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sábado, 4 de março de 2017

MOOC “Laboratórios de Aprendizagem: Cenários e Histórias de Aprendizagem”



MOOC “Laboratórios de Aprendizagem: Cenários e Histórias de Aprendizagem”

Confesso que tenho andado a mil à hora e com alguma/bastante dificuldade em dar conta de todos os meus recados, que é o mesmo que dizer que tenho tido dificuldades muitas em conciliar todos os meus múltiplos afazeres. Ainda para mais quando, já na recta final do curso, fiquei de ites (sinusite + rinite + faringite) assanhadas como o raio que as parte a todas, só me faltaria mais esta crise despoletada por uma queda brusca de temperatura, que eu agora reajo a isto que nem um vidrinho, uma florzinha de estufa, eu sei lá!! Mas, lá se vai fazendo tudo, lá se vão estabelecendo prioridades, como foi o caso deste curso, com prazos bem definidos para a realização de determinadas actividades/tarefas.
Esta formação em que andei embrenhada desde meados de Janeiro e que agora terminei foi toda realizada via e-learning e foi do meu agrado. Sou receptiva às novidades, gosto de experimentar novas ferramentas, estou aberta às mudanças de práticas que teremos de introduzir dentro da sala de aula... assim o ministério da Educação nos dê/me dê condições para isso, nomeadamente tempo para isso, porque não posso de modo algum estar completamente pressionada por um currículo gigantesco que ficou mais complexo nos últimos anos e que prevê somente dois tempos semanais de 50 minutos para a sua leccionação quando antes, menos complexo, previa três tempos semanais de 50 minutos! Nem que corra, nem que salte, nem que não dê uma falta, nem que não perca nem um minutinho por aula eu serei capaz de cumprir o programa! Como diria o outro, jamé! É que, como num passe de mágica e seguindo a teoria do fazer mais com menos levada à sua exaustão!, um terço do tempo de leccionação escafedeu-se e, surpresa!, os conteúdos a leccionar aumentaram! De loucos, portanto.
Assim sendo, aguardo com expectativa a próxima actuação do ME afirmando desde já que quero turmas mais pequenas, o ideal seria nunca passarem dos 20 alunos, e, das duas uma!, ou um currículo mais magro ou mais um tempo semanal atribuído à disciplina de História! E não estou a pedir o céu.
Voltando ao MOOC “Laboratórios de Aprendizagem: Cenários e Histórias de Aprendizagem”, resta-me agradecer às outras duas Anas do Agrupamento de Escolas de Amarante, que comigo estiveram em formação, todo o apoio prestado aqui à je! E sim, um dia destes fazemos outro miúdas!

sábado, 12 de novembro de 2011

Formação Creditada


Formação Creditada

O tema é interessantíssimo e haverá sessões no Porto e em Lisboa, entre outras.
Partilho a informação, a quem interessar.
A Lisboa Editora tem o prazer de apresentar o Curso de Formação Creditada História, Arte e Criatividade –Das Tecnologias à Aprendizagem em Contexto, destinado a professores de História do 3.º ciclo do Ensino Básico.
Resultante da parceria com o Centro de Formação João Soares, este curso creditado (0,6 créditos) terá a primeira edição já durante o mês de novembro, nos dias 19 e 26, no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa.
As pré-inscrições estão abertas a partir de dia 14 de novembro, segunda-feira, e deverão ser efetuadas exclusivamente através da Linha de Apoio ao Professor (707 22 44 88), sendo limitadas às vagas existentes.
Para consultar o horário, os locais e o programa, clique aqui.

sábado, 7 de maio de 2011

Acção de Formação Sobre Sexo



Acção de Formação Sobre Sexo


A frequência nesta acção de formação, intitulada "Educação Sexual em Contexto Escolar no 3º Ciclo e Secundário, por nós familiar e carinhosamente tratada por Acção de Formação Sobre Sexo, iniciou-se logo no primeiro dia de aulas do 2º período e deu origem ao post mais visitado e lido neste blogue. Escrevi-o com humor. Porque o cansaço é quase sempre enorme e a desilusão monumental, por isso que não nos falte, pelo menos, o sentido de humor, para sobrevivermos à tormenta, mantendo um mínimo de sanidade mental.
Pois esta semana foi tempo de recebermos os diplomas com as respectivas avaliações.
"Quanto tiveste no Sexo?" foi uma pergunta deveras formulada durante parte da semana que agora finda. E há notas para todos os gostos, pelo que sei, que andei a perguntar e fui uma das descaradas que alimentou graçolas e gargalhadas sem fim lá pela escolinha. E há de tudo, desde 7 ponto qualquer coisa a 8, 9 e a 10, pasme-se, assim mesmo redondinho, que há quem não brinque em serviço e seja perfeito nestas matérias do sexo.
Aviso desde já que não fui eu. Excelente, sim, mas ainda com alguma margem para melhorar...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Cérebros de Seda/Cérebros Elásticos/Cérebros de Zecos


Cérebros de Seda/Cérebros Elásticos/Cérebros de Zecos
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Cérebros de Seda/Cérebros Elásticos/Cérebros de Zecos

Depois de uma extenuante semana de trabalho, depois de hoje participarmos em 7 horas quase não stop de formação sobre sexo, os cérebros dos Zecos encontram-se assim, tal e qual como na fotografia - policromáticos, coloridos, extravagantes, versáteis, espampanantes, resistentes, atractivos, sedosos... mas também emaranhados e tortuosos como o raio que os parta.

Mas sim, sim... os nossos cérebros continuam de seda... e elásticos... e segunda-feira há mais.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Acção de Formação Sobre Sexo


Mosaico Romano - Museu de Leon - Espanha
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Acção de Formação Sobre Sexo

A opção cega do ME de impor por lei, aos directores de turma, a obrigatoriedade de estes leccionarem Educação Sexual à rapaziada que povoa as nossas escolinhas... tem que se lhe diga. Porque uns não têm qualquer apetência para, porque uns têm formação em arquitectura e outros em engenharia civil e outros em alemão e francês e outros sentem-se mesmo desconfortáveis ao falar dos assuntos do sexo e patati e patatá.
Por acaso não é o meu caso, que eu sou a bem dizer pau para toda a colher, ganhei uma grande endurance na Educação de Adultos e nos CEF, onde já tive de lidar com situações que não lembra ai diabo, e não me sinto especialmente desconfortável perante tão interessante e basilar tema. Mas nem todos se sentem assim e, mais uma vez, o ME decidiu de forma cega, o que me deixa sempre incomodada de sobremaneira. Mas adiante.
A acção de formação, que tem um nome pomposo que me abstenho de reproduzir, é por nós carinhosa e familiarmente tratada de sexo para a frente e sexo para trás e é ver-nos na Escola em conversas alto e bom som -"Para onde vais?" Vou para o sexo!" ; "Já vais embora?" "Não, ainda tenho sessão de sexo!" E é ver-nos no bar, pelas 17 horas a pedir lanches reforçados "porque temos sexo até às 21:00 e já nem temos energia para tanto!"
Ou seja, o sexo ganhou uma dimensão, agora profissional, nunca antes vista, nem observada, pelo menos por mim, em todas as escolas por onde passei.
Que o sentido de humor não nos falte, nem nos abandone, porque garanto que é penoso, no fim de um dia de trabalho, entrar em formação de não sei quantas horas seguidas, mesmo se o tema é tão interessante, mesmo se a acção é deveras interessante, opinião partilhada por todos, pelo que me é dado observar.
Um dia destes acho que causei até uma certa perplexidade na formação. Porque sou, talvez, a mais velha, pelo menos uma das mais velhas. Em idade, bem entendido!
Perguntou a nossa formadora se alguém de entre nós tinha tido Educação Sexual na escola.
Tudo em silêncio... e eu estiquei o braço e o dedo e partilhei a informação, alto e bom som, orgulhosa "Eu tive, antes do 25 de Abril, com a Maria Eulália Macedo, a professora de Moral que não cumpria os programas impostos pelo Estado Novo e era, por certo, para grande alegria das suas alunas, uma subversiva." E fui secundada pela Zinha, feliz usufruidora das aulas da Lala.
Já falei da Menina Lalinha, Lala, Eulália, Maria Eulália, Tia Lala... variadíssimas vezes neste blogue, etiquetada na secção dedicada a "Professores Muito Especiais" que povoaram e povoam os meus dias. Cliquem nos linkes a vermelho. A Lala teve, e continua a ter, uma enorme importância na minha vida.
Foi minha professora na Escola que antecedeu aquela onde agora sou professora. Vejo-a todos os dias ao entrar na Biblioteca Maria Eulália Macedo, nome da Biblioteca da EB 2/3 de Amarante. Sei que ela me continua a envolver com as suas asas maternais capazes de albergar o Mundo.
Obrigada, Tia Lala.
 
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