terça-feira, 11 de junho de 2019

Flores da Barca

Flores da Barca - Serra da Aboboreira
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Flores da Barca

São Património (classificado) Meu. E não abro mão delas. Incluindo as espontâneas, acarinhadas a torto e a direito pelas minhas mãos.

Amarante - Árvores

Árvores - Amarante 
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Amarante - Árvores

Estas raízes salientes e rugosas cobertas de macios musgos e estes braços debruçados sobre as águas frescas deste rio deviam ser Património (classificado) Amarantino.

Do Gozo Insuportável, Desta Vez Vindo do Presidente da República de Portugal


Do Gozo Insuportável, Desta Vez Vindo do Presidente da República de Portugal

Nitidamente... excedeu-se. E não devia. Os professores portugueses merecem o respeito dos políticos portugueses, digo eu, relembrando a este senhor que ele próprio foi/é professor.
E por aqui me fico sublinhando apenas que os professores portugueses não abrem mão dos 9 anos, 4 meses e 2 dias que efectivamente trabalharam.

Leia devagarinho, senhor presidente - 9 a nos, 4 me ses e 2 di as... conseguiu?

segunda-feira, 10 de junho de 2019

O Discurso de João Miguel Tavares do 10 de Junho


O Discurso de João Miguel Tavares do 10 de Junho

Foi o discurso do dia. Foi emitido em directo e foi o que valeu a João Miguel Tavares pois nos noticiários... só rasto dele, em alguns deles apenas um muito ténue rastinho... mas que vergonha!
Aconselho o seu visionamento atento a todos os meus leitores. Que palavras lindas!
Eu, que também gostaria de as ter dito cara a cara aos políticos sentados no camarote, agradeço esta beleza de discurso que corresponde integralmente ao meu sentir.

Nota - Link para o discurso escrito - https://www.publico.pt/2019/06/10/politica/opiniao/deem-nos-alguma-coisa-em-que-acreditar-1875954?fbclid=IwAR03eHJ6XhkCrZ6vQpuPB-Fxvt2c3K3gC4LJ_YeD-6YjOXSrLeViPOaGkB8

FUNDO JUDICIAL DOCENTE para levar o ME ao TRIBUNAL EUROPEU


FUNDO JUDICIAL DOCENTE para levar o ME ao TRIBUNAL EUROPEU 

A luta continua. Podem contar com o meu apoio incondicional. Indispensável será também levar a tribunal os comentadeiros que espalham aldrabices a torto e a direito nos órgãos de comunicação social sobre os professores, as carreiras dos professores e afins.
É claro que primeiro esgotaremos os tribunais nacionais.
Dou a palavra ao S.TO.P:

Como é público o S.TO.P. é um sindicato não sectário logo não temos problemas em juntar forças com iniciativas justas que partem de colegas que não são dirigentes ou mesmo sócios do nosso sindicato. Isso foi evidente durante este nosso primeiro ano de vida quando por exemplo juntámos forças à Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) ou aos protestos dos colegas lesados da segurança social. Coerentemente com isso não temos qualquer problema em juntar forças a um conjunto de colegas que criaram uma conta judicial para recolher contributos para custear as batalhas jurídicas requeridas para levar o ME/Estado português ao Tribunal Europeu por irregularidades/injustiças cometidas contra a classe docente.
No entanto nós não queremos só travar estas batalhas em defesa de justiça e respeito para toda a nossa classe docente, queremos aumentar ao máximo a probabilidade de ganhar ao ME e isso só é possível contratando dos mais conceituados Escritórios de advogados do país na área laboral (Garcia Pereira & Associados). O orçamento que nos foi dado é que precisamos de cerca de 8 000 euros para levar o ME ao Tribunal Europeu (que só é viável após cumpridas as instâncias nacionais). Mas isso só será possível se todos que concordarem com esta iniciativa contribuírem:
JUNTOS SEREMOS + FORTES!
NIB: O193 OOOO 1O5O 5239 9791 5
Colegas, PARTILHEM este post.
Mais informações relevantes sobre as causas da atual situação da nossa classe docente:

Petição - Baixa Médica por Doença Oncológica Remunerada a 100%


Petição - Baixa Médica por Doença Oncológica Remunerada a 100%

Assinada!

"Baixa Médica por Doença Oncológica Remunerada a 100%

Para: Exmo. Sr. Presidente da Republica; Exmo. Sr. Primeiro-Ministro; Exma. Sra. Ministra da Saúde; Exmo Sr. Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

À dignidade humana! 
A baixa médica, ou subsídio de doença, é atribuído ao trabalhador por motivo de doença e que corresponde a uma percentagem do seu salário. 
O valor a receber, varia entre 55% e 75% mediante o número de dias que a mesma durar.   Uma doença oncológica acarreta muitas despesas médicas, de deslocação, de necessidade de apoio familiar.
Além dos custos, o desgaste emocional é elevado, por todo o impacto e transformação física.  Existem alguns apoios, mediante determinados requisitos, mas que não chegam a todos, ou não são suficientes. 
Não é incomum ver nos corredores dos hospitais oncológicos pessoas que não têm dinheiro para comer, pessoas que o almoço dos dias de tratamento e consultas, são "o chá e bolachas" das Ligas dos Amigos. 
Sabe-se lá em casa as dificuldades. 
A palavra de ordem de um estado democrático, terá que ser DIGNIDADE! 
Apelo à sensibilização do Governo para que a percentagem seja a 100%, tal como no caso da baixa por gravidez de risco."

sábado, 8 de junho de 2019

Pose do Escorpião


Pose do Escorpião

Não é fácil. Mas, com muito treino, chegamos lá.
Votos de excelente fim-de-semana!

sexta-feira, 7 de junho de 2019

What a Wonderful World

Barca - Carvalho de Rei - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

What a Wonderful World

Louis Armstrong. Sem mais.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Dia D - 6 de Junho de 1944 - Obrigada, Rapazes!

Omaha, a Sangrenta - Normandia - França
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
   
   
Cemitérios Alemão e Americano - Normandia - França
Fotografias de Artur Matias de Magalhães

Dia D - 6 de Junho de 1944 - Obrigada, Rapazes!

Hoje recupero um post de 6 de junho de 2016.

Um dia escrevi:

No dia 6 de Junho de 1944, o célebre Dia D, as tropas aliadas desembarcaram em força nas cinco praias da Normandia, baptizadas com nomes de código - UtahOmahaGold, Juno e Sword - depois de a coberto da noite terem sido largados de pára-quedas 20 000 homens por detrás das linhas alemãs e depois dos bombardeamentos feitos sobre as linhas inimigas que constituíam/defendiam o Muro do Atlântico. E assim se deu inicio à operação Overlord, mais conhecida por D-Day.
O desembarque nas duas primeiras praias ficou a cargo das tropas americanas, enquanto na Gold e na Sword desembarcaram tropas britânicas, sendo que nesta última temos de acrescentar tropas francesas, tendo a Juno ficado a cargo das tropas canadianas.
O desembarque e a progressão no terreno foi irregular e se houve praias onde se registaram poucos mortos e feridos, outras houve onde a carnificina foi grave, como no caso de Omaha Beach. Mas o Muro do Atlântico abriu brechas, e a progressão no terreno, por uma França ocupada pelos nazis, tornou-se imparável.
Os dados do desembarque são impressionantes. Impressionantes em termos de material de guerra desembarcado, em material de apoio às tropas, em alimentos desembarcados, impressionantes em termos do número de homens envolvidos, impressionante no número de militares que ficaram nesse dia banhados em sangue, feridos ou mortos, naquelas praias irremediavelmente manchadas de vermelho. Ainda hoje irremediavelmente manchadas de vermelho.
Os despojos e as más/boas recordações desse dia estão por todo o lado. Nas placas que relembram este ou aquele acontecimento. Nas fotografias dos monumentos, bombardeados e destruídos, plantadas à frente desses mesmos monumentos agora de novo em pé. Nas bandeiras, sobretudo americanas, mas também de outros países que acabaram por se envolver nesta guerra terrível, que esvoaçam ainda em terras de França. Nos agradecimentos públicos do povo francês aos Aliados. Os despojos e as más/boas recordações deste dia estão por todo o lado. Nas praias também. Bunkers alemães, restos de portos artificiais necessários enquanto os portos de RouenLe Havre e Cherbourg não eram libertados, obstáculos diversos, em ferro e betão, que também constituíam a defesa do Muro do Atlântico.
10 000 jovens dos exércitos aliados perderam a vida nos combates desse dia. Só nesse dia. Os cemitérios pontuam a costa, aqui e ali. Britânicos, americanos... alemães. Milhares de vidas ceifadas numa guerra que provocaria um total de 50 000 000 baixas, numa guerra com contornos aterradores, numa guerra com contornos demenciais e patológicos. Números que me continuam a deixar perplexa vindos de um mundo dito "civilizado".
E assim se explica a visão fantasmagórica de praias imensas, praticamente desertas, onde uma ou outra pessoa passeia junto à água, onde uma ou outra pessoa se senta na areia olhando em redor, fitando o mar, onde a maioria dos visitantes, muitos na praia de Omaha, rebaptizada de Omaha Sangrenta, não entra.
O silêncio é impressionante. Totalmente diferente do silêncio espampanante do deserto. É um silêncio pesado/leve, imensamente triste, o que envolve aquelas praias irremediavelmente manchadas de sangue até hoje.
E entrar por aquelas praias adentro não é uma experiência agradável, quando se tem consciência do que por lá se passou. Não é, definitivamente, uma experiência agradável.
No meu caso não foi.

Nota - As fotografias da praia de Omaha e do cemitério americano foram tirada de solo americano, oferta dos franceses em sinal de profundo reconhecimento pela ajuda prestada em tempos tão difíceis para a França, com Paris ocupada. Há dias assim... que se não existissem mudariam irremediavelmente o rumo dos acontecimentos e o nosso estilo de vida actual com eles. 
Obrigada, Rapazes! Foi há 75 anos... mas jamais esqueceremos o preço da Liberdade.

Grande Lata


Grande Lata

É uma língua de trapo que se dá ao requinte de nos gozar forte e feio e que o faz sem mandar recados por ninguém - vem às escolas e pumbas, comam lá senhoras professoras e senhores professores e engulam em seco que eu sou aquele que vos acabei de roubar dias e dias infindáveis de serviço!
E o que fazem as senhoras professoras e os senhores professores?
Pois, fazem isso.
Cá por casa fui alvo de chacota, metida na molhada "Este é que vos goza de fininho!" foi o comentário que tive de escutar para barafustar logo de seguida.
Quanto a mim, senhor primeiro-ministro, dispenso o tributo e fica o senhor desde já avisado que jamais abdicarei do 9A4M2D. E apenas por uma razão - esses anos de serviço são meus!

Costa presta grande tributo aos professores pelo trabalho desenvolvido durante o ano lectivo

quarta-feira, 5 de junho de 2019

9.º E - Finito

9.º E - Finito - E. B. 2/3 de Amarante
Fotografias de Joãozinho

9.º E - Finito

As aulas acabaram, é certo, mas ainda nos espera muito trabalhinho pela frente, nosso e vosso, até podermos encerrar definitivamente este ciclo composto de trabalhos vários que nos ocuparam durante os últimos três anos lectivos.
Vós saireis da E.B. 2/3 de Amarante, rumareis a outras escolas , a outras paragens, a maioria de nós, vossos professores, permanecerá nestas instalações que vós tão bem conheceis.
É certo que continuaremos a encontrar-nos por aqui e por ali e por acolá... que este nosso mundo é coisa bem pequena... mas não será a mesma coisa... porque a coisa será, irremediavelmente diferente.
A nossa vida de professores tem uma componente inestimável e que não tem preço e que é o trabalho que se desenvolve dentro da sala de aula, com vocês, nossos alunos, e que se desenvolve fora da sala de aula mas a pensar nela e a pensar em vocês. O resto... bem, o resto é paisagem, por vezes a roçar o grotesco.
A nossa vida de professores também é feita de consecutivos ganhos, quando vos recebemos de braços abertos... e de consecutivas perdas materializadas em abraços apertadinhos, para de seguida vos largar... vá, ide lá explorar outros mundos, admirar outras paisagens, subir outras dunas espampanantes e gigantescas que descereis fazendo-as cantar debaixo dos vossos pés nus, para de seguida iniciar novo desafio, vencer um novo obstáculo, subir uma outra duna, com um novo colorido, uma outra amplitude e uma nova inclinação.
E é isto. E isto, nunca se esqueçam, é História. Vossa e minha, minha e vossa, Alunos Meus!

As Professoras Floridas da E. B. 2/3 de Amarante

As Professoras Floridas da E.B. 2/3 de Amarante
Fotografias sei lá eu de quem...

As Professoras Floridas da E. B. 2/3 de Amarante

Apesar de não nos esquecermos nunca! dos 942, a verdade é que as professoras da E. B. 2/3 de Amarante também têm os seus dias floridos... arrisco até a dizer que têm muitos dias floridos.
E não, não somos só nós as duas... mas nós as duas somos, sem dúvida!, duas delas.
E sim, isto é uma alegre e feliz sequência. Histórica. Porque a Escola também é feita de sorrisos rasgados e genuínos.

terça-feira, 4 de junho de 2019

9.º A, B, C, D - Finito


Finito - E. B 2/3 de Amarante
Fotografias sei lá eu de quem

9.º A, B, C, D - Finito

Eles são altos, baixos, de estatura assim assim, louros, de cabelos escuros, lisos ou encaracolados, de olhos verdes, azuis, castanhos e de cores verdadeiramente indescritíveis também, de pele alva, muito morena e, felizmente, com muitos cambiantes entre estes dois extremos... eles são do sexo masculino, do feminino... e do resto nem sei... eles são engraçados, tolerantes, meigos, doces, ariscos, galhofeiros, empenhados, resilientes, frágeis, simpáticos, rebeldes, generosos, egoístas, solidários, poéticos, aplicados, interventivos, tímidos, contidos, exuberantes, resistentes, malandros, criativos, suaves, ásperos... todos muito belos, cada um na sua especificidade. Todos e todas.
Hoje livraram-se de mim, depois de três anos aqui com a pica-miolos. Hoje foi dia de abraços apertados e beijinhos que se repetirão não tarda nada porque ainda teremos o jantar e baile de finalistas e desejos repetidos em voz alta e em segredo entre nós.

Recupero palavras antigas mas sempre, sempre actuais:
Continuamos a despedir-nos deles lentamente... uma e outra vez. Esta curva da estrada está praticamente dobrada e agora vai sendo tempo de os mandar abrir as asas, desta vez com ordens expressas para voarem para longe de nós, para longe do espaço físico que eles conhecem de cor e que lhes é tão familiar. Esta duna, a duna mesmo alta que lhes apresentei na primeira aula de História, está agora quase quase transposta, apenas aguardando, eles, todos já lá bem no topo, a realização dos exames nacionais de Português e de Matemática que lhes abrirão as portas para novos percursos, novas disciplinas, novas escolas com novos funcionários, novos professores e novos desafios. E serão mais três anos... e eles ultrapassarão novos obstáculos, dançarão novas danças, tocarão novas músicas, cantarão novos versos, dobrarão novas curvas, chegarão ao topo de dunas ainda mais altas... porque a vida é feita de mudanças... desejavelmente até ao último suspiro dado por cada um de nós. Entretanto, durante os últimos três anos, não foram só eles que cresceram pois nós também crescemos e mudamos com eles e estamos agora mais ricos, mais sábios... privilégios de quem permanentemente contacta com as gerações mais novas e bebe e se alimenta constantemente da sua energia contagiante.  Mas as despedidas têm de ser feitas e vão sendo feitas tanto de olhos rasos de água como de gargalhadas saborosas com a certeza que continuaremos a ver-nos por aqui e por ali e por acolá também... e com desejos de que cada um(a) de vocês consiga cumprir o seu percurso encarando de frente o futuro... mas sem nunca se esquecer do passado. Nós temos um passado comum. Recordem isto - é de lá que vimos.  Beijos enormes a todas e a todos... já com saudades. Que tudo vos corra de feição. Um desejo maior... não percam o riso rasgado, a gargalhada espampanante, a felicidade... sim?

O ME/Governo em Peso na Inauguração das novas Instalações da ESA?


O ME/Governo em Peso na Inauguração das novas Instalações da ESA?

A ESA (Escola Secundária de Amarante) vê finalmente as obras da Parque Escolar terminadas passados longos anos sobre o seu início e após muitos, mas mesmo muitos!, milhões de euros gastos do erário público, porque estes foram os tempos de grande festa da/para a Parque Escolar e o mais que gravitou à sua volta... tempos que se foram prolongando no tempo com obras paradas em tempos de vacas muito magras.... para alguns!
Orçamentada em cerca de 14/15 milhões de euros... confesso que gostava e muito de ver publicitado o seu custo total, agora que a dita foi terminada e vai ser inaugurada.
A obra é importante para a cidade, não vou dizer o contrário. Até vou afirmar que a obra é muito importante para a cidade. No entanto, vou fazer um reparo que já vem do tempo do seu lançamento - não havia necessidade de esturricarem tantos milhões num só equipamento escolar! E nem precisamos de ir mais longe, ao ladinho da ESA, na E.B.2/3 de Amarante, uma escola bem mais velha do que a velha ESA demolida e onde trabalhei, continuamos com amianto nas coberturas, caixilharias e vidros simples que deixam entrar o muito frio e o muito calor, pavimentos desgraçados sempre a descolar aqui e ali, sanitários a cada passo entupidos, água a saber a ferro a sair pelas torneiras, pinturas degradas, mobiliário idem aspas aspas... e sim, a minha escola, senhora de muitas décadas, nunca conheceu uma obra de manutenção de fundo que a deixasse, vá lá! apresentável... que nós não somos de pedir luxo, apenas decência.
É claro que isto se paga. Que aluno vai querer continuar na E. B. 2/3 de Amarante se esta escola está a concorrer com um Ferrari em instalações? Mesmo sabendo que o corpo docente da E.B. dá o corpo ao manifesto pelos seus alunos?...

Posto isto, amanhã será a inauguração oficial da ESA, feita com toda a pompa e circunstância, pelas 11 horas, evento que contará com a presença do sr. primeiro ministro, sr. ministro da Educação e penso que o secretário de Estado João Costa... para além de todos os outros.

Espero que todo o corpo docente se apresente de preto com um 942 escrito, igualmente a preto, na testa. Para que os execráveis políticos que nos roubam saibam que não estão a roubar tansos, mentecaptos, enfim, minhocas sem coluna vertebral.

Aqui fica a informação de que disponho, por agora, e que divulgo para quem dela puder e/ou quiser fazer uso... sei lá... para fazer uma manifezinha... ao menos?!

segunda-feira, 3 de junho de 2019

O Falecimento de Agustina Bessa-Luís e o Município de Amarante a Dormir para o Mundo


O Falecimento de Agustina Bessa-Luís e o Município de Amarante a Dormir para o Mundo

Pelas páginas oficiais do Município de Amarante, apenas um silêncio ensurdecedor...
Fica-vos bem mal, caramba!

Agustina Bessa-Luís - 1922-2019

Imagens recolhidas na net

Agustina Bessa-Luís - 1922-2019

A Amarantina deveras especial deixou-nos hoje infinitamente mais pobres.
E dou-lhe a palavra, sempre acutilante, mordaz, sem papas na língua e sem ses e sem mas.

"Decorre a apresentação do livro de Cavaco Silva no salão nobre [do Centro Cultural de Belém], e os carros pretos dos ministérios sobem a rampa com uma lentidão consular. (...) Freitas do Amaral acaba também de escrever um livro e é saudado triunfalmente. Eu escrevi cinquenta e não me prestam tanta atenção. Pelo que fico, por um momento, desencorajada." (1994)

Citação retirada daqui.

Nota - Espanto meu, depois de passar os olhos pela página do facebook do Município de Amarante... ainda em modo Festas do Junho?! A sério?!!! Nem uma palavrinha sobre esta perda gigante para o país e especialmente para Amarante? É que Amarante não é só Mimo, Festas do Junho, Rali de Portugal, UVVA e afins... ou mesmo Amadeo, Pascoaes... ou é?

domingo, 2 de junho de 2019

Flores do Paraíso - Serra da Aboboreira

Flores do Paraíso - Serra da Aboboreira - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Flores do Paraíso - Serra da Aboboreira

Em dias de festa rija, mergulhei por inteiro na Natureza. E foi ver-me a arrancar silvas como quem arranca políticos... com alguns específicos no pensamento.
 
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