
Ainda Petra
Situemo-nos. Estamos na parte alta de Petra. E perante os nossos olhos O Mosteiro.
Acrescentei-o agora ao blogue porque me estava a fazer falta.
Aqui estamos no topo do mundo, o calor é infernal, mas nós sentimo-nos no paraíso!!
sexta-feira, 23 de março de 2007
quarta-feira, 21 de março de 2007
Túmulo da Seda ou Túmulo do Arco Íris


Túmulo da Seda - Petra - Jordânia
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães
Túmulo da Seda ou Túmulo do Arco Íris
Sem margem para dúvidas. De tudo o que vi em Petra, tudo excepcional, este é o meu túmulo preferido. Formas simples com incríveis nuances. Do cinza ao azul, do rosa ao ferrugem, do beige ao castanho... cores inacreditavelmente naturaise surreais.
Apetece tocar e afagar a pedra, encostar a cara à pedra macia e quente, apetece lamber as rochas para saborear isto e nos certificarmos que isto, isto é real!
Este podia ser o meu túmulo.
Al Khazned Farum ou o Tesouro do Faraó

Al Khazned Farum- Petra - Jordânia
Fotografia de Artur Matias de Magalhães
Al Khazned Farum ou O Tesouro do Faraó
Este é o monumento que ficou super popularizado por Indiana Jones num dos vários filmes da série com o mesmo nome. Indiana Jones chegava aqui montado no seu veloz cavalo. Eu cheguei aqui a pé, depois de percorrer demoradamente o Siq, ou seja, o desfiladeiro de vários quilómetros que dá acesso à cidade proibida, escondida, à cidade dos mortos. Pois é disso que se trata. Cheguei aqui absorvendo cada cambiante de cor, cada cambiante de forma, cada cambiante de textura, cada cambiante de luz e de sombra. As coisas excepcionais são para se saborear muito devagar.
Petra actual é uma falsa cidade. Quase tudo o que resta são túmulos. Uns monumentais pelas formas ou pelas dimensões, outros monumentais pelo minimalismo e pelas cores que são incríveis e inacreditáveis.
O Tesouro, provavelmente da época do rei Aretas I, de 84-85 a.C., é um dos monumentos melhor conservados de Petra. E um dos mais monumentais pelas formas e dimensões. Encontra-se mesmo à saída do Siq, num lugar protegido das intempéries e, durante muitos séculos, protegido dos estranhos. Era um segredo bem guardado dos beduínos locais.
A fachada mede quase 40 metros de altura e foi integralmente esculpido na parede do desfiladeiro. E as pessoas são pontos insignificantes perante tal monumentalidade.
Subimos até ao alto do desfiladeiro para vermos o Mosteiro, outro túmulo monumental de Petra. Subimos, montados em burros, centenas de degraus manhosos e rampas íngremes de causar arrepios. A subida é vertiginosa...e perigosa. Logo o meu burro tinha que se esbarrar contra uma parede! E eu também, que "estraguei" uma perna! Mas a subida continuou...com vertigens e calafrios. Pura adrenalina!
Et voilá!.. Al-Deir, o Mosteiro, vale cada degrau que se sobe. É o maior monumento de Petra e é também o melhor conservado. E o espanto continua. E continua. Até à exaustão.
O reino de Petra foi anexado no ano de 106 d. C. pelos romanos.
E lá se foram os Nabateus!
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