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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Dois Milhões


Dois Milhões

E pronto. Este blogue ultrapassou a meta dos dois milhões de visitas desde maio de 2010. Não sendo muito se comparado com outros blogues nacionais, para mim já é mais do que algum dia pensei ter.
Agradeço a todos e a cada um dos meus leitores por continuarem aí, desse lado! E desse lado estão, por esta ordem, portugueses, americanos, franceses, brasileiros, russos, alemães, suíços, chineses, ucranianos, ingleses... e eu sei lá mais que nacionalidades que neste mundo global tudo é possível!
E isto é bonito! É a Internet que une... tal como uma ponte... margens diferenciadas, margens opostas, fomentando aproximações improváveis.
Continuemos, pois!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Ai Cum Catano Que Este Blogue Faz Hoje Dez Anos!


Ai Cum Catano Que Este Blogue Faz Hoje Dez Anos!

E quase me escapava! Uma década! Como foi possível?!

Assim sendo não posso deixar de vos agradecer a companhia inestimável que me têm feito durante todos estes anos em que este blogue nunca ficou à mingua de leitores. Estou-vos grata do coração! Sem vocês desse lado, mesmo que silenciosos o mais das vezes!, isto não teria piada nenhuma.
E... continuemos! Enquanto continuar for uma opção...

sábado, 3 de dezembro de 2016

Bravio

Imagem surripiada ao Bravio

Bravio

Hoje é, para mim, um dia triste.
Porque o Bravio está com fim anunciado e porque o Bravio não é um Bravio qualquer sendo que é distinto de todos os outros blogues escritos por professores, pelo menos dos que eu conheço e, amiúde, frequento.
A escrita do Luís Costa é livre, limpa, assertiva, provocadora, inconformada, lutadora, implicada, inteligente, sagaz, coerente, profunda, opinativa, inquietante. A escrita do Luís Costa é, assim, uma verdadeira extensão do seu tratador que assim permanece contra ventos e marés.
Se há ainda blogosfera docente, o Luís Costa vai deixar nela um buracão.
E assim vamos ficando infinitamente mais pobres porque menos diversos e menos plurais. E também menos combativos.... ainda menos combativos...

Obrigada pela tua caminhada única e ímpar, Luís Costa! Agradeço-ta sentidamente.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

A Palavra ao Paulo Guinote


A Palavra ao Paulo Guinote

A quem agradeço a referência na sua postagem de hoje. Ainda mais quando sou a única menina citada da blogosfera docente.





Cacofonia


Silenciosa. Ou, mesmo quando ainda produz ruído, de eficácia nula. Em 2008, 2009 e mesmo um pouco depois, a multiplicidade de vozes que na blogosfera contrastava com o quase vazio na comunicação social de escrita de opinião não alinhada politico-partidariamente sobre Educação. Mesmo que os resultados tenham sido escassos, existia a sensação de que algo era possível, que poderia ser alterada alguma coisa, mesmo que em pequena escala. E em alguns momentos, houve mesmo quem pensasse que as massas poderiam ter alguma força. Agora temos uma situação que não é inversa ou simétrica, mas em que a blogosfera que escreve sobre Educação parece ter perdido a pouca capacidade ou mesmo esperança em que algo mude, se exceptuarmos a capacidade do Arlindo para prestar um serviço público de informação sobre os concursos que mais ninguém consegue em tão pouco tempo ou o entusiasmo do Alexandre em discutir temas e desenvolver redes de debate. Na imprensa, são agora mais os que escrevem, em especial no Público, mas acredito que em muitos casos, um pouco mais para desenhar o seu quadrado do que acreditando no poder da mudança pela palavra ou argumento. A anestesia tomou conta do recinto. Até podem escrever muito e com conteúdo, mas raramente com real efeito para lá dos seus muros. Sim, o Paulo (Prudêncio) continua a pensar sobre as coisas com calma como ninguém há mais de 10 anos, a Anabela (Magalhães) mantém a intensidade de sempre, o António(Duarte) lá se convenceu a criar o seu espaço próprio de opinião, pecando aqui por defeito as referências que não são inventário. Mas, mesmo que possam não o assumir, acho que todos partilham, nem que seja em pequena proporção, aquela minha sensação de que as coisas estão controladas no seu remanso com ondas regulares a fingir movimento e polémicas que valem apenas se envolverem os grandes actores em presença na divisão das parcelas do orçamento. E por grandes, por favor, não confundamos com mais numerosos, tipo alunos ou professores.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Inquérito - Concurso de Professores – A Nossa Opinião Também Conta! - Ecos na Imprensa



Inquérito - Concurso de Professores – A Nossa Opinião Também Conta! - Ecos na Imprensa



As notícias publicadas hoje na imprensa escrita nacional, no âmbito da Educação, dão-nos conta essencialmente dos resultados divulgados ontem sobre o inquérito promovido em parceria pelo Alexandre Henriques, do blog ComRegras e pelo Arlindo Ferreira, do Blog DeAr Lindo e que teve como destinatários os docentes portugueses, que responderam a algumas questões pertinentes sobre o concurso de professores e deixaram claros alguns princípios que não devem ser ignorados nem pela tutela, nem pelos sindicatos, quando se iniciarem as conversações sobre concurso docente, já num futuro próximo.

De facto, as grandes conclusões que se retiram deste inquérito realizado entre 11 e 23 de Setembro e que foi respondido por 5 135 professores, sob o lema "A nossa opinião também conta", foram muito claras e não oferecem margem para hesitações ou dúvidas:

- Os professores portugueses, independentemente da sua graduação e situação profissionais, querem ser seleccionados com os mesmos critérios definidos e iguais para todos a nível nacional, querem que o concurso seja organizado e centralizado pelo Ministério da Educação, que seja anual, excepção feita aos professores de QZP que preferem um concurso realizado de dois em dois anos, não admitem que a avaliação de desempenho docente interfira na graduação profissional de cada um, pretendem o fim da norma-travão, rejeitam as reconduções dos professores contratados, querem poder mudar as suas preferências em momentos específicos do concurso nacional e, por último, divergem quanto às preferências existentes no concurso.

E são estas as conclusões que foram incorporadas nas várias notícias de hoje e que vos darei conta.

E destaco, no Público, o artigo de Clara Viana que escolhe para título do seu artigo os "Professores não querem que avaliação conte para efeitos de selecção" e relaciona este facto com as afirmações feitas ontem mesmo por David Justino, presidente do Conselho Nacional de Educação que afirmou que a fórmula - classificação final de curso acrescida do tempo de serviço - não é por si só garante de "qualidade" dos professores colocados. E relembra que, "com a ex- ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues, os professores que obtinham Excelente ou Muito Bom na sua avaliação de desempenho tinham um bónus de dois e um valor, respectivamente, mas a partir de 2012 esta prerrogativa deixou de se aplicar aos docentes do quadro, conforme reivindicado pelos sindicatos."

Ora esta reivindicação e conquista dos sindicatos corresponde a um sentir e a um desejo dos professores portugueses que agora está bem patente nos 78,9% dos professores dos quadros que se pronunciaram neste sentido e nos 68,2% dos professores contratados que também não quer que a sua avaliação conte para efeitos de graduação profissional. É caso para dizer que gato escaldado da água fria tem medo e nós, professores, já assistimos a tudo durante os anos em que a ADD esteve em vigor e à solta nas escolas deste país, ainda para mais com as carreiras congeladas, facto igualmente focado por Clara Viana que contextualiza o que está em vigor, hoje, e que é uma avaliação com aulas assistidas "apenas obrigatória para os docentes do 2º e 4º escalões numa carreira que tem 10 patamares", sendo que o último, digo eu, faz parte de uma realidade puramente virtual e foi engendrado para calar protestos, assim tipo rebuçadinho acenado a crianças e que vai fugindo e fugindo, nunca sendo, por isso, alcançado, o rebuçado!, pelos profissionais no sector.
Clara Viana destaca ainda "que os professores devem ser seleccionados com base em critérios definidos a nível nacional e com base em concursos geridos pelo Ministério da Educação, como sucede actualmente." E dá a palavra a Arlindo Ferreira e a Alexandre Henriques que elegem este dado como o "mais relevante do inquérito".
Alexandre Henriques conclui ainda que temos "um corpo docente desconfiado e muito cansado de anos de injustas ultrapassagens" e que "está na hora de colocar o concurso de professores como um mero procedimento e não um momento de convulsão educativo, utilizado muitas vezes como um barómetro político. Ouça-se os professores, respeite-se as suas opiniões e dêem-lhes a estabilidade de que precisam."
Por último, Clara Viana faz referência ao desejo dos professores de verem colocado um ponto final na norma-travão "que visou responder a um ultimato da Comissão Europeia com vista a impedir a utilização abusiva de contratos a prazo, estipula a entrada nos quadros dos docentes que tenham pelo menos cinco contratos sucessivos, anuais, completos no mesmo grupo de recrutamento" e que é geradora de injustiças e distorções graves entre professores com mais ou menos tempo de serviço por abrirem a possibilidade de professores com menos tempo de serviço passarem à frente de outros com muito mais tempo e isto apenas devido aos factores, completamente arbitrários, da sorte ou do azar.

No Expresso, Marcos Borga opta pelo destaque "Maioria dos professores não quer que sejam as escolas a escolhê-los". E, de facto, os professores portugueses não querem ser escolhidos pelas escolas. Porque ainda não estão esquecidos das listagens de requisitos mais ou menos estapafúrdios exigidos pelas escolas portuguesas na Bolsa de Contratação de Escolas, somente extinta este ano, e ainda não estão esquecidos da confusão que foi andar de escola em escola em entrevistas mais ou menos decentes, mais ou menos loucas, ao sabor das vontades de terceiros, nesta escola diferente do que era pedido na escola vizinha e assim sucessivamente somando  instabilidade, desgaste e stress onde eles não precisavam de ser somados.
Marcos Borga destaca ainda a vontade que os professores manifestaram em que "a sua avaliação de desempenho não tenha reflexos na sua graduação profissional" e destaca o facto dos professores portugueses não concordarem com a recondução dos professores contratados sem que tenham de se submeter a novo concurso. Por último, aborda igualmente as afirmações de David Justino, já focadas anteriormente.

A Agência Lusa destaca igualmente que 95% dos professores quer concurso gerido pelo ministério da Educação - Inquérito
E dá a palavra sobre este particular assunto, os resultados deste inquérito, a Arlindo Ferreira e que vocês podem ler na sua totalidade clicando sobre o link.

Ecos ainda no País ao Minuto, no Observador, e no blogue Atenta Inquietude do José Morgado.

"Uma primeira nota remete para o facto cerca de 95% dos docentes que responderam ao inquérito defendem que os concursos devem ser nacionais, com critérios e gestão da responsabilidade do ME.
É um resultado que me parece curioso. Desculpar-me-ão mas creio que tal como ME desde há décadas os professores não confiam nas escolas. Provavelmente por situações que todos conhecemos, sim, eu também conheço, ultrapassagens incompreensíveis, enviesamento de critérios, favorecimento, etc., etc. em recrutamento sediados na escola minaram definitivamente a confiança da maioria dos professores nas direcções escolares.
Percebe-se mas é um mau sintoma. Este entendimento não colide com ideia de que a nível nacional se torna mais “simples” estabelecer critérios e ordenar listas. Fica-me uma questão, será o recrutamento de docentes uma linha vermelha da autonomia das escola?"

Finalmente, no DN, Pedro Sousa Tavares, sobre prescrição de fármacos a crianças e adolescentes portugueses, assunto a acompanhar com toda a atenção até pelas consequências na vida escolar dos nossos alunos, escreve que os Especialistas confirmam pressão para medicar alunos

Nota -  Este post foi inicialmente publicado no ComRegras.

Resultados | Concurso de Professores – A Nossa Opinião Também Conta!



Resultados | Concurso de Professores – A Nossa Opinião Também Conta!



Aviso - O post que se segue foi inteiramente surripiado ao Alexandre Henriques, do blog ComRegras.


Os blogues ComRegras e DeAr Lindo uniram esforços no sentido de conhecer a opinião dos professores portugueses sobre um tema que brevemente estará em negociação - o concurso de professores. Os resultados deste inquérito permitem dar voz a milhares de professores e é nossa esperança que seja tido em consideração no momento devido. Brevemente será lançado outro inquérito dirigido a algumas questões mais específicas do concurso de professores.

Ficha Técnica

Universo – Professores do Ensino Público e Privado.
Amostra – Aleatória e representativa do universo. A amostra contém 5135 inquéritos preenchidos.
Técnica – O inquérito foi realizado através da plataforma de formulários Google, tendo o trabalho de recolha ocorrido entre os dias 11 e 23 de setembro de 2016.

Responsabilidade do estudo: Professores Alexandre Henriques e Arlindo Ferreira

Conclusões:

- os professores devem ser selecionados com critérios a nível nacional;
- o concurso de professores deve ser gerido apenas pelo Ministério de Educação;
- os professores querem o fim da norma-travão;
- os professores rejeitam as reconduções dos professores contratados;
- os professores consideram que a avaliação de desempenho não deve influenciar a graduação profissional;
- os professores querem um concurso onde possam mudar as suas preferências em momentos específicos;
- os professores divergem quanto às preferências existentes no concurso;
- os professores preferem concursos com cadência anual, exceção feita aos professores de quadro de zona de pedagógica que preferem um concurso de 2 em 2 anos.













quarta-feira, 21 de setembro de 2016

1,488,871

NÚMERO TOTAL DE VISUALIZAÇÕES DE PÁGINA DESDE MAIO DE 2010

Sparkline 1,488,871

1,488,871

Professora desde 1985, bloguer desde Fevereiro de 2007, infelizmente com as contagens de entrada neste meu blogue somente registadas desde Maio de 2010 o que quer dizer que os anos de chumbo daquela ministra que eu não nomeio neste blogue escafederam-se por completo! E que anos! E que entradas!
Mas enfim, muito trabalho depois, muita escrita depois sem qualquer cabresto que não seja o meu, estou a chegar ao milhão e meio de entradas neste meu homónimo Anabela Magalhães.

Escondida, eu? Parafraseando o outro... jamé!
Continuemos, pois, a tarefa.
Até já! Com o post que me apetecer. Perigoso, portanto.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Professoras!!! Onde andais?


Professoras!!! Onde andais?

O post que a seguir transcrevo foi escrito pelo Alexandre Henriques, do blogue ComRegras, blogue onde sou colaboradora desde Janeiro. O problema da quase inexistência de blogosfera docente feminina não foi levantado por mim originalmente já que, confesso, só pensei nele depois de ler o artigo saído no DN, em Setembro de 2014, que partilhei no post Os Gurus da Blogosfera Docente e a Nota de Rodapé. De facto, para mim continua a ser um enigma que, em profissão maioritariamente feminina, a blogosfera docente seja quase totalmente masculina.

Como explicar tamanho fenómeno?

PROFESSORAS!!! Onde andais?



Na sequência do artigo Blogosfera Do(c)ente, do “Quintal” do Paulo Guinote, a nossa colega Anabela Magalhães proferiu um lamento que me deixou a pensar e do qual mostro um excerto.
Lamento por me ver só, eu, professora, na blogosfera docente, sendo que a profissão que exerço é campo predominantemente feminino. E esta constatação é, igualmente, um sintoma da doença espalhada em nós.
GirlPower_2012Não deixa de ser estranho, que numa profissão constituída maioritariamente por mulheres, estas sejam residuais na blogosfera. E apesar de não ter feito nenhum estudo em particular, na altura em que enviava emails para as escolas, notei que as chefias têm muitos homens, comparativamente com o universo existente.
Aliás, se olharmos para outras altas esferas, podemos constatar que, a FENPROF, a FNE, a ANDAEP, o CNE, o CE, o IAVE, a DGESTE e mais uns quantos, são todos presididos por homens. A própria tutela foi(é) ministrada principalmente por homens.
Eu e muitos dos que estão a ler este artigo andam diariamente nas escolas. E como eu devem sentir que a escola não vive um ambiente sexista. Homens e mulheres coabitam em igualdade de direitos, mas por um mistério qualquer, é notório que, mais uma vez tendo em conta o universo existente, vê-se muitos homens em chefias intermédias e superiores.
No mundo digital é igual, se repararem bem, os principais grupos para professores no Facebook são administrados por homens, e nos blogues a Anabela é uma loba solitária…
Algo está a inibir as nossas mulheres, as nossas mulheres professoras. Se a afirmação feminina ainda depende de vergonhosas quotas em diferentes áreas da sociedade, se ainda muitas mulheres precisam de comemorar o dia da mulher para se sentirem livres, também é verdade que existe uma inibição (in)consciente que vem de lugares obscuros e que para mim e para a Anabela são um autêntico mistério.
Está na altura das senhoras deste mundo educativo e de outros mundos também, rebentarem com as suas amarras e preconceitos e se afirmarem de vez enquanto principal força social. Não por compaixão, mas pela qualidade do seu trabalho.
E quem vos escreve até é um “gajo” caramba 😉

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Blogosfera Docente - Bravio


Blogosfera Docente - Bravio

Só hoje esbarrei com ele, com este Bravio que tem a assinatura do Luís Costa. Por isso, leitores professores e leitores "apenas" interessados nestas coisas da Educação, contem com um Bravio! E com a assinatura de um dos professores mais respeitados da blogosfera docente pela sua escrita imaculada.
A imagem está linda. O recheio tem a superior qualidade dos textos escritos pelo Luís Costa.
Ah, Luís Costa! Voltasti! E eu ainda estou pasma... como é que só hoje cheguei a esta tua nova casa?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Blogue História em Movimento

Cena de Caça do Neolítico - Sahara - Líbia
Fotografia de Artur Matias de Magalhães

Blogue História em Movimento

O Blogue História em Movimento é um dos três blogues que um dia pari, que me pertence, é certo, mas que é o único em que não sou a tratadora exclusiva já que os sócios do clube homónimo dão uma mãozinha, sempre que tal é possível.
Este blogue está repleto das actividades que decorrem do Projecto História em Movimento, projecto que viu a luz do dia durante o Verão de 2010 e que começou a ser implementado no terreno no ano lectivo de 2010/2011. O clube História em Movimento, aberto no mesmo ano, decorre igualmente deste projecto e, assim sendo, as inúmeras actividades que já foram e estão a ser realizadas, privilegiadamente durante as sessões anuais do clube, vão sendo partilhadas nestas páginas, ano após ano.
Hoje foi dia de alimentar outras paragens e de afagar outras paisagens... sempre com a História... em Movimento, claro está!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Memórias da Grande Marcha de Professores - Paulo Guinote


Memórias da Grande Marcha de Professores - Paulo Guinote

Fui a esta. Pela primeira vez, integrei uma manifestação de rua e desci até à capital. Fomos 100 mil. E fui a quase todas após esta. Apenas porque, desde aí, quase tudo piorou em Educação.
Aguardo, com expectativa, o lançamento deste livro de Paulo Guinote.

Memórias da grande marcha dos professores


O que ficou de um dia que uniu toda uma classe.

No dia 8 de Março de 2008 realizou-se em Lisboa aquela que se pode considerar a maior manifestação de uma classe profissional em Portugal em tempos de Democracia. Em simultâneo, foi o primeiro grande momento de contestação social dos tempos digitais, em que se ultrapassaram os métodos tradicionais de mobilização e se recorreu a todo um novo conjunto de plataformas de comunicação à distância, desde SMS a redes sociais, da circulação de inúmeros emails a debates na blogosfera. Da rotunda do Marquês de Pombal à Praça do Comércio desfilou uma multidão calculada em 100 000 pessoas.
Este livro recupera e ilustra esse dia e tudo o que o envolveu, a partir do testemunho de dezenas de participantes e observadores dessa grande marcha, cruzando o olhar de manifestantes e jornalistas e lembrando muito do que se escreveu e disse na comunicação social, em confronto com o que era escrito e produzido em termos gráficos no que se convencionou designar como blogosfera docente.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Orgulho Meu - ClickProfessor

Auto-Retrato - Porto
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Orgulho Meu - ClickProfessor

Foi com enorme satisfação e orgulho que constatei, após clicar na plataforma ClickProfessor, que um post da minha autoria, chamado As Salas de Aulas Acolhedoras como Potenciadoras das Aprendizagens. voou para esta plataforma e está aqui, à distância de um click de um qualquer professor.
O meu obrigada à equipa pelas partilhas aqui.

Sobre a ClickProfessor pode ler-se: "Lançada em 2015 por uma equipa de dois professores, surgiu com o objectivo de contribuir para a expansão do mercado de trabalho na área da educação e para a divulgação de recursos e informação especializada dirigida a toda a comunidade educativa. (...)
Foi distinguida nos vários orgãos de comunicação social nacionais como um projeto inovador e encontra-se atualmente destacado no portal Portugal 20."

terça-feira, 9 de junho de 2015

Contadores - 1 Milhão de Visitas? Sim? Não?


Contadores - 1 Milhão de Visitas? Sim? Não?

Este contador oculto, cortesia da Google e anexado por esta empresa a este blogue, meu homónimo, em Maio de 2010, vai numa contagem que já ultrapassou um milhão de visitas.
Acontece que este blogue não nasceu em Maio de 2010, nasceu bem antes, mais concretamente em 16 de Fevereiro de 2007 faltando, por isso, contabilizar cerca de três anos de entradas da minha clientela visitante de um tempo em que o blogger não disponibilizava aos bloggers esta hipótese de contagem.
E o que interessa isto? Nada, respondo eu... bem, a não ser que tenho de registar que, para quem não sabia o que fazer com ele naquela longínqua formação sentada do lado direito do meu comandante informático Hélder Barros, a coisa até que se tem vindo a aguentar... não?
Persistência, precisa-se! Resiliência também.
Resta-me agradecer aos que por aqui passam diariamente ou nem por isso pois todos contribuem para engrossar este número.

Obrigada, leitores meus!

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quinta-feira, 9 de abril de 2015

A Palavra a Paulo Guinote



A Palavra a Paulo Guinote

Antes de hoje dar a palavra ao Paulo Guinote, aproveito a ocasião para fazer referência a um blogue da sua autoria, A Educação do meu Umbigo, que o Paulo encerrou no passado dia 26 de Março.
Confesso que entendo perfeitamente as razões do seu desencanto. Aliás, já o percepcionava nos seus últimos textos, aqui e ali latente a sua falta de pachorra para comentar de novo um atropelo educativo, a sua irritação em comentar de novo um desrespeito total e absoluto para com a classe docente deste país, à qual ele pertence, tal como eu. Apesar disso, desta percepção, confesso que fiquei a olhar para aquela mira, que ele escolheu como imagem simbólica para o encerramento do seu, mas também nosso, blogue, com um misto de incredulidade e sensação de perda. O blogue do Paulo faz-me falta. Já era o único que eu seguia diariamente e concordando mas também discordando das suas opiniões, lia-o todos os dias, quase sem falhar pitada, desde pelo menos os inícios do ano de 2007, altura em que abri o meu Anabela Magalhães.
Ele diz que o encerrou, que encerrou o Seu Umbigo. Eu espero que ao invés de um encerramento este momento sirva, tal como uma pausa lectiva, para retemperar forças e que ele volte com a energia de sempre para as batalhas que teremos de enfrentar ainda e que continuarão a ser muitas.
Por último, quero deixar um agradecimento público ao Paulo Guinote, com quem só me encontrei fisicamente uma vez na vida e muito de passagem mas que está mais próximo de mim e mais presente na minha vida do muitos outros professores com quem eu contacto diariamente, um agradecimento enorme, gigante mesmo!, pela paciência, pela partilha, pelo tempo roubado a muitos outros interesses seus, família incluída, pelas opiniões, pelas explicações, pela inquietação, pela energia, pela inteligência, pela piada, pela fina ironia, enfim, pela Sua Vida parcialmente partilhada.
Volto a confessar - O Umbigo Dele faz-me falta. Sinto-me até um bocadinho orfã, blogosfericamente falando...

Até já, Paulo Guinote?

O ministro implodido


Nuno Crato, o ministro que ia implodir, implodiu-se.

O actual ministro da Educação fez como sua a bandeira da implosão no que ao poder da estrutura burocrática do MEC diz respeito. Segundo ele, na esteira de outros ex-ministros ao que parece muito traumatizados pela experiência, seria indispensável que o ministério aligeirasse essa estrutura e reduzisse o seu poder. Para além do que de populista tinha a ideia e de problemas práticos a sua implementação, era muito importante que o ministro soubesse exactamente o que pretendia fazer.
Infelizmente, o que se passou foi que a dita implosão foi feita sem qualquer nexo e em vez de eliminar procedimentos supérfluos, apenas os redirecionou e centralizou nas direcções-gerais que mudaram apenas de nome. Mais grave, um ministro que não conhecia bem ao que ia, que desconhecia os meandros do funcionamento do ministério e que rapidamente perdeu qualquer vontade de os entender, apenas querendo que lhe aparecesse pela frente quem prometesse a resolução rápida de qualquer problema existente ou por aparecer, por muito complicado que fosse, acabou por estar na origem do sistema mais feudalizado de sempre no MEC.
O feudalismo, que antes existia no plano das relações feudo-vassálicas de tipo partidário e que ele tanto criticara, cristalizou-se com um sistema de administração e gestão escolar baseado na hierarquia e nomeação ao mesmo tempo que ganhou uma nova dimensão que foi a emancipação dos suseranos administrativos em relação ao topo da hierarquia política, a qual parece ter optado por implodir-se a si mesma, com um ministro a aparecer apenas em último caso, com inexplicáveis sorrisos mediáticos a tentar fingir que nada é sua responsabilidade.
Os exemplos são múltiplos, sendo muito graves os que resultam dos ziguezagues da DGAE em relação à contagem de tempo de serviço para efeitos de concurso ou o regime jurídico das faltas por doença ou aqueles que envolveram os disparates relacionados com a Bolsa de Contratação de Escolas e o concurso de professores para o presente ano lectivo. Ao contrário da teoria da implosão, as chefias administrativas feudalizadas e sem qualquer coordenação ou orientação política visível, começaram a funcionar em roda livre e a fazer circulares sobre circulares e a pressionar as escolas e suas direcções para a aplicação de interpretações dos normativos que chegaram a mudar em menos de 24 horas.
Mas o caso que considero mais grave é mesmo o do “autónomo” IAVE que parece ter-se constituído como uma zona de poder intocável e o seu presidente o verdadeiro líder da política de avaliação do MEC, seja dos alunos, seja dos professores, com especial destaque para a Prova de Avaliação de Capacidades e Competências, seja da introdução e expansão dos exames made in Cambridge.
É em meu entender completamente inaceitável e mesmo impensável que um dirigente de um organismo público, mês o que autónomo, produza as intervenções públicas que o presidente do IAVE produz, enquanto esse organismo pauta a sua acção por uma profunda opacidade e por uma total desresponsabilização em relação às suas falhas e às sucessivas alterações de rumo, fazendo da legalidade um mero obstáculo a ultrapassar com mais uma portaria encomendada à tutela.
Não falo dos já tradicionais erros anuais em exames e provas finais, mas cuja autoria e elaboração parecem segredos de Estado, excepto nas escolas em que há quem use do estatuto do colaborador do IAVE para exibir uma autoridade extra e um estatuto especial. Falo da total opacidade acerca das equipas que produziram as provas para a avaliação de outros professores, sem que saibamos quem as escolheu, como as escolheu e que critérios foram seguidos. Falo ainda do total desrespeito demonstrado em relação aos professores de Inglês da rede pública de ensino, ao obrigá-los a ser funcionários de uma entidade privada externa com quem o IAVE, com o provinciano (terceiro-mundista?) aval do MEC, estabeleceu uma parceria público-privada que produz receita à custa de uma certificação impingida aos alunos e suas famílias, mas recusando-se a remunerar as tarefas associadas à classificação das provas em causa.
O estatuto de potentado feudal que não responde a qualquer autoridade, bem como a completa imunidade a qualquer responsabilização pelas falhas, que ganhou o IAVE só é compreensível num MEC em que a direcção política desapareceu, entediada, e se limita a esperar pelo fim do mandato e pelo que num futuro próximo possa surgir para compensar tamanho ordálio. Nuno Crato, o ministro que ia implodir, implodiu-se. E como parece que há uma espécie de lei da física sobre o horror da matéria ao vazio, alguém foi tomando o seu lugar, sendo vizir em lugar do vizir.
Professor do 2.º ciclo do Ensino Básico

terça-feira, 24 de março de 2015

A Palavra a Luís Costa



A Palavra a Luís Costa

Não é chuto, é transição responsável!

Corria o ano letivo de 1979/80 ― o meu primeiro nestas andanças do ensino ― quando ouvi falar, pela primeira vez, do "fim das reprovações". Foi em Montalegre. Um delegado do Ministério da Educação, que andava, de escola em escola, em "missão diplomática", foi lá sugerir-nos que abríssemos mão do "tradicional" rigor, pois, segundo ele, pelo caminho que as taxas de reprovação levavam, um dia o Estado deixaria de ter dinheiro para pagar tal despesa, e poderia mesmo ter de tomar medida radical enunciada. Fez-se-me luz! Desde então que eu sei quanto a casa gasta.

Vem isto a propósito da prometida crónica dedicada às declarações públicas de David Justino sobre esta problemática. Pelos vistos, são oportunas, pois o Estado parece ter chegado ao "fim do dinheiro". Todavia, há um ligeiro desvio no objeto da reflexão: afinal, ao contrário de Paula Teixeira da Cruz, que debita, a título pessoal, ideias sobre o seu pelouro, as afirmações do Presidente do CNE decalcam, na forma e na substância, o texto da "Recomendação", de fevereiro passado (que Mário Nogueira, em declaração de voto, diz ter votado "sem quaisquer restrições").

Nunca tinha lido uma publicação desta índole (sim, confesso a minha ignorância). Certamente devido a isso, estava à espera de algo muito mais desenvolvido, mais fundamentado e mais profundo. Fiquei surpreendido com a simplicidade (logo eu, que tanto a aprecio). Contudo, foi acre a leitura. Devo ter-me tornado um resistente incurável, um veterano desconfiado de tudo e de todos. Estes anos de constante vigília, de "armapena" sempre em punho, devem ter feito de mim um lobo, pois já quase nada me parece confiável. Só os meus olhos, só os meus ouvidos, só o meu instinto… Lamento dizê-lo, mas, nesse documento… só farejei demagogia, engodo para ingénuos e populismo quanto baste: é a genuína solidariedade com os jovens mais pobres e com os provenientes do estrangeiro; é a sincera preocupação com os comportamentos indisciplinados que a retenção potencia; é a brilhante ideia de que a "transição responsável" (não é administrativa, portanto) traz maior exigência ao processo; é a cenoura-miragem da flexibilização do currículo; é a "eduquesa" desvalorização da "nota"; é a redonda tecla (encravada) da mobilização e capacitação dos professores; é a dramática e coruscante conceção dos professores como principais atores do sistema educativo (de cinema mudo, digo eu); é a sempiterna ideia de comprometer os alunos e as famílias (tão parecido, em corpo e alma, com as atas de conselho de turma); são os miraculosos "programas contextualizados de combate ao insucesso e de melhoria das condições de ensino e aprendizagem"; é a epifania da eliminação da obrigatoriedade de afixação pública das pautas de avaliação… Um nunca-acabar de pérolas de iluminismo histórico, social e pedagógico. Seria tão bom, se fosse verdade! Infelizmente, os meus olhos selvagens apenas divisam dois nítidos propósitos nesse documento: estender uma passadeira vermelha à Senhora Municipalização e acabar com esse desperdício de verbas gastas com a retenção. O resto é, para mim, mera "conversa".

A leitura das dezoito páginas da "Recomendação" causou-me asia, sobretudo o ideário destinado a diabolizar a retenção, exacerbando os traumas e o estigma por ela provocados. Para mim, como para muitos dos meus colegas ―"atores principais" que nada percebem disto e cuja opinião nunca conta para nada ― era perfeitamente previsível o aumento das taxas de retenção (e não falemos do insucesso real, porque então…). A partir do momento em se começou a desautorizar os professores, a concentrar neles toda a responsabilidade de tudo o que de mal acontece nas escolas e a "castigá-los", com reuniões em série e torres de papelada justificativa, sempre que têm de exercer a disciplina ou atribuir um nível negativo a um aluno; a partir do momento em que as faltas dos alunos passaram a contar apenas para o aumento do trabalho administrativo dos diretores de turma; a partir do momento em que a indisciplina começou a ser maquilhada; a partir do momento em que os alunos perceberam que pouco precisam de fazer para passar de ano… ficou tudo dito. E como não estamos na Finlândia, nem na Suécia nem na Austrália (estamos em Portugal, o país onde muiiiiiiiitos encarregados não obrigam os filhos a frequentar os apoios educativos, ignoram os recados enviados na caderneta e vão mais depressa à escola para recuperar o telemóvel do filho, para se queixarem dos professores ou para os agredirem do que para saberem o que os educandos andam a fazer), era de esperar que os catraios passassem a adotar um estilo
négligé, deixando na espreguiçadeira as verdadeiras capacidades do seu cérebro. Quando se baixa a fasquia (qualquer educador sabe isto) os jovens baixam imediatamente o interesse, o empenho e até o respeito. É, infelizmente, o que tem acontecido nos últimos anos. É, infelizmente, o que vai continuar a acontecer (como bola de neve montanha abaixo), na prossecução deste caminho. Contudo, keep calm, porque a dita "transição responsável" não vai deixar que se note, assim à vista desarmada!

Não há nenhum professor que não deseje o sucesso pleno dos seus alunos. Mas o sucesso real. Temo ― toda a minha experiência de ensino me grita isso ― que o fim da retenção (como casa bem com a não afixação das notas!) traga o fim das expectativas escolares dos mais desfavorecidos. Como diz o texto do CNE (e como também diria Jacques de la Palice), são eles que dão corpo a essas taxas. Porém, será muito mais severa, para eles, a dita "transição responsável". Sabemos bem o que vai e o que não vai acontecer. É medonho! Só David Justino parece não saber (ou não querer saber). Não desejo ser professor nesse contexto (nenhum membro do CNE desejaria). Rejeito, em absoluto, esse vindouro papel de "principal ator" (de farsa, de comédia burlesca, de drama ou de tragédia).
Não quero que os espetadores me cuspam na cara!
Luís Costa

quinta-feira, 12 de março de 2015

Parabéns, Arlindo!


visao
Fino recorte surripiado aqui.

Parabéns, Arlindo!

Aqui deixo os meus parabéns ao Arlindo Ferreira, pelo destaque na Visão desta semana que o considera um dos nove portugueses a seguir na Internet e uma das pessoas mais influentes que aqui se move. E como se move!
Parabéns também pelos anos e anos de trabalheira sem fim e sem esmorecimento.
Os professores portugueses agradecem o seu trabalho.

Beijo enorme e deixo votos para que continues com essa energia que parece não ter fim.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

DN - Os Gurus da Blogosfera Docente e a Nota de Rodapé

 
DN - Os Gurus da Blogosfera Docente e a Nota de Rodapé

Os gurus são eles: o Paulo Guinote, o Ricardo Montes, o Arlindo Ferreira e o guru dos gurus, o Paulo Guilherme Trilho Prudêncio.
Quanto a mim... eheheh... cheguei a nota de rodapé do DN como "voz feminina mais proeminente na blogosfera dos professores"

É pá! Estou contente!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Novas do Blogue História 3º Ciclo

 
Novas do Blogue História 3º Ciclo

O blogue História 3º Ciclo é um dos meus dois blogues de trabalho, feito de um trabalho persistente e nunca desistente de Professora Orgulhosa de uma Escola Pública que defenderei até ao fim com os meus actos e as minhas palavras, independentemente dos doidos que por aí andam à solta, a cada passo, nos últimos anos foram já muitos os passos... os doidos...
Este é um trabalho solitário e isolado, não por minha vontade mas pelas circunstâncias que foram o que foram, que são o que são.
Hoje, este trabalho conta com 100 seguidores. E 100 é um número cheio e eu, confesso, gosto dele.
Obrigada a todos. Tchim tchim, seguidores!

Partilha - Aulas de História

Auto-Retrato com Fontes ou Documentos Históricos - França
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Partilha - Aulas de História

Toda a gente que acompanha este blogue desde os seus primórdios sabe que eu costumo adiantar o meu trabalho de preparação de aulas durante as minhas férias escolares, período a que se convencionou chamar Férias Grandes.
Este ano tal não foi possível pois o meu período de férias foi deveras complicado e o tempo não esticou nem estica, e primeiro está a família, sorry!, o que agora me deixa um pouco mais setressada que o habitual neste início do ano lectivo de 2014/2015.
Já meti turbo na preparação das minhas aulas, que agora já contemplam as metas curriculares paridas pelo MEC, demasiadas, segundo o meu ponto de vista de professora no terreno, para tão pouco tempo lectivo disponível e algumas com um grau de exagero elevado no que diz respeito à complexidade da sua formulação, mas é o que temos, é com elas que o MEC nos obriga a trabalhar e ponto final.
Assim, iniciei a reciclagem das aulas pelo 7º ano de escolaridade e as primeiras cinco aulas estão prontas no blogue História 3º Ciclo e na página de recursos reservada às apresentações em Powerpoint, da minha autoria, e que são exploradas nas minhas aulas em contexto de sala de aula.
Publiquei também uma apresentação referente à organização dos portefólios dos alunos porque não estou para ouvir desculpas esfarrapadas de uns quantos mesmo se poucos de "eu não percebi, eu não sei"... e sei lá eu mais o quê!
Resta-me informar, para quem chegou aqui há menos tempo, que todas as aulas têm pequenos vídeos de apoio às matérias leccionadas e hiperligações para fichas formativas da minha autoria.

Síntese para quem se interessa por estas coisas das aulas de História do 7º ano de escolaridade:

1º Aula - Apresentação

2ª Aula - Hominização

3ª Aula - Economia e habitat no paleolítico

4ª Aula - A arte no paleolítico

5ª Aula - O Neolítico

Ah! E só mais uma coisa... este trabalho, de horas e horas consecutivas ligadinha ao meu pc, fora o resto!, jamais me será pago pelo MEC. Nem que o MEC corra e salte!
Escutou, Senhor Ministro?
 
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