quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

SOS, Vamos Cair!


Cartoon de Carlos Rodrigues, surripiado aqui.

SOS, Vamos Cair!

Sem comentários.

É Pá, Não Insista, Pá!

É Pá, Não Insista, Pá!

E pá, não insista pá! Não insista, pá! Eu fui simpático consigo, pá! Eu parei para responder às perguntas, pá! Não insista, pá! É uma coisa... pá!

Comentário meu - É pá, grande conversa, pá!



Vídeo surripiado aqui.

Novas do Projecto História em Movimento


Técnicas de Fabrico do Fogo - História em Movimento
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Novas do Projecto História em Movimento

A 14ª sessão de trabalho com os alunos decorreu ontem, em sessão reduzida já que todos os sócios do 8º ano estiveram ausentes, a apresentarem trabalhos da Escola Secundária de Amarante.Assim sendo, os sócios reduziram-se aos alunos do 9ºC e da minha Direcção de Turma, o CEF de Pastelaria/Padaria. Os sócios presentes deram continuidade ao trabalho iniciado no início do ano lectivo, ou seja, continuaram a realizar os desenhos que acabarão, quando estiverem terminados, transformados em materiais pedagógicos, que serão usados em contexto de sala de aula, já no próximo ano lectivo.
Os primeiros frutos do trabalho semeado desde o início do ano, começam agora a ser colhidos. À medida que os desenhos ficam prontos são recortados, colados numa placa de k-line, um material muito usado pelos arquitectos para a realização das maquetas - Obrigada, Cláudia! et voilá!... já só nos resta proteger o produto final com plástico transparente auto-colante.
Já aqui expliquei o seu funcionamento disfarçado de jogo. Os alunos, perante uma imagem, discursarão durante um minuto tentando adivinhar as palavras-chave escondidas no verso do desenho e que são, para eles, completamente desconhecidas. Se o exercício for escrito terá mais tempo de duração e poderá ser mesmo estendido a toda a turma. Pretende-se, através de uma estratégia simples, simples!, que os alunos desenvolvam competências no âmbito da oralidade ou da escrita, da desenvoltura no discurso criativo e interventivo, discurso que se tem que criar ali, no momento, na hora, aplicando conceitos de História, testando assim conhecimentos que serão desembrulhados em uma forma perfeitamente lúdica e, consequentemente, mais atractiva.
É possível tornar a História não maçadora, não chata, não abominável?
Estou perfeitamente convencida que sim e que o papel desempenhado pelos professores é absolutamente determinante nesta questão.
E tal como sugeriu, e bem, a nossa querida professora Adelaide, esta estratégia pedagógica, simples, simples!, pode ser exportada para outras disciplinas... ficando apenas limitada pela imaginação de cada um.
Entretanto, por sugestão de um sócio do Clube, olá e obrigada, Jorge!, faremos uma exposição, lá mais para o final do ano, na Biblioteca Maria Eulália Macedo, de todos os trabalhos realizados pelos participantes/construtores deste projecto intitulado "História em Movimento".
O trabalho continua. Sempre. Acompanhado de sorrisos múltiplos e variados.

Post inteiramente surripiado do blogue História em Movimento, do qual sou igualmente tratadora.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

7,361%

7,361%

É o número mágico que o PM adoooooooora.
E nós também!
Ora leia aqui.

Novas da ESA

Novas da ESA

Já me referi a este Jogo, que está a ser implementado na ESA, ao que parece com excelentes resultados.
Esta é a peça que foi hoje para o ar, na RTP1.
Obrigada pelo link, Helder Barros!



Olá Companheiras! Beijinhos daqui para aí!

Debate - Ontem

Debate - Ontem

É um apanhado do debate de ontem, que eu surripiei ao Donatien, a quem agradeço a partilha.

A Palavra a Almeida Garrett

A Palavra a Almeida Garrett

"(...) andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai. No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana? Que há mais umas poucas dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas, aos políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico? - Que lho digam no Parlamento (...), onde, depois de tantas comissões de inquérito, já devia andar orçado o número de almas que é preciso vender ao diabo, número de corpos que se tem de entregar antes do tempo ao cemitério para fazer (...) um banqueiro, um granjeeiro, seja o que for: cada homem rico, abastado, custa centos de infelizes, de miseráveis."

Almeida Garrett, Viagens na minha Terra

Post surripiado ao blogue Jardim de Livros, blogue que em boa hora me remete para a minha querida professora, Maria Eulália Macedo.

Problemas de Expressão

Problemas de Expressão

Todos sabemos que a Língua Portuguesa, que eu amo, é deveras traiçoeira pelos múltiplos cambiantes que apresenta, pelos múltiplos significados e possibilidades de descodificação permitidos. Amo isto. Genuinamente.
Vem isto a propósito da expressão "emprenhar pelos ouvidos" que muitos poderão ler com um sentido que eu não lhe dou, nem lhe atribuo.
Confesso que é uma expressão de que gosto particularmente e que utilizo amiúde, assim como amo utilizar uma palavra aqui bem do Norte, carago, pois então! Amo-as pelas mesmíssimas razões - pela robustez e força que me transmitem e pela expressividade de palavras que não se ficam pelas meias tintas e vão directas ao assunto, expressando a primeira a opinião que se forma sem conhecimento directo sobre um dado assunto e quando digo directo quero dizer directo, vivenciado pelo próprio e a segunda porque... Carago!... e mais nem é preciso dizer.
Posto isto, eu já emprenhei pelos ouvidos?

Pois já, não há nada a fazer quanto a uns deslizes que eu por vezes cometo, apesar de toda a atenção e cuidado para me conter... e não emprenhar pelos ouvidos.

Novas do Egipto

Novas do Egipto

É evidente que o impasse não durará para sempre e que a tensão tenderá a agudizar-se se Mubarak teimar em permanecer, como uma lapa, agarrado ao poder.
Para ler as notícias de hoje, clique aqui.

Human Planet

Human Planet

Amo, genuinamente, esta diversidade de paisagens terrestes, marítimas, humanas.

Quem Tem Amigos Tem Tudo

Quem Tem Amigos Tem Tudo

É uma expressão usada frequentemente pela dona deste blogue e que se comprova rapidamente aqui. Infelizmente.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Cultura Geral


Saint-Emilion - França
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Cultura Geral

E os primeiros quatro do turismo mundial em 2010 foram:

1º - França - recebeu 74,2 M turistas
2º - EUA - recebeu 60,8 M
3º - China - com 56 M
4º - Espanha com 53 M

De notar que a Espanha perdeu o 3º lugar para a China.
De notar também que não me espanta que a especial França seja o 1º destino mundial de turismo. De facto, não me espanta mesmo nada.

A Luta, Hoje


Sabão Para Todas as Ocasiões - Saint-Emilion - França
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

A Luta, Hoje!

Pode ler aqui e aqui as novidades sobre as manifestações de hoje em frente à Assembleia da República.
E aqui também pode ler mais novidades fresquinhas que deixarão à míngua as escolas, no próximo ano.
A novidade do dia chegou pela boca do secretário de estado, Ventura Mata de seu nome, mas bem que podia ser Trocado Mata e Esfola - Não haverá despedimentos em EVT porque a maioria dos professores estão nos dois últimos escalões e vão-se reformar. Claro que isto é a palavra de Sócrates, perdão!, de Ventura e os "númaros" não são excatamente o que parecem.
Não suporto estes desgovernantes que recorrem sistematicamente à mentira.
Em Setembro comprovaremos por A+B tudo o que aqui está escrito e veremos quem falava verdade.
Entretanto aqui deixo uma sugestão - E lavarem a boca com sabão?

E boa (a)Ventura era serem corridos daqui do rectângulo. Isso é que era!

Ai os Tachos e as Panelas!


Cartoon retirado daqui.

Ai os Tachos e as Panelas!

Há muito que os sei uns demagogos, aos do Bloco. Salvo uma ou outra excepção, que não é, por certo, o Louçã, já que esse é o demagogo-mor logo atrás do Socratiés.
Um Parlamento mais reduzido? Mas é claro, a medida a ser implementada só pecará por tardia já que em época de crise vão-se os anéis para mantermos os dedos... que são bem mais importantes... ou não serão?

Vai Pagar Caro, Vai!!

Vai Pagar Caro, Vai!

"PS vai pagar duramente estes anos de José Sócrates"

Henrique Neto, aqui.

Espanta-me que só agora alguns pêesses comecem a ver o óbvio.
Graças a deus, ?, o pêesse pagará caro a brincadeira de mau gosto.
Pena que não pague só o pêesse e seus muchachos e que pelo caminho paguemos todos, e que pelo caminho pague um Nação inteira.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Cursos de Educação e Formação - CEF

Cursos de Educação e Formação - CEF

Hoje volto aos meus CEF para esclarecer alguns pontos mal esclarecidos, ao que parece, sobre o que eu digo e o que eu escrevo sobre os meus alunos dos CEF.
A história conta-se em duas penadas.
Hora do lanche, sala de professores da EB 2/3 de Amarante. A minha Inês sobe as escadas e entrega-me uma cesta cheiinha de pão acabado de cozer com um aspecto de morrer e chorar por mais e um calor e cheirinho que foi subindo até às minhas narinas e me deixou com vontade de o abocanhar de imediato. Agradeci-lhe a gentileza e o cuidado, gentileza e cuidado previamente solicitados por mim a esta turma e respectivo professor de Padaria. Gosto destes mimos que nos aconchegam os dias e lembrei-me que seria agradável alargá-los aos meus colegas de lanche, um dia destes, de surpresa... e pronto, a surpresa surprendeu-nos hoje mesmo. Confesso que esta estratégia de aproximação é também uma forma consciente, da minha parte, de tentar quebrar alguns mitos urbanos associados a estes alunos.
Pousei o cesto no balcão e ofereci o pão aos presentes em nome dos meus alunos de Padaria/Pastelaria acompanhado de um sincero "Pena que o Ramiro Marques não esteja aqui para verificar, ao vivo, que os alunos de CEF não são todos uns cancros."
Confesso que esta expressão "cancro", utilizada pelo Ramiro há uns bons dois anos, em post sobre o assunto, me chocou pela generalização abusiva aos alunos dos CEF que, tal como todos os outros, são indivíduos merecedores do nosso respeito até prova em contrário. E o Ramiro sabe disto, deste meu desagrado. E sabe que eu sei que a sua experiência com alunos de CEF é igual a zero e que, para emitir a opinião que emitiu, teve de emprenhar pelos ouvidos.
Pelos ouvidos emprenhou também uma colega que estava na sala de professores, Olá A!, que me acusou, de imediato, de dourar a pílula acerca dos alunos dos CEF e dar deles uma imagem que está longe da realidade, o que eu contestei de imediato e à minha questão "Que experiência tens de alunos dos CEF?" a resposta foi zero de experiência, tal como eu esperava.
Há um mito urbano, muito difundido entre os professores que nunca leccionaram turmas de electricistas, carpinteiros, serralheiros, empregados de mesa, padeiros/pasteleiros, jardineiros e auxiliares de geriatria, como é o meu caso, de generalizarem tudo e meterem tudo no mesmo saco apoiando-se nuns "disseram-me" e nuns "ouvi dizer". Confesso que para mim isto vale o que vale e não vale muito porque se eu emprenhasse pelos ouvidos jamais teria visitado Marrocos já que, antes de o visitar pela primeira vez, no já muito longínquo ano de 1990, ouvi de viva voz por quem acabara quase de chegar que aquilo era muiiito perigoso e muiiiito porco e muiiito mal cheiroso e muiiito inseguro e patati e patatá.
Devo amar sítios muiiito perigosos, muiiito porcos, muiito mal cheirosos e muiito inseguros porque desde aí só falhei 1991 e 2010, com anos de 3 colheitas ao país assustador do Sul.
Posto isto vou fazer uns pontos da situação, clarificando o meu pensamento, construído sobre a minha própria experiência com alunos de CEF desde 2004, sem interrupção.
Ponto Um - As turmas dos CEF são, na generalidade, turmas bem mais complicadas e complexas do que as turmas ditas normais. Por vezes muitíssimo mais complicadas mesmo, e já me aconteceu trabalhar com uma que só não me levou a consultas de psiquiatria porque eu sou mentalmente muito resistente - faço referência a esta turma aqui, muito embora muito ao de leve.
Ponto dois - Por vezes, turmas complicadas e difíceis têm comportamentos exemplares, como este aqui, ou este aqui... e outras vezes não, como este aqui.
Ponto três - Também já me aconteceu ter uma turma de CEF que poderia ser uma vulgar turma de alunos de um 9º ano dito normal e da qual deixei rasto aqui.
Ponto quatro - Exijo-lhes trabalho, tal como a todos os meus outros alunos, que eu não gosto de discriminar ninguém, e desta exigência deixei testemunho aqui.
Ponto Cinco - Para aprofundarem o meu pensamento sobre os CEF, construído com base na minha experiência, podem clicar aqui.
Ponto seis - Cito-me a mim própria:
"Falo do que sei. Falo da minha realidade. Da minha realidade em salas com empregados de mesa, carpinteiros, electricistas, carpinteiros, jardineiros, padeiros e pasteleiros. Da minha realidade muito trabalhosa, para quem não queima o ano a passar-lhes filmes, da minha realidade sem manuais, com alunos, por vezes, muito difíceis, por vezes mesmo incrivelmente difíceis e outras vezes não.
A realidade dos outros não a vivenciei e por isso não a posso testemunhar.
Falo do que sei. E tenho dito."
Citação retirada daqui.
Ponto sete - É claro que podem sempre clicar na etiqueta "CEFs" e mergulhar em posts sobre esta realidade que já virou mito urbano em todas as salas de professores por onde eu passei desde 2004, sem excepção.

Ponto oito - Conclusões

- Há CEFs e CEFs, tal como eu sempre afirmei.
- A minha realidade é a minha realidade e a minha realidade pode não ser a do professor do lado, mesmo que com os mesmísssimos alunos. Muito menos poderá ser estendida e generalizada a todas as turmas de CEF que por este país abundam, como eu sempre afirmei.
- Por último... eles têm dias. Uns dias melhores, outros piores. Como eu sempre afirmei.

Mas a mim também me ocorre acontecer-me o mesmo...

A Luta Continua

A Luta Continua

A luta continua. Amanhã estarão em protesto frente à Assembleia da República, ao que sei a Associação SOS, os professores de EVT, os contratados e os desempregados.
Se eu pudesse também estaria lá.
Aqui fica a minha solidariedade expressa a quem não desistiu de lutar.
Pode ler aqui ecos da luta.
E tem acesso aos horários dos transportes, disponibilizados pela FENPROF, aqui.

Sem Comentários



Sem Comentários

Depois espantam-se por circularem coisas destas...

Thanks, Em@! Quanto gostaríamos de viver num país decente...

Em Queda Livre

Em Queda Livre

A confiança dos portugueses no governo está em queda livre, coisa que só me espanta por só agora ter acontecido e por só agora ter chegado a este ponto. É que para mim estão todos em queda livre faz tempo, faz até mais do que tempo, tanto que até me dá náuseas.
O governo, ou para ser mais precisa, o desgoverno da Nação, honra lhe seja feita, tudo tem feito para se desacreditar a si próprio e para desacreditar a política e os políticos em geral.
"Vamos criar 150 mil postos de trabalho" prometia Sócrates lá muito atrás no tempo e o resultado desta promessa é aquilo que se vê desde que ele tocou o poder com o seu toque de Midas ao contrário, que onde toca desconjunta tudo e só faz m****. Vai daí já espatifou bem mais do que 150 mil empregos... empregos derretidos, evaporados, surripiados aos portugueses.
"Não vamos aumentar os impostos" prometeu Sócrates lá muito atrás no tempo e o resultado desta promessa é... Tungas! Pegai lá impostos a torto e a direito, pegai lá impostos assim e impostos assado que o descontrolo das contas públicas é tanto que não há dinheirinho que nos chegue.
Não me vou alongar neste exercício, sob pena de não sair daqui em condições normais e ficar em estado de exaustão tais as mentiras, a desfaçatez, a lata, a cara de pau de um desgoverno que em tudo isto vai à frente e é ganhador.
A confiança do governo está, entre os portugueses, em queda livre? Pois só me espanta por não ter entrado em queda livre há mais tempo.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Morte de EVT



Morte de EVT

"Colegas este despacho vai matar... o teu colega, o teu amigo, o teu camarada, talvez um professor melhor que tu! Vais deixá-lo morrer? Se nada fizermos, o país vai perder milhares de professores que tornam as nossas escolas em locais com alma, energia, criatividade e beleza. Eu não os quero perder. E tu? Vais dizer que não é nada contigo até que chegue a tua vez?"

Carlos Rodrigues

Nota - Tudo surripiado ao Profblog.

A Equipa do Amarante em 1967



A Equipa do Amarante em 1967

Recebi esta fotografia, da equipa do Amarante em 1967, por e-mail, enviada por um portista ferrenho.

Dedico-a a todos os adeptos, ferrenhos ou nem por isso, do FCP, que por aqui passarem.

Deixais pegadinha nos comentários? Só para eu fazer uma estimativa de azuis?

Petas


Manif dos 120 Mil - 8-11-2008 - Lisboa - Portugal
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Petas

A ministra da Educação de Portugal afirmou no último Prós e Contras que a avaliação do desempenho por parte dos professores avaliadores aos avaliados serve, entre muitas outras coisas, para os avaliados aprenderem com os avaliadores, mais experientes e mais sabedores, que, dada a sua condição de "ungidos pela sabedoria divina", devem partilhar esta sua sabedoria acumulada com os pobres dos coitados que estão atrás deles na pessegada da carreira que de docente se está a tornar indecente.
Kakakakaka... kakakakaka... kakakakaka... ando a rebolar a rir há quase uma semana.
As petas proliferam entre estes políticos da treta como as algas azuis no meu Tâmega num dia de calor tórrido de Verão e deixam o mesmo fedor pestilento, nauseabundo, putrefacto.
Julgarão eles que todos nós somos parvos?
Por favor, poupem-nos à demagogia e à mentira mais descarada.

Petas


Manif dos 120 Mil - 8-11-2008 -Lisboa - Portugal
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Petas

É so mais uma... e o que importa mais uma peta entre tantas outras petas? E o que importa afirmar exactamente o contrário daquilo que se faz? Who cares?
Afinal de contas os milhares de professores contratados que este ano ficaram na rua e os muitos milhares que ficarão no próximo ano lectivo não são gente... sendo que são apenas números.

"Não haverá despedimentos na Função Pública"

Palavra de Sócrates

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Energia Pura

Energia Pura

Amo eles.
E como e bebo desta energia pura.

Uno dos tres catorce

Hellooo Hellooooo...

Swinging to the music
Swinging to the music

Oooh oooh oooh ooooh...
Oooh oooh oooh ooooh...

A Revolta dos Professores

A Revolta dos Professores

Está em marcha. Aonde chegará?
Informe-se aqui.

Qué Bueno!

Qué Buéno!

Voi a escribir este post em portunhol ó em espaniól ténico. Para emitar aquele priméro que no identifico ahora.
Más qué buenas relaciones tiene el nuestro priméro! Sólo manca Kadaffi! Estoy mui orgulhiosa do tabajo de nuestro priméro tão incompreendido! Qué injustícia!
E qué buéno qui hay computadoras magalhãnes!
Ip! Ip! Olé!
E o Pino e o Lino... e o Lino e o Pino... olé!



Pastar, Debatendo e Pensando

Pastar, Debatendo e Pensando

Já aqui falei da importância de pastar, ou seja, de "nada" fazer e deixar o tempo fluir de acordo com o seu ritmo. Por vezes acontece-me pastar, por vezes aos dias de semana, por vezes aos fins de semana que esta vida não se pode reduzir a trabalho sem fim, muito embora o ame.
Pois hoje foi dia de pastar dando ao lamiré, debatendo e pensando alto e bom som, duas horitas bem medidas, a seguir ao almoço, numa tertúlia agradável passada entre amigos e familiares de várias gerações, à volta de duas mesas do café. As miseráveis políticas nacional e internacional foram os temas mais debatidos. Grande conclusão - Estamos a precisar que a Revolução de Jasmim contorne o Mediterrâneo e impregne com o seu cheiro doce de revolta os países podres do Sul da Europa. O nosso incluído.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A Revolução de Jasmim na/da ESA


Escadas de Caracol de Acesso à Direcção Enfeitadas - ESA - Amarante
Fotografia de França?

A Revolução de Jasmim na/da ESA

Foi hoje. Soube dela no início desta semana, na minha Escola, com os meus alunos actuais, da EB 2/3 de Amarante, a darem-me pormenores da convocatória para hoje feita pelo Facebook.
Entretanto li a notícia no Gato que Fala e eis que vejo n alunos que foram meus um dia, para ser correcta ainda o são... eheheh, que agora estão no 12º ano, ali ao pé do senhor director, a reivindicarem alto e bom som e a dizerem de sua justiça. Os meus parabéns.
As reivindicações são boas. São um sinal de que a ESA está ainda viva, muito embora por vezes me tenha parecido mais para o catatónica.
Beijinho, França. Pelo menos tu ainda teclas na/da ESA, firme, na tua condição de Professor...
Não te cales.

As Revoluções no Mundo Árabe

As Revoluções no Mundo Árabe

Para fazer o ponto da situação. E para recordar - não há líderes para sempre. Nem aqui, nem lá. Porque um dia a paciência esgota-se.
Esgotará também na Europa face a políticos corruptos que se aproveitam do Estado a seu bel-prazer, e nos desgovernam a torto e a direito, governando para as suas clientelas, contra a população?





As Mulheres na Revolução - Egipto

As Mulheres na Revolução - Egipto

Hoje realço um assunto que me interessa, uma vertente da história que me interessa - hoje realço "apenas" a Vertente Feminina da Revolução em Curso no Egipto.
Ajudará a acabar com os estereótipos sobre a mulher árabe?
Espero que sim. E não posso deixar de afirmar que amo esta diversidade que aqui observo, e que já observei in loco em muitos dos países muçulmanos já calcorreados de lés a lés, de mulheres veladas ao lado das aparências mais ocidentais, aqui unidas por reivindicações que não têm a ver com religiões, nem com partidos políticos, e que são tão somente reivindicações sociais, económicas e políticas mas reivindicações políticas que vão para além dos partidos políticos. Algumas podem "não ter rosto", mas têm voz e erguem-na alto e bom som. Gosto disto.
Nunca visitei o Egipto. Mas confesso que tenho uma vontade crescente de entrar por ele adentro e de me misturar com o seu povo nas ruas buliçosas e caóticas do Cairo.



Revolução Egípcia

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Trabalho


Escorpião Azul em Casa - Akakus - Líbia
Fotografia de Artur Matias de Magalhães

Trabalho

Os meus dias correm prazenteiros porque inundados de Sol e de Trabalho sem fim. No Sol não mando, e é pura coincidência que ele brilhe a rodos por estes dias, mas mando na minha estratégia de sobrevivência que me faz esquecer... por vezes... que existe um ME e que existem as suas políticas tão nefastas para toda a comunidade educativa deste país.
E que estratégia é esta? Pois é trabalho sem fim, que o trabalho de professor que se preza não acaba nunca e há sempre coisas pendentes e adiadas.
Os meus dias são agora passados entre aulas propriamente ditas, trabalho para o PTE, Direcção de Turma, sessões do clube "História em Movimento", acção de formação do sexo, trabalhos práticos para a acção de formação do sexo, reflexão individual sobre a acção de formação do sexo, renovações de apresentações em PowerPoint para o 8º ano, contactos diversos com as instituições locais, blogar por aqui e blogar por acolá, fazer de fotógrafa a torto e a direito, principalmente na escolinha, criadora de SlideShares que eu e eles já somos tu cá, tu lá, burrocracias diversas, ai as burrocracias... as dispensáveis burrocracias... ah! e agora, não esquecer!, guardo um bocadinho do meu dia para aliviar o stresse entalando entre duas bolas aquele que eu não nomeio.
Nada de especial, portanto. Afinal esta é a vida de muitos de nós, não é assim?

E por vezes ausento-me... e monto acampamento no sopé de dunas gigantescas que percorro, devagar, fazendo-as cantar mesmo por debaixo dos meus pés descalços... descalços sobre um mar de areia...

Aliviar o Stresse

Aliviar o Stresse

O jogo intitula-se "Um Primeiro-Ministro muito flexível" e o personagem faz-me lembrar alguém que eu agora não nomeio.
Confesso que adoro encravar o figurão entre duas bolas e de pernas para o ar... e não, garanto que este post não tem nada de pornográfico.
Ora confirme aqui e alivie o stresse.

Nota - Thanks, Paula! Amei.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Parabéns a Nós!

Parabéns a Nós!

Osória, estamos de parabéns! A nossa Escola é uma das 100 escolas vencedoras do concurso Aprender a Inovar com TIC com o nosso Agitar@sTIC. Confere aqui. O mesmo podem fazer todos os que por aqui passarem. Confirmem se a vossa Escola faz parte desta lista de 100.
Parabéns a nós! Ao trabalho!

Bismillah - Em nome de Alá

Bismillah - Em Nome de Alá

Uma aproximação ligeira ao mundo dos outros.
Hamdu Lillah - Louvado seja Alá.
Música de Yusuf Islam... talvez para muitos somente reconhecível como Cat Stevens.

Egipto a Ferro e Fogo

Egipto a Ferro e Fogo

Era bom que Mubarak saísse a bem.
E contraponho ao caos e à violência esta beleza de árabe que me continua a fascinar pela sonoridade musical.





Thanks, Donatien, pela partilha deste vídeo.

Apoio ao Povo Egípcio

Apoio ao Povo Egípcio

Pode apoiar aqui. Sim à Democracia, à Liberdade, à Igualdade, à Fraternidade. Porque o que é bom para nós, deve ser bom também para os outros...
Thanks, Em@!

Aula Assistida - Versão Dois - CEF


Museu Guggenheim -Bilbau - País Basco
Fotografia de Artur Matias de Magalhães

Aula Assistida - Versão Dois - CEF

Se a primeira foi uma aula mais teórica, esta foi uma aula eminentemente prática. A turma foi exactamente a mesma, o meu CEF de Pastelaria e Padaria, do qual sou Directora de Turma, e convém frisar que esta opção foi da minha exclusiva vontade e decorreu de uma escolha minha e só minha.
Já escrevi muitas vezes neste blogue sobre a minha paixão pelo desafio, seja ele de que tipo for, o que faz de mim uma pessoa assim para o destemida, a amar coisas excessivas e tarefas espinhosas.
É o caso dos meus queridos alunos de CEF. Rejeitados por muitos, dos que sempre puderam escolher níveis e horários, vieram parar às minhas mãos de professora de quadro de zona, um ano aqui e outro ali. Recebi-os de braços abertos e tarimbei com eles, mas como tarimbei com eles! acumulando uma experiência e um Saber Fazer que só se adquire passando pelas situações, algumas quase inacreditáveis, que eu já tive de vivenciar ao longo da minha vida profissional. No meu último ano de ESA só à minha conta tive cinco turmas destas e levei-as todas a bom porto, sem precisar de consultas de psiquiatria.
Ok! Eu sei que sou resistente.
Ora como manter a minha coerência entre o afirmado, escrito, praticado agora que esta miserável avaliação de desempenho mais do que doente aterrou, obrigatória, sobre a minha cabeça?
Pois, Anabela Maria, terás aulas assistidas na tua turma de CEF, para que a bota encaixe na perdigota e para que ninguém ouse sequer pensar seja o que for.
Gosto da transparência. Aliás não é por acaso que não uso cortinas nas minhas janelas transparentes por onde entra a luz, por vezes a rodos, dos raios de Sol que me aquecem a alma.
E assim foi. Hoje foi tempo de ter a segunda e última aula assistida duma avaliação de desempenho que não reconheço como aceitável, por muitas e variadas razões já expostas neste blogue. A aula decorreu de forma absolutamente normal, tal e qualmente como a esmagadora das aulas por mim leccionadas, com os alunos a trabalharem respeitosa e ordeiramente em pequenos grupos previamente definidos, com acesso à Internet nos seus PCs. Trabalharam afincadamente e de forma responsável, todos a saberem o que tinham que fazer, não houve idas a sites indevidos, não houve escapadelas ao Face nem ao HI5 e todos iniciaram já as suas apresentações em PowerPoint, sobre os países que compõem a CPLP, que serão posteriormente publicadas numa página web pessoal que todos aprenderão a construir no Google Sites, no âmbito de TIC.
Quem diz que os alunos de CEF não trabalham? Vão-me desculpar, mas os meus têm de ser retirados desse filme. E eu como professora também.

Nota - Parabéns alunos meus. Garanto-vos que se comportaram bem melhor do que muitos professores em formação prática.
Beijinhos!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mubarak Must Go!

Mubarak Must Go!

Confesso-me espantada pelo civismo, elevação e maturidade democrática demonstrados pela população egípcia durante os protestos que ainda hoje decorrem. É que um milhão ou dois milhões de pessoas na rua constituem, para mim, qualquer coisa de inimaginável e bem sei o perigo e a facilidade do atear de fogos incontrolados entre multidões. Para mais constituídas por gente de sangue na guelra e paixão a transbordar por todos os poros.
Mubarak must go! Sob pena de esticar ainda mais a já de si demasiado esticada corda.

Parcerias


Auto-Retrato e Peça de Cerâmica - Museu Amadeo de Souza-Cardoso
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Parcerias

As instituições têm de abrir-se ao exterior, sejam elas Escolas, Museus, Bibliotecas, Centros de Saúde, Igrejas...
O tempo de cada um trabalhar para o seu canto, voltado para o seu umbigo, acabou, não voltará mais e evoluirá no sentido, inevitável, duma maior visibilidade do trabalho encetado, duma maior visibilidade do risco assumido que se corre quando se dá um passo em frente, mesmo se algures na trajectória podemos antever um possível passo atrás, ou mesmo para os lados, para depois retomarmos a caminhada, imparável para quem permanece vivo e assim se sente.
É o meu caso. Sinto-me viva e sei que sou viva. E conheço-me bem. E sei que não faz parte da minha natureza permanecer passiva perante o mundo que me rodeia, vendo-o passar, pasmada ou indiferente. Mantenho-me extremamente crítica e critico porque amo e porque me envolvo com paixão, por vezes assolapada. Mas também actuo sobre o que me rodeia, procurando alterar o que me parece menos bem, procurando melhorar o que me parece francamente mal. Detesto o marasmo, o deixa andar, o adiar para amanhã quando se pode fazer hoje.
aqui deixei expresso, por inúmeras vezes, o meu desconforto perante as salas despidas e desumanizadas por onde ao longo da minha vida passei. Salas pertença de ninguém e/mas de todos, que permaneciam imutáveis ano após ano, excepto na degradação de pinturas e vernizes.
Colocada um ano aqui, um ano ali, nunca tive hipótese de fazer diferente, excepto na Escola EB 2/3 de Amarante, com a criação da Sala de História do 3º Ciclo, de que fui grande impulsionadora num dado Verão em que chegada a Setembro ou Outubro, e já com as apresentações feitas aos "meus" alunos, fui parar à ESA e adeus trabalho iniciado. E ali permaneci, na ESA, durante quatro longos e conturbados anos.
Voltei no ano lectivo transacto a esta mesma Escola, finalmente com vínculo a este Agrupamento de Escolas de Amarante e encontrei a sala de História quase tal e qual como a tinha deixado. O projector de slides que eu doei à EB 2/3 estava no mesmíssimo sítio, o meu dossier com planificações de aulas e cópias de acetatos, carregado de pó, no mesmo sítio estava, o globo que o Magalhães comprara lá estava também.
Primeiro passo e urgente - limpeza geral e a fundo.
Segundo passo e urgente - humanização da sala e apetrechamento da mesma com um espólio que é meu e que aí restará em depósito pelo tempo em que eu permanecer nesta Escola, que por agora é casa minha.

E agora Anabela Maria? O que fazer a seguir para satisfazer uns dados alunos sócios do Clube de História, de espírito curioso que reagiram hiper-bem à criação de um Centro de Recursos desta mesma disciplina e que constantemente solicitam obras para lerem ou visionarem em casa?
Pois, é aqui que entram as parcerias. Os meus neurónios irrequietos pularam de excitação perante a ideia de solicitar doações de obras quer da Biblioteca Municipal Albano Sardoeira, quer do Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso e, se melhor pensei, melhor o fiz, enviando dois e-mails ao Presidente da Câmara, Dr. Armindo Abreu, que, gentilmente, respondeu de forma afirmativa aos meus pedidos e a quem agradeço a colaboração em meu nome pessoal, dos alunos e da Escola que represento. A primeira encomenda já está ao serviço dos alunos. A segunda, mais volumosa, vai a caminho e servirá de recheio precioso à Sala de História do 3º Ciclo da Escola EB 2/3 de Amarante pois hoje foi dia de aproveitar o sol radioso que por aqui se faz sentir e de reentrar no Museu para recolher a tão esperada encomenda de livros de arte sem fim. Pelo caminho agendei já uma palestra sobre a Vida e Obra de Amadeo, que ocorrerá nas instalações da EB 2/3, em data a combinar, mas que será sempre a uma sexta-feira, pelo último tempo da tarde. Aproveito para agradecer a todo o pessoal que faz parte do staff do Museu a disponibilidade, simpatia e bom acolhimento demonstrados em todas as ocasiões em que, com ou sem alunos, aí me desloquei.
As instituições locais têm de dar as mãos e de se enlaçar potenciando formas de intervenção responsável na Comunidade, Comunidade da qual fazemos parte integrante. Assim faremos. As sementes estão agora lançadas.
De resto, o caminho faz-se caminhando. De preferência com um sorriso rasgado de orelha a orelha pela consciência tranquila do trabalho encetado que continuará e que, espero, dará os seus frutos.
 
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