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domingo, 26 de novembro de 2017

Jardim Amarantino

Jardim Amarantino - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Jardim Amarantino

Envasado, é certo, mas não deixa de ser jardim.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Jardins Temáticos - O Jardim de Cactos



Jardim de Cactos - E. B. 2/3 de Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Jardins Temáticos - O Jardim de Cactos

Hoje publico o trabalho de preparação para a PAF prática dos meus queridos jardineiros... que já voaram para longe de mim... deixando saudades...

A prova prática consistia na realização de um jardim temático, neste caso de serra, numa recriação da envolvente das serranias que nos rodeiam, nomeadamente a Serra do Marão.
Havia, pois, que treinar e captar o espírito e a essência de um jardim temático e o treino para esta prova consistiu na realização, parcial, do jardim de cactos que ilustra este post, fotografado por mim mesma numa tarde de calor de esborrachar.
O material usado pelos meus jardineiros, para além dos próprios cactos, foi plástico preto cortado a partir de sacos do lixo para estender por baixo das pedras e da areia para nos libertarmos, definitivamente, das ervas daninhas, calhaus rolados que eu tinha arranjado para a escola aquando da minha última estadia por lá ainda antes de efectivar, brita negra, areia fina e clarinha e uns troncos podados, belíssimos, povoados de extravagantes líquenes, das duas ameixoeiras que já ocupavam o espaço de intervenção e que foram previamente domadas em aulas de reposição de uns certos meninos que deram uns tirinhos às aulas, no início do ano lectivo, assunto rapidamente ultrapassado e sanado.
Os jardins de cactos são jardins de fácil manutenção, que exigem pouco dispêndio de verbas e, não menos importante, pouco dispêndio de água para regas, muito utilizados em paragens do Sul, que eu amo, presentes nos famosos Jardins Majorelle, de Yves Saint Laurent, e no enormesco Jardim de Cactos de César Manrique, na exótica ilha vulcânica de Lanzarote.
Com tempo e paciência até se podem arranjar cactos sem que se gaste um tostão, pedindo uma colaboração graciosa e quem não arranja uns cactitos catitas para um espaço escolar, que é de todos e para usufruto de todos?
Pois os jardineiros, sob orientação da professora de Jardinagem, M. R., de mim própria e ainda com a colaboração do nosso Coordenador A., acabaram por iniciar um jardim que se foi revelando belíssimo à medida que crescia.
E lá permanece intacto, mas inacabado, belíssimo de qualquer modo, de uma beleza sóbria e espampanante, a alegrar-nos o pátio central do pavilhão 4, junto à Sala de História.
Obrigada, Jardineiros Meus!

domingo, 21 de março de 2010

Figueira Velha, Laranjeiras e Laranjas, Douro e Marrocos


Figueira Velha, Laranjeiras e Laranjas - Douro
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Figueira Velha, Laranjeiras e Laranjas, Douro e Marrocos

Confesso que gosto particularmente de árvores de fruto. Gosto delas aquando da floração e gosto delas especialmente quando resolvem brindar-nos com frutos coloridos e saborosos, como é o caso das laranjeiras e respectivas laranjas que, fatiadas e polvilhadas com canela e enfeitadas com um raminho de hortelã, constituem uma sobremesa digna do mais simples ou do mais sofisticado banquete.
Pois hoje fotografei-as. Fotografei-as e saboreei-as, pois então. Na Figueira Velha, com o Douro aos meus pés e com Marrocos como pano de fundo.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Jardins Majorelle - Yves Saint Laurent

Jardins Majorelle - Yves Saint Laurent

Os belíssimos!
Os Senhores Jardins que eu amo e que eu queria para mim! Pelo contraste de cores em jogos arriscados e sempre felizes! Pela música permanentemente feita pela passarada que parece louca em tal lugar!
Jardins Majorelle. Os de visita obrigatória. Ontem, hoje, amanhã. Em Marrakech. Os Jardins que receberam as cinzas de Yves Saint Laurent que agora aí fazem afluir filas intermináveis de turistas. Os Jardins Majorelle nunca foram tão visitados como agora, depois da morte do seu dono, que o diga eu que os visito religiosamente há dezanove anos, e vi os seus bambús crescerem, sem nunca os ver assim tão movimentados!
Yves Saint Laurent, natural da Argélia, fez questão de ficar sepultado em Marrocos, nesta cidade que ele tanto amou, nestes jardins que eram seus, mesmo ao lado da sua casa ocre de Marrakech.
O seu memorial, simples, fará deste lugar, certamente, um lugar de peregrinação para muitos. Para mim já o era antes de o ser.
Que descanse em paz, nesta quietude, neste paraíso, entre os chilreios dos milhares de pássaros que o acompanham por certo, agora, e sempre.


Marrakech Tv : Jardin Majorelle
Enviado por MARRAKECHTV

sexta-feira, 13 de março de 2009

Jardins Secretos de Amarante




Jardins Secretos de Amarante - S. Gonçalo
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Jardins Secretos de Amarante

Confesso que andava com imensa vontade de fazer este post, intitulado de Jardins Secretos de Amarante, e confesso que, de tempos a tempos, o dito insinuava-se na minha cabeça e por aí permanecia até entrar de novo em hibernação, para voltar a despertar mais tarde, recomeçando um novo ciclo. Sofrendo de falta de tempo disponível, agravada de uma forma que nunca pensei ser possível, ainda não tinha tido oportunidade de fotografar estes jardins secretos, bem no coração da urbe, bem no coração de Amarante, e que são, para a maioria das pessoas, absolutamente desconhecidos. Até hoje. Hoje decidi-me, fiz a estreia, e fotografei o Jardim Secreto da tia A M M. - Bolas... que estas iniciais perseguem-me!
Bem no centro da cidade, este jardim é um oásis de tranquilidade que a sua dona afaga constantemente com as suas mãos. Vai daí é vê-lo a despontar, nesta Primavera precoce que se abateu sobre nós, assim de repente, tirando-nos toda e qualquer vontade de trabalhar. Aproveitei esta falta de vontade e tirei a tarde para mim. Nada de correcções de portefólios, nada de correcção de testes, nada de remodelações das apresentações em PowerPoint, nada de mexer no portefólio, nada de reuniões com CPCJ, psicólogos, assistentes sociais, nada de actas, nada de relatórios. Que se lixe! O trabalho pode esperar.
Penetrei no jardim como quem penetra num lugar mágico, acompanhada pela jardineira que me foi guiando pelo espaço, identificando-me as espécies, chamando-me a atenção para este ou aquele pormenor de jardim que não é feito de canteiros e canteirecos estanques que aprisionam a Natureza. Aqui a Natureza é simplesmente moldada, continuando pujante de força e de cor. Aqui a Natureza respira.
Aproveitei e evadi-me, e contemplei o verde que atapeta o chão, as camélias tão variadas, as orquídeas de uma beleza inigualável.
Aproveitei e absorvi o sol, radioso, e olhei o céu, tão azul - É verdade, voltou a ser azul ! - farta de ESA e de políticas ministeriais desastrosas que me tiram cada vez mais a vontade de ir para a escola.
Tiram-me a vontade a mim, a mim que adoro trabalhar!

domingo, 6 de maio de 2007

Jardins





Home - Barca - Serra da Aboboreira - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Jardins

Dia miserável. Dia da Mãe sem mãe só podia mesmo ser miserável.
Hoje não houve muros para ninguém. Trabalhei toda a manhã no meu Jardim da Barca, mais concretamente nos meus caminhos a precisar de ser limpos de silvas e ervas daninhas. Arranquei-as durante horas e deixei correr as lágrimas livremente. Passei toda a manhã e parte da tarde nisto... e até me esqueci que também era o meu dia. Depois, já com os olhos bem lavados, sequei-os, e apreciei finalmente o dia. Sol a rodos, o meu jardim natural e agreste todo florido, os muros uma beleza... afinal só me resta sorrir.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Jardim Majorelle


Jardim Majorelle - Marrakech - Marrocos
Fotografias de Artur Matias de Magalhães

Jardim Majorelle


Continuando nos jardins, aqui está um jardim que eu amo e que visito regularmente desde o Verão de 1990.
O Jardim Majorelle é um oásis de paz e frescura, no coração de uma cidade caótica, frenética, quente e seca como é Marrakech.
Concebido pelo pintor francês Jacques Majorelle, que aí mandou construir o seu atelier, visível numa das fotografias que ilustra este "post", é uma obra dos anos vinte, de estilo Art Déco, com influências árabes à mistura, muito visíveis nos corredores e tanques de água existentes em todo o jardim.
Jacques Majorelle, como muitos artistas do seu tempo, radicou-se em Marrocos a partir dos anos vinte, mais concretamente a partir de 1919, e aí construiu a sua obra. É o criador deste azul cobalto, que adoptou o seu nome e se chama azul Majorelle, e que é um dos azuis mais inebriantes que conheço.
Jardim luxuriante, aparentemente caótico, convida ao repouso e à reflexão... a natureza respira para fora de si mesma e alcança-nos, permanentemente, tranquilizando-nos através do murmúrio da água nos canais, do canto dos milhares de pássaros que aí encontram refúgio da canícula de Marrakech, do toque da vegetação que se agiganta sobre nós quando nos passeámos dentro dele.
Tenho pena que este jardim não seja meu... mas reconheço que está em boas mãos, propriedade do casal Pierre Bergé e Yves Saint Laurent que o comprou, restaurou e partilhou connosco, abrindo-o ao público.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Cores Verdadeiramente Espampanantes



Jardim Majorelle - Marrakech - Marrocos
Fotografias de Artur Matias de Magalhães

Cores Verdadeiramente Espampanantes!!

Pois, estas fotografias foram tiradas no Jardim Majorelle, em plena Marrakech (que eu adoro), em plena Primavera marroquina (que eu também adoro).

Visitei o blogue do Helder Barros e deparei-me com a associação da Primavera ao género feminino. Mas é óbvio, Helder, que a estação do ano por excelência só podia ser do género feminino.

A Primavera, com a sua pujança, o seu esplendor, a sua exuberância, a sua renovação, a sua extravagância, a sua fertilidade, só podia ser uma fêmea!!

E a fêmea é particularmente feliz no Jardim Majorelle!!

Jardim Casa de Mateus




Jardim - Casa de Mateus - Vila Real - Portugal
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Jardim Casa de Mateus

Acabadinha de chegar de um safari fotográfico à Casa de Mateus, e encantada com os jardins desta residência particular, parcialmente aberta ao público, não resisto a postá-los no meu blogue. A manhã esteve cinzenta e chuvosa o que ajudou a captar um jardim limpo, brilhante, lustroso, como se querem todos os jardins.
Este tipo de planta de jardim à francesa não é, nem de longe nem de perto, o meu tipo de planta de jardim preferida. Estes são jardins de planta complexa, com curvas e contracurvas excessivas para o meu gosto pessoal, que não apelam à descontracção e em que não há espaço para o acaso, para a liberdade, que são prisioneiros em/de si próprios.
Mas hoje gostei particularmente do brilho das folhagens, das gotículas da chuva nas flores, dos rosas e dos lilases contrastando com os verdes brilhantes.
Gostei de o ver, de caminhar pelas suas veredas e de saber, acima de tudo, que este jardim não é meu!
 
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