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domingo, 26 de setembro de 2021

Texturas Minhas


Texturas Minhas - Serra da Aboboreira

Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Texturas Minhas

Em tons quentes de Terra-Mãe e de Solo Sagrado.

sábado, 20 de março de 2021

Pôr-do-Sol em Tempos de Pandemia

 

Pôr-do-Sol em Tempos de Pandemia - Serra da Aboboreira
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Pôr-do-Sol em Tempos de Pandemia

Hoje. Com promessa de novo dia bonito para amanhã.

domingo, 3 de janeiro de 2021

Serra da Aboboreira

Serra da Aboboreira em Dias Gelados - Barca - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Serra da Aboboreira

Hoje. Completamente gelada. Sempre muito bela.

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Por Terras da Aboboreira

Barca - Serra da Aboboreira - Amarante                                                                                      Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Por Terras da Aboboreira

Só só para esticar as pernas. 

sábado, 5 de dezembro de 2020

Cheirinho de Natal - A Jóia de Luz e a Neve na/da Aboboreira

Jóia de Luz na Neve - Srra da Aboboreira - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Cheirinho de Natal - A Jóia de Luz e a Neve na/da Aboboreira

Anteontem andávamos de manga curta ao sol e ainda não tínhamos tido direito nem a unzinho dia de frio a sério. Entretanto, ontem nevou. E hoje, aproveitando a manhã de liberdade, foi dia de fazer uma criança feliz pelos caminhos da Serra da Aboboreira e de pensar que Natal que se preze é Natal com neve... e sem COVID!!!

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Os Meus Muros e o Número Sessenta e Oito

Muros Meus - Carvalho de Rei - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Os Meus Muros e o Número Sessenta e Oito

Muito embora o muro presente nas várias fotografias seja sempre o mesmo, e seja o que dá suporte à terra do meu maior campo na Serra da Aboboreira, a verdade é que há uma distinção bem grande a fazer entre as duas primeiras fotografias e todas as que se lhes seguem - é que a parte do muro fotografada hoje de manhã, nas duas primeiras fotografias, foi acabada há mais de uma década e os musgos, os fetos, os líquenes e demais plantas e plantinhas tomaram conta do dito cujo por igual já não se distinguindo a parte que já lá estava, e que é sempre a das pedras grandes, da parte que foi por mim terminada, a das pedras mais pequenas que o fazem subir ao nível da terra do campo que ele sustenta. Consequentemente, nas cinco fotografias que se seguem a estas duas primeiras, nota-se muito bem o meu trabalho de força e de paciência para terminar o que não estava terminado. Afirmei um dia, neste blogue, que detesto coisas inacabadas e que terminarei estes muros, as minhas muralhas da China, um a um.

Este é gigantesco e não o terminarei tão cedo. Mas, nunca desistindo, porque parar é morrer, garanto-vos que está já acabada uma extensão de sessenta e oito passos, bem medidinhos, hoje, pela manhã.

Está a ser obra! E excelente para dias de confinamento.

sábado, 31 de outubro de 2020

Minha Querida Aboboreira

Cogumelos - Serra da Aboboreira
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Minha Querida Aboboreira

Fui... fui apanhar castanhas. E fotografar cogumelos.

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Cogumelos e Preciosa

Cogumelos - Serra da Aboboreira - Amarante

Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Cogumelos e Preciosa

Nascem como cogumelos espalhados pelos campos, com as primeiras chuvas de fim de Verão, começo de Outono. 

São muito belos e coloridos e eu, que lhes tenho medo e aprendi a apreciá-los só com o olhar, nem lhes toco e contorno-os com as lâminas vorazes da minha Preciosa.

domingo, 9 de agosto de 2020

Pôr-do-Sol em Tempos de Pandemia


Pôr-do-Sol em Tempos de Pandemia - Amarante

Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Pôr-do-Sol em Tempos de Pandemia

Na Serra da Aboboreira, claro está!

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

As Batatas da Quarentena (da Vovó)

As batatas da Quarentena - Serra da Aboboreira - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

As Batatas da Quarentena (da Vovó)

Foram as minhas primeiras e as primeiras da da minha Jóia de Luz que, um dia destes, sem mais nem para quê, exclamou "Eu acho que morar numa quinta deve ser altamente!".

Hoje, ao tirar as batatas no nosso mini batatal - na verdade tratou-se só de uma experiência com meia dúzia de batatas que iam para o lixo meias podres e já muito greladas que partimos aos bocados deixando ficar grelos em todas as partes cortadas - perguntou-me:
- Vovó, podemos plantar mais batatas?
- Sim, neto meu, para o ano tratamos da saúde ao novo batatal!
 
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