A apresentar mensagens correspondentes à consulta iluminações Natal ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta iluminações Natal ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Amarante e as Iluminações de Natal

Iluminações de Natal 2008 - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias  Magalhães

Amarante e as Iluminações de Natal

Hoje recupero um post que escrevi faz hoje exactamente um ano. Apenas o ilustro com os vídeos da inauguração das iluminações deste ano que, em termos de barafunda e de pirosada, não estão longe das iluminações do ano anterior. O espírito que por aqui preside é tudo ao molho e fé em deus... e seja o que deus quiser!

DOMINGO, 4 DE DEZEMBRO DE 2016


Amarante e as Iluminações de Natal

Iluminações de Natal - Ano de 2008 - Amarante
Fotografias  Anabela Matias de Magalhães

Amarante e as Iluminações de Natal

Quando temos a sorte e a fortuna de habitar uma cidade extraordinariamente bela, e que é uma pequena/enorme jóia, o que devemos fazer com ela?
Devemos, acima de tudo, tratá-la com o máximo de respeito e, logo de seguida, apenas valorizá-la intervindo somente o necessário para potenciar uma perspectiva, um recanto, um pormenor, por forma a que essa intervenção não se torne sufocante e que, desse sufoco, resulte o esmagamento, o afogamento, a destruição da jóia.
Quando as iluminações de Natal nos fazem lembrar um catálogo de iluminações, sem qualquer rumo, sem qualquer coerência, sem qualquer fio condutor, umas assim e outras assado numa palhaçada hipercolorida que nos remete para uma qualquer romaria indistinta onde só faltam barracas de farturas, a cidade de Amarante só pode sair desvalorizada deste exercício de pimbalhada extremada que eu gostaria de não ver por aqui.
Amarante merece melhor. Merece, acima de tudo, não de uma intervenção em quantidade feita de luzes e mais luzes numa barafunda doentia e incoerente, não sei se barata ou cara, mas sim de uma intervenção cirúrgica, de uma intervenção apenas norteada pela qualidade.
E este princípio é válido não só em termos de iluminação.
Sobriedade, elegância, simplicidade são adjectivos que eu gostaria de estar hoje a usar para caracterizar a iluminação de Natal de Amarante, neste ano de 2016 que em breve finda.
Só que, é impossível.
Assim sendo, hoje partilho iluminações respeitadoras da beleza e da especificidade desta cidade para as dar como exemplo do que anteriormente afirmo.
Infelizmente são as do longínquo ano de 2008, partilhadas, um dia, neste mesmo blogue.
E como ainda nem tive coragem para fotografar as iluminações que este ano "adornam" a minha cidade, deixo-vos com o vídeo oficial e promocional, garantindo-vos que ao vivo a palhaçada consegue ser pior do que aqui aparenta.

Nota - É claro que esta é apenas uma opinião. Mas... será apenas uma?



Partilho ainda um outro vídeo que nos dá uma panorâmica mais abrangente da coisa.

Entretanto, deixo aqui alternativas muito belas em termos de iluminações natalícias, nacionais porque o que é nacional é bom!, que o município poderá contratar para o próximo ano. Se conseguir passar de um registo pimbalhão bastante rasca para o registo do MIMO... no que a iluminações de Natal diz respeito... serei a primeira a dar os meus parabéns aos políticos que decidem e contratam estas coisas. Porque Amarante só poderá ganhar conservando a sua dignidade e a sua identidade.
Digo eu. Disse ontem, digo hoje, direi amanhã.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Amarante e as Iluminações de Natal

Iluminações de Natal - Ano de 2008 - Amarante
Fotografias  Anabela Matias de Magalhães

Amarante e as Iluminações de Natal

Quando temos a sorte e a fortuna de habitar uma cidade extraordinariamente bela, e que é uma pequena/enorme jóia, o que devemos fazer com ela?
Devemos, acima de tudo, tratá-la com o máximo de respeito e, logo de seguida, apenas valorizá-la intervindo somente o necessário para potenciar uma perspectiva, um recanto, um pormenor, por forma a que essa intervenção não se torne sufocante e que, desse sufoco, resulte o esmagamento, o afogamento, a destruição da jóia.
Quando as iluminações de Natal nos fazem lembrar um catálogo de iluminações, sem qualquer rumo, sem qualquer coerência, sem qualquer fio condutor, umas assim e outras assado numa palhaçada hipercolorida que nos remete para uma qualquer romaria indistinta onde só faltam barracas de farturas, a cidade de Amarante só pode sair desvalorizada deste exercício de pimbalhada extremada que eu gostaria de não ver por aqui.
Amarante merece melhor. Merece, acima de tudo, não de uma intervenção em quantidade feita de luzes e mais luzes numa barafunda doentia e incoerente, não sei se barata ou cara, mas sim de uma intervenção cirúrgica, de uma intervenção apenas norteada pela qualidade.
E este princípio é válido não só em termos de iluminação.
Sobriedade, elegância, simplicidade são adjectivos que eu gostaria de estar hoje a usar para caracterizar a iluminação de Natal de Amarante, neste ano de 2016 que em breve finda.
Só que, é impossível.
Assim sendo, hoje partilho iluminações respeitadoras da beleza e da especificidade desta cidade para as dar como exemplo do que anteriormente afirmo.
Infelizmente são as do longínquo ano de 2008, partilhadas, um dia, neste mesmo blogue.
E como ainda nem tive coragem para fotografar as iluminações que este ano "adornam" a minha cidade, deixo-vos com o vídeo oficial e promocional, garantindo-vos que ao vivo a palhaçada consegue ser pior do que aqui aparenta.

Nota - É claro que esta é apenas uma opinião. Mas... será apenas uma?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Iluminações de Natal



Iluminações de Natal - S. Gonçalo - Amarante - Portugal
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Iluminações de Natal

Hoje, véspera de Natal, resolvi encher o meu blogue com as árvores que eu adoro, todas enfeitadas e iluminadas, como já é habitual nesta quadra festiva. Esta iluminação é de longe a mais bonita iluminação de Natal aqui existente no burgo. Quanto mais simples e discreto, melhor o resultado final. É o caso.
Por isso aqui ficam elas registadas para todo o sempre... árvores e iluminações, iluminações e árvores, belíssimas, estranhíssimas, esbracejando iluminadas, a desejarem-nos um belíssimo Natal.

Subscrevo.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

A Palavra a Laurinda Alves - Apaguem as Luzes de Carnaval

Iluminações de Natal - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

A Palavra a Laurinda Alves - Apaguem as Luzes de Carnaval

O texto que agora partilho é da Laurinda Alves e foi-me enviado por uma amiga... depois de ler a minha postagem de hoje. Partilhá-o porque tem tudo a ver com o que andei para aqui a escrever. A Laurinda escreveu sobre as iluminações de Lisboa e eu, aqui perdida nesta interioridade que pode ser sufocante, sobre as iluminações de Amarante. Ambos os textos são críticos porque a virose do novo-riquismo, salvaguardadas as escalas bem diferentes das duas cidades, é exactamente a mesma.
Aqui vai:

"Antigamente dava gosto atravessar as ruas e ver pais e filhos, avós e netos pela mão, a passearem devagar, com tempo para admirar as luzes de Natal. Agora é um desgosto percorrer as mesmas avenidas.

Abomináveis luzes estas, que espalharam pela cidade de Lisboa, quase todas frias, azuis, brancas, geladas, ou em combinações coloridas de tal maneira histriónicas que ficamos meio estonteados. Nas ruas da Baixa o carnaval é total e há laços e laçarotes pendurados entre prédios que parecem gigantescas mascarilhas venezianas. As colunas do Teatro Nacional D. Maria II foram recobertas de uma terliça toda branca florescente, em quadrados, e quando aquilo acende a fachada torna-se deslumbrante aos olhos de quem adora entradas de casino. Que moda esta, das luzes hiper coloridas, dos mantos eléctricos cheios de brilhos, das inconcebíveis teias de aranha iluminadas que nada têm a ver com a época, nem com a nossa cultura. Já nem falo dos ícones, porque deixou de haver anjinhos e até o pai Natal e as suas renas foram despedidos.
Não sei quem escolhe as luzes ano após ano, mas estão à vista as intenções e os propósitos. É um azar que no Natal se acendam luzes de Carnaval, mas se ao menos estas luzes de feira fossem menos azuis e mais douradas, ou encarnadas e quentes, a cidade brilharia de outra maneira. Assim parece tudo comprado na ‘loja do chinês’ (sem ofensa para os chineses, note-se, até porque conheço muitos, muito bons, e tenho grandes alunos na universidade que nasceram ou vieram da China e, até agora, não houve um único que não fosse inspirador para nós, professores!) e muitas ruas e avenidas parecem alamedas a dar entrada para uma gigantesca feira popular.
Antigamente dava gosto atravessar as ruas e ver pais e filhos, avós e netos pela mão, a passearem devagar, com tempo para admirar as luzes de Natal, mas agora é um desgosto percorrer as mesmas avenidas. Passamos e fugimos, a tentar não olhar. A fingir que não vemos, para não embaraçar ninguém. Deixou de ser um programa, pois ninguém se orgulha de ter parte da cidade iluminada com luzes verde-farmácia-choque, conjugadas com encarnados eléctricos e azuis metálicos, tudo muito feio e tudo muito triste. Ou então muito feérico, mas despropositado.
Há excepções, felizmente, mas são poucas. E nem sequer estão todas no perímetro do centro histórico da cidade. Muitos dos bairros mais antigos de Lisboa foram desfeados com estas luzes de marquise, todas néon, a brilhar como pedras falsas, num novo-riquismo desconcertante. Para cúmulo, não há harmonia entre luzes colocadas ou permitidas numa mesma praça. No Rossio, por exemplo, há de tudo. Árvores de troncos iluminados a encarnado e dourado (vá lá, valha o bom senso), mas descombinadas com um sem-número de enfeites aleatoriamente pendurados, que não condizem com nada, mais algumas lojas hiperbolicamente cobertas de prateados e azuis, a flashar sobre quem passa.
As luzes de natal não são uma futilidade, nem se acendem e apagam de um dia para o outro, muito pelo contrário! Há procedimentos complexos, as montagens são demoradas e tudo obedece a preceitos camarários. E se assim é, pergunto mais uma vez quem se encarrega de escolher as luzes? E quem aprova estas e não outras? E quem assina os recibos e paga as facturas? Será que escolhem tudo isto num catálogo? Será que compram online? Será que confiam demais nos fornecedores e aprovam de olhos fechados, sem ver o efeito final? Sinceramente não sei, mas custa-me acreditar que ninguém veja o que está à vista, pois todos sabemos que é também graças às luzes de Natal que o comércio floresce nesta época. Os comerciantes sabem isso e as autoridades camarárias idem. Então, se assim é, porque não escolher melhor e com mais critério?
E porque não tentar manter as luzes que Lisboa sempre teve nos bons tempos, quando eram todas muito mais bonitas, bem desenhadas e cuidadas? Há uns anos as luzes eram quentes, douradas, encarnadas e prateadas. Havia luzes verde-escuro, lindas e bem conjugadas, não havia este verde-falsete, hiper brilhante, todo plástico e sem graça. Custa imenso ir de mal em pior. Ninguém gosta de sentir que passa de cavalo para burro, mas na verdade é o que acontece em matéria de luzes de Natal. E não só, infelizmente.
Claro que há coisas muito mais graves e prioritárias, sei isso muito bem, não precisam de me lembrar, mas há um tempo para tudo e cada coisa tem o seu lugar. Estas luzes feias ferem os olhos e a sensibilidade, é impossível deixar de o dizer. Pode ser que não esteja sozinha, nesta minha desolação, e se assim for, pode ser que no próximo ano substituam quem fez estas encomendas. Ou mudem de fornecedores, se for caso disso. Se calhar eles nem têm culpa e até mostram catálogos com coisas bonitas. Talvez não fosse pior pagar uma viagem low-cost aos encarregados das luzes de Natal para verem como se faz noutras cidades da Europa, onde os pontos de luz são fabulosamente simples e enchem árvores, ruas e avenidas de beleza e alma.
Enfim, numa altura em que Lisboa ainda está caótica e cheia de estaleiros, em que as filas de trânsito são cada vez mais densas e as horas de pára-arranca nos fazem perder tempo e revirar os olhos de impaciência, num tempo em que há cada vez menos lugares de estacionamento e menos carruagens no Metro, em que muitos transportes públicos demoram eternidades a chegar, é impossível não nos determos nas luzes de Natal sem nos indignarmos com estes ponchos sul americanos postos em oblíquo a todo o comprido do Príncipe Real, bem como com os fios que caem tristemente das árvores, quais guias a precisarem de ser podadas imediatamente.
Perante a escolha deste ano, preferia apagar quase tudo o que se acendeu e guardar para o Carnaval. Gostava de voltar a ter a minha cidade com a sua habitual dignidade. Lisboa como era antes, com enfeites de Natal tradicional. Ou, então, como se vê em Londres e Nova Iorque, onde todos os anos as árvores e ruas se enchem de pontos de luzes natalícias. Também sem ícones e sem referências religiosas, mas muito simples e muito bonitas. Acima de tudo despretensiosas. Passamos a vida a tentar recuperar tradições e a dar lustro ao que é antigo, mas desta vez Lisboa parece Las Vegas."

Nota - O texto saiu hoje no Observador.

domingo, 2 de dezembro de 2018

Amarante - Iluminação de Natal

Ruído - Iluminações de Natal - Amarante 2018
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Ruído - Iluminações de Natal - Amarante

Ainda longe da contenção e da sobriedade das iluminações do Natal de 2008 que, de tão belas e elegantes, eu registei para a posteridade e partilhei, à época, com os meus leitores neste blogue, a verdade é que também já estamos longe da palhaçada das iluminações do Natal de 1016, ano em que, nesta matéria, batemos no fundo dos fundos da pimbalhada, parecendo, a iluminação escolhida, por esses dias, para adornar Amarante nessa quadra natalícia, mesmo própria de um dia de Carnaval.
Hoje estamos incomparavelmente melhor do que em 2016... mesmo se ainda não chegamos lá, a 2008...
Amarante já é muito bela per si, precisamos apenas de acentuar um ou outro pormenor, uma ou outra passagem, um ou outro edifício, um ou outro ângulo, iluminando-os, e precisamos muito de tirar partido das árvores que existem no centro histórico e que poderão muito bem servir de suporte vivo de excelência para as luzinhas que aí se podem colocar, evitando, assim, os ferros e os fios que se cruzam e se emaranham, e que, principalmente durante o dia, nos poluem o olhar a torto e a direito.

Há muitos casos em que menos é mais. Este é um deles.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Iluminações de Natal





Iluminações de Natal - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Iluminações de Natal

Hoje deixo mais umas fotografias das iluminações de Natal que têm o condão de embelezar a minha cidade nos dias que passam.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Iluminações - Rua da Cadeia

Iluminações - Rua da Cadeia - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Iluminações - Rua da Cadeia

Aos poucos, a coisa vai... e as decorações/iluminações de Natal lá vão aparecendo aqui e ali, de noite em modo pisca pisca, adornando as varandas mais belas de Amarante, sinalizando casas habitadas com gente dentro. Porque na Rua vive e trabalha gente que se importa com ela e que não quer que ela passe ao lado desta quadra natalícia, logo numa rua que é, tradicionalmente, ostracizada pelo poder local no que a iluminações natalícias diz respeito. O que nem é mau de todo. Porque assim é só deixar cair a noite e as nossas iluminações brilham, discretas mas muito belas, acentuando a profundidade e o mistério de uma rua que se entranha na nossa pele, na nossa carne e que penetra até ao tutano da gente para lá se alojar em modo perpétuo.
Aos poucos, a coisa vai...

Nota - Prometo descer a rua uma noite destas fotografando fachadas, varandas, decorações e iluminações de Natal. Afinal, Amarante não é por estes dias uma Cidade Presépio?

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Iluminações em Dia de Natal







Iluminações - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Iluminações em Dia de Natal

A primeira vez que as vi foi no blogue do Helder Barros e gostei delas de imediato.
Nada das palhaçadas costumeiras hipercoloridas e de gosto mais do que duvidoso, as iluminações de Natal, deste ano, estão sóbrias, discretas, elegantes e simples. Como convém.
Gostei delas de imediato e hoje foi dia de descer a pé pelo centro histórico abaixo e, mesmo sem tripé, fazer uma meia dúzia de fotografias durante uma boa meia-hora, tempo mais do que suficiente para me deixar meia congelada!
Agora é tempo de partilhar as fotografias nocturnas do meu umbigo, S. Gonçalo, onde ponte, mosteiro e praça continuam belos, seja de dia ou de noite, seja no Outono ou no Inverno, ou nas restantes estações do ano.
Sempre me senti uma felizarda por ter nascido numa freguesia tão bela. Tenho a sorte de permanecer neste estado!

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Iluminação de Natal - Discriminação - Rua da Cadeia - Amarante

Iluminação de Natal - Rua da Cadeia - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Iluminação de Natal - Discriminação - Rua da Cadeia - Amarante

A Rua da Cadeia continua a ser discriminada negativamente pela Câmara Municipal no que a iluminação de Natal diz respeito. Bem sei que do ano passado para este ano a primeira parte desta rua, chamada Teixeira de Vasconcelos, ganhou já adornos coloridos e luminosos, daqueles mais ou menos pirosos, mas a restante Rua da Cadeia, em Amarante, continua escura como breu.  
Assim sendo, o Município dá-nos, mais uma vez, a oportunidade de nos interrogarmos do porquê desta discriminação negativa sem que consigamos vislumbrar uma explicação plausível. Esta é uma das ruas mais importantes e antigas do velho burgo, para mim a mais bela, aqui vive gente dinâmica, há uma escola onde estudam centenas de crianças, a Associação de Comerciantes tem aqui a sua sede, há comerciantes corajosos que arriscam renovar e dinamizar esta rua que, vão ver!, não tarda nada vai deixar de ter este cariz meio desprezado e abandonado que durante anos a caracterizou cumprindo, assim, um dos objectivos maiores, um dos fundamentos da Festa Amarantina, a Festa que durante um sábado de Julho traveste a rua e a deixa completamente irreconhecível com exposições, concertos, teatro de rua, poesia aos molhos, casas abertas de par em par... mesmo as devolutas, mesmo as ruínas que por aqui ainda existem... mas por pouco tempo porque esta rua tornou-se um local bem apetecível para viver.
Mas, voltemos à iluminação de Natal e à oportunidade que a Câmara Municipal nos dá, por aqui, de tratarmos dos nossos próprios enfeites e iluminações de Natal que não serão estapafúrdios e que serão, asseguro-vos, discretos, breves apontamentos de luz quente rasgando as noites gélidas que por aqui já se fazem sentir.

Entretanto a iluminação particular da rua foi oficialmente inaugurada hoje, o que quer dizer que por aqui também já há luzinhas a apagar e a acender. Entretanto, outras luzinhas se juntarão. Porque nesta rua que é minha, mas que também é tua e que é de quem a conseguir apanhar, bem no coração desta cidade de Amarante, também habita Gente que é Gente Boa.
Senhores condóminos da rua... mãos à obra?

sábado, 26 de novembro de 2016

Amarante Cidade Presépio, a Antiga Rua da Cadeia e as Iluminações (Inexistentes) de Natal

Amarante Cidade Presépio - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Magalhães

Amarante Cidade Presépio, a (Antiga) Rua da Cadeia e as Iluminações (Inexistentes) de Natal

A (antiga) Rua da Cadeia, que actualmente é composta por três ruas - Rua dr. Miguel Pinto Martins, Rua Miguel Bombarda e Rua Teixeira de Vasconcelos... ufa... ufa! tanto nome para rua tão pequena!... - é uma das artérias mais antigas de Amarante, existente já pré-invasões francesas, coisa que não acontecia com a actual Rua Cândido dos Reis, só posteriormente rasgada mais na proximidade do Tâmega.
Acontece que a (antiga) Rua da Cadeia tem vindo a ser sistematicamente discriminada, no péssimo sentido, relativamente à iluminação de Natal que por aqui tem sido inexistente, ano após ano, ano após ano. E esta discriminação, muito negativa, já cansa. Por Amarante, vêem-se já luzinhas por todo o lado, no Largo de S. Gonçalo, na Alameda Teixeira de Pascoaes, na Ponte Velha, na rua 5 de Outubro, na Cândido dos Reis, em Santa Luzia, no Campo da Feira, na Ponte Nova, no Largo do Arquinho... e na (antiga) Rua da Cadeia, coração do centro histórico de Amarante... cadê iluminação?! Pois não a viste? Pois nem eu!
Não sei a quem cabe a responsabilidade da contratação da iluminação de Natal. De qualquer modo, deixo aqui um apelo a quem de direito que me possa ler desse lado. Se Amarante se quer afirmar como Cidade Presépio... que tal deixarem de discriminar negativamente uma das ruas mais emblemáticas da cidade que se esforça de carago para se reerguer do esquecimento a que tem sido votada?
Podem ter a certeza que os moradores da rua agradecem. As associações culturais aqui existentes também. E os comerciantes... bom, estes nem se fala!

Nota - A minha parte está feita. A minha contribuição para Amarante Cidade Presépio já pisca... se eu a ligar. De resto, a rua está como nos restantes dias do ano, ou seja... escura como breu!

domingo, 22 de dezembro de 2019

Feliz Natal

Natal - Presépio e Iluminações - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Feliz Natal 

E agora é tempo de recolhimento familiar. Votos de Feliz Natal na companhia de quem mais amam é o que desejo para familiares, amigos, alunos, conhecidos, desconhecidos... enfim, para todos quantos por aqui passarem. 

Um pensamento muito especial para todos aqueles que, já não estando por aqui fisicamente, permanecem em nós até ao fim dos nossos dias. 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Natal


Iluminações de Natal - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Natal

Ontem fomos doze. Hoje fomos trinta e quatro. Nada de especial, diz-me a Vera.
O cansaço é que se acumula e tenho de o sacudir do lombo, obrigatória e rapidamente, sob pena de cair para o lado de exaustão.
Mas lá que foi bem bonito de se ver, lá isso foi!
 
Creative Commons License This Creative Commons Works 2.5 Portugal License.