terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Novas da Educação

Novas da Educação

Sem pachorra para comentários, deixo aqui o link para a notícia.

Os Políticos Abaixo de Cão


Os Políticos Abaixo de Cão

Na oposição falam assim. No poder fazem assim.
E qual o efeito que em mim provocam?
Pois, efeito de profundo asco.

O país está refém deles?

Petição pelo Julgamento de Sócrates

Petição pelo Julgamento de Sócrates

Já ultrapassou as 30 mil assinaturas.
Ora leia aqui. Entretanto, se a quiser assinar, ainda vai a tempo.

Estará Tudo Tolo?

Estará Tudo Tolo?

Professores e funcionários de uma escola básica de Matosinhos deixaram alunos sozinhos na escola para irem cantar as Janeiras ao senhor presidente da câmara?!
Estará tudo tolo? Se o que está aqui relatado corresponde à verdade, está! Não tem que saber.

Os Políticos Abaixo de Cão

Os Políticos Abaixo de Cão

Um dos exemplos enquadrável nesta categoria, e ele há muitos à escolha do freguês, é este, que, não respondendo criminalmente pelos seus actos e decisões políticas, tal como muitos outros que enxameiam o Estado no continente, se deu ao luxo de gastar à tripa forra, até ao último minuto em que o pôde fazer, culminando a loucura num gasto estimado em vários milhões de euros que literalmente estouraram, desfazendo-se, nos céus do lindo arquipélago aquando da passagem de ano. É claro que a conta será paga. Mais cedo ou mais tarde e quem vier a seguir que feche a porta, não é assim?
Entretanto ficaram por pagar facturas que já deveriam estar mais do quer pagas há anos e os representantes deste estado não se ensaiam, nem se envergonham, de fazer desta "coisa espécie de magazine," que desgovernam, uma "coisa espécie de magazine caloteira do mais vergonhoso", asfixiando todo um sector de actividade que já está de corda na garganta e que coloca em risco postos de trabalho sem fim.
Jardim não pagou as contas? Desviou o dinheiro para obras faraónicas?
E ele importado com o buracão do bicho da madeira...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sem Vergonhice


Sem Vergonhice

Confesso-me cansada de comentar o que jamais deveria acontecer e que teima... teima... teima em permanecer... enfim, a sem vergonhice total.
Parabéns, pá novo!

"As nomeações para a EDP são um mimo. Catroga, Cardona, Teixeira Pinto, Rocha Vieira, Braga de Macedo... isto não é uma lista de órgãos societários, é a lista de agradecimentos de Passos Coelho. O impudor é tão óbvio nas nomeações políticas que nem se repara que até o antigo patrão de Passos, Ilídio Pinho, foi contratado."
Pode continuar a ler aqui, as palavras de Pedro Santos Guerreiro que eu subscrevo.

Valentino

Valentino

As imagens são muito belas... surripiei-as à minha sobrinha blogger, tratadora do Things Lovely!

Parabéns!

Parabéns!

O Camaleão, que eu nunca vi em concerto, fez ontem 65 anos.
Os meus parabéns! Atrasados... porque mais vale tarde que nunca.


Pobreza de Espírito?

Pobreza de Espírito?

É certo que os jovens andam, na actualidade, literalmente pendurados nos seus telemóveis mais parecendo que estes são uma extensão dos seus corpos, mais parecendo que estes são uma extensão das suas mãos, quiçá até dos seus dedos. Vai daí, e a acreditar neste estudo, os jovens portugueses enviam, em média, mais de 100 mensagens ao dia... por certo para tratarem de assuntos inadiáveis, para tratarem de negócios urgentes e/ou para resolverem casos daqueles de vida ou morte que exigem contacto e actuação imediata.
Confesso que olho para o número sem estupefação, pensando apenas que eu pertenço a uma geração bem mais contida... enviarei 100 mensagens ao ano?! Huuummm.... duvido!

(In)Justiça

In(Justiça)

Quanto mais a Justiça portuguesa se entretiver nestas trapalhadas mais aumentarão as nossas certezas relativamente a um sector que se apresenta aos nossos olhos como falhado, imundo, tudo menos Justo.
A sem vergonhice não tem fim? Não poderá existir um processo mediático sem fait-divers?

Gabriel Garcia Marquez - Carta de Despedida

Gabriel Garcia Marquez - Carta de Despedida

Thanks Miguel Rubim!
Gostei tanto que surripiei...

domingo, 8 de janeiro de 2012

Reencontros

Francesas e Alemãs - Amarante - Anos 70
Fotografias sobre Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Reencontros

Reencontrar velhos amigos do início da adolescência nesta idade em que agora nos encontramos, uns dobrarão em breve os 50 e outros já os dobraram, desemboca, inevitavelmente, em conversas que escoam memórias a rodos conservadas nos confins dos nossos cérebros que, estimulados pelo aconchego da temperatura ambiental, pelo aconchego do nosso estômago pacificado pelo excelente jantar, pelo aconchego da agradável companhia entre gente que se conhece desde sempre, reagem a bom reagir e recusam-se a parar de desfiar histórias engraçadas de tempos imperdíveis que não voltam mais.
Assim surgiu a história, que eu já não lembrava, anterior à televisão a cores, do filtro colorido que se colocava à frente do écran e que dava às imagens a preto e branco uma tonalidade de azul? que o meu pai descortinou sei lá eu onde e que deve ter estado na moda no Portugal dos anos sessenta, década gloriosa em que eu nasci.
Assim surgiu a história do Zé Peixinho... quem é o Zé Peixinho? e ele sentado ao meu lado... eheheh... que nadava sem parar e fazia Poços-Frariz num abrir e fechar de olhos tal e qual como hoje faz Amarante-Marco apenas com pequenas diferenças - antes pela água, agora pela estrada, antes a nadar, agora a correr, antes para jusante, agora para montante de um Tâmega sempre presente nas nossas vidas de Amarantinos e de estrangeiros do Porto e estrangeiras de terras de Espanha, Alemanha, França, Holanda...
Sim, Amarante tinha muitos e bons argumentos à época, pois para além da paisagem imaculada e muito bela que constituía toda a Vila, para além de um rio maravilhoso que era nosso albergue durante todo o Verão até à festa de despedida do 27 de Setembro, Amarante tinha ainda um atractivo fundamental - uma juventude simpática e bela, constituída por rapazes e raparigas que, apoiados na força da sua adolescência, davam os primeiros passos na libertação das últimas amarras já derrubadas pelo 25 de Abril de 1974 e que se espalhavam como ondas de choque da capital para a província e que tudo vieram baralhar para dar de novo, em termos de mentalidades.
"Somos livres!" gritávamos novos e velhos... mas a liberdade teria de chegar também para as raparigas... eheheh... e assim chegou.
Hoje, passados quase quarenta anos destes tempos quentes e generosos, em que tudo parecia poder dar certo, as recordações jorraram entre gargalhadas muitas e entre sorrisos mais do que cúmplices só possíveis em quem partilha tanta e tanta memória, tanta e tanta recordação.
E projectos para o futuro? Ainda há quem os tenha. E ainda há quem olhe a vida com entusiasmo. Amanhã será, certamente, melhor do que ontem.

Nota - Este post é inteiramente dedicado a um velho amigo de infância agora reencontrado.

sábado, 7 de janeiro de 2012

A Grana Sumiu

A Grana Sumiu

Porreiro, pá!



Com os meus agradecimentos à Inês Queirós.

Secretas, Deputados e Transparência

Secretas, Deputados e Transparência

Devem os deputados declarar a que organizações ou sociedades secretas pertencem?
A troca de argumentos tem sido calorosa e agitada e há, naturalmente, quem defenda que Não, como por exemplo Ângelo Correia e quem defenda que Sim, como por exemplo Ribeiro e Castro.
Para mim, defensora intransigente da transparência profissional que deve e tem de estar sempre acima de qualquer mácula, é impensável outra resposta que não a afirmativa.
Aliás até vou mais longe - a pertença a estas organizações e sociedades secretas, que por vezes assumem interesses contrários ao bem comum, deveria ser impeditiva, por si só, do exercício de cargos políticos.
Agora vejamos a situação actual - ficaríamos sem líderes parlamentares nas bancadas do PS, PSD e CDS.
Que coincidência chata. Sempre os mesmos, não é? Sempre juntinhos, juntinhos...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Petição

Petição

Pela transparência fiscal. Se está de acordo com o texto, assine.

A Palavra ao Daniel Oliveira

A Palavra ao Daniel Oliveira
por Daniel Oliveira
Guardo para o Expresso em papel desta semana a minha opinião sobre o caso Jerónimo Martins. A um triplocomendador devemos garantir um estatuto especial. Por agora, queria apenas escrever sobre a reação de alguns jornalistas e comentadores ao caso.
Perante a justificada indignação de muita gente, mais por a figura em causa se ter dedicado, no último ano, a repetidas lições de patriotismo a políticos e cidadãos do que por o caso em si, os relações públicas da Jerónimo Martins tiveram a vida facilitada. Dali vieram apenas os primeiros "esclarecimentos". Ainda o caso não era caso e já abundavam notícias contraditórias, explicações de fiscalistas e artigos de opinião que oscilavam entre as acusações a um Estado que teima em ainda cobrar alguns impostos a grandes empresas e o derradeiro e infantil argumento de que "os outros fazem o mesmo". Sempre que está em causa um grande empresário a cena repete-se: a reação em defesa da sua honra é imediata e empenhada.
Nada de mal. Todos têm direito ao contraditório (e é dele que nasce o esclarecimento público), mesmo quando a defesa da incoerência de comportamentos parece difícil. O que espanta é que este empenhamento pelo pluralismo na defesa do bom nome de quem é criticado não se alargue a todos os sectores da sociedade e seja sempre muito mais militante quando estão em causa pessoas com um enorme poder económico.
Por causa deste caso, estive a rever entrevistas na imprensa e na televisão feitas a Alexandre Soares dos Santos. Como costumo prestar pouca atenção aos conselhos que esta gente dá à Nação - cada um dá atenção a quem quer e, com todo o respeito por merceeiros, não os considero mais habilitados do que qualquer outro cidadão para o debate político -, tinha matéria para rever. Fiquei atónito. Não se pode dizer que tenha lido e ouvido entrevistas. Os jornalistas (quase sempre de economia) pedem conselhos e dizem frases para as quais esperam a aprovação do senhor. É uma amena cavaqueira onde nada de difícil, embaraçoso ou aborrecido é perguntado. Nunca é confrontado com contradições, incoerências ou dificuldades. Nada se pergunta sobre a relação da sua empresa com os produtores nacionais, com os seus trabalhadores ou com o Estado. E havia tantas coisas para perguntar. Não se trata de uma entrevista a um empresário, com interesses próprios, mas a um "velho sábio" que o País deve escutar com todo o respeito.
Trata-se de um padrão e não de um tratamento especial ao dono da Jerónimo Martins. Se ouvirmos as entrevistas a banqueiros ou outros grandes empresários acontece o mesmo. O que me leva a perguntar: de onde vem esta bovina subserviência de tantos jornalistas perante o poder económico, que não tem paralelo com qualquer outro poder, sobretudo com o poder político?
Explica-se de três formas: dependência, concorrência e imitação.
A dependência é a mais simples de explicar e talvez a menos relevante. A comunicação social não depende do poder político. Não é ele que lhes paga as contas. Depende de quem detém os órgãos de comunicação social e de quem neles anuncia. Claro que há notícias más para os empresários. Se não houvesse, dificilmente teríamos alguma pergunta embaraçosa a fazer a este senhor. Mas perante este poder o jornalista pensa duas vezes, vê os dois lados da questão e procura todas as fragilidades da informação que dispõe - coisa que, sendo outros os sujeitos, tantas vezes se esquece de fazer. Isto, claro, se for sério. Se não o for fecha o assunto na gaveta e não pensa mais no assunto.
A concorrência tem mais a ver com o poder político. A ideia de que a comunicação social é um contrapoder é absurda. E a de que é um quarto poder é um equívoco. Os media não são um poder autónomo, são um salão onde se cruzam os vários poderes. E o poder político também. Por isso, é com este, que tem a legitimidade representativa que falta aos jornalistas, que os jornalistas concorrem.
A imitação vive mais do simbólico. Os jornalistas são uma classe muito particular: a proximidade que têm dos poderes - que os namoram e seduzem - dá-lhes a ilusão de poder. A sua fragilidade profissional (cada vez maior, com a crescente proletarização da profissão) torna-os extraordinariamente fracos. A sua osmose com o poder dominante fá-los repetir o discurso hegemónico de cada momento. E esse discurso é definido pelo poder mais forte de cada momento. E esse poder é, hoje, o económico e financeiro. Sendo de classe média, o jornalista de economia tende a pensar como um rico. Não representando ninguém, o jornalista de política tende a pensar como se fosse eleito.
É por tudo isto que devemos ter em atenção três premissas. A primeira: a independência do jornalista não depende de quem é o seu empregador. Nem a empresa privada garante maior autonomia que o Estado nem a coragem de um jornalista depende do seu patrão. Ou tem, ou não tem. A segunda: sendo a comunicação social fundamental para a democracia ela não substitui a democracia. A opinião de um jornalista não é mais descomprometida e livre do que a de qualquer outra pessoa, incluindo os agentes políticos tradicionais. E a opinião publicada (a minha incluída) não é a mesma coisa que a opinião pública. A terceira: os jornalistas não têm como única função fiscalizar o poder político, mas fiscalizar todos os poderes. Incluindo o seu. Quando não o fazem tornam-se inúteis.
Publicado no Expresso Online
Nota - Com os meus agradecimentos ao Idalino pelo envio do artigo.


Educação - O Exemplo Finlandês

Educação - O Exemplo Finlandês

Os vídeos foram surripiados ao Ramiro.



A Palavra a Manuela Moura Guedes

A Palavra a Manuela Moura Guedes

Em miúda, tive alguns clubes secretos. Os ‘Camisolas Grenat’ (facilmente identificáveis) reuniam-se com palavra-passe de entrada, juramentos de sangue e tesouros escondidos, defendidos a espada, fisga ou a punho e pontapé. Foi muito divertido e salutar, mas este gosto pelo secreto e rituais tem uma fase própria na vida, de crescimento, infantil, e deve ficar por aí.
A menos que não se viva numa Democracia e que a Liberdade de expressão, associação ou reunião seja proibida. Em Democracia, não faz sentido haver sociedades secretas como a Maçonaria. Os maçons até podem ser pessoas que não brincaram em pequeninos, só que a brincadeira é levada muito a sério e mistura-se com o mundo real. Dão-se muito bem na vida, de uma forma geral. Não sei se é apenas coincidência ou se tem a ver com a fraternidade que os une e os faz ajudarem--se mutuamente nas áreas a que cada um se dedica cá fora – na Sociedade que a Maçonaria quer "mais livre, mais justa e igualitária", mas com hierarquias, graus e com dever de obediência, tal como a Irmandade funciona em secretismo. Imagine que um juiz maçon tem para julgar um arguido maçon de um grau superior.
Pede escusa? Alguma vez aconteceu? Sabe-se quem são os juízes maçons? E é compatível a independência da magistratura com esta lógica de obediência maçónica? Isto estende-se a toda a área da Justiça e a quem ocupa lugares públicos ou relevantes. Imagine um ministro maçon decidir sobre uma Parceria PP com um empresário maçon de grau superior... É estranho que quem quer o "desenvolvimento espiritual do homem" faça disso um segredo, porque é enternecedor saber que isso junta Miguel Relvas, Jorge Coelho, Abel Pinheiro, Isaltino Morais, Emídio Rangel, Rui Gomes da Silva, Almeida Ribeiro (ex-espião e assessor de Sócrates), Heitor Roma (ex-espião), António Vitorino, Henrique Monteiro (‘Expresso’), Armando Vara... alguns são maçons dessa grande loja Universalis que reúne empresários, políticos e, como na Mozart, ex-Secretas. Com tão altos desígnios, vamos dar-lhes a Luz que procuram e fazê-los declarar, como interesse, a sua dedicação maçónica. Talvez assim se livrem da fama de que a Maçonaria serve para ter poder, muito poder e dinheiro... e dar-se bem na vida!
Nota - Com os meus agradecimentos ao anónimo que me enviou este link.

E sobre este assunto, absolutamente nojento, em que parece cruzar-se tráfico de influências, política, políticos, secretas... e o mais que já se sabe e o mais que talvez se venha a saber e que tolhe o desenvolvimento do país, e o aprisiona, pode ler também esta notícia que nos dá conta da fuga de maçons desta loja com nome de músico excepcional - Mozart.
E, ao que parece, "há quem a use para formar gangs". As palavras não são minhas e vieram daqui.

Homenagem - Home

Homenagem - Home

Neste início de ano, partilho com os meus leitores imagens fabulosas de um planeta fantástico chamado Terra e aproveito e rendo-lhe homenagem. Vejam tudo. Garanto-vos que a beleza da Nossa Mãe chega a ser comovedora.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Pingo Doce na Holanda

Pingo Doce na Holanda


Blogs do Ano 2011 - Concurso

Fotografia retirada daqui.

Blogs do Ano 2011 - Concurso

Confesso que me sinto honrada pelo facto de me ter deparado com o meu blogue "Anabela Magalhães" incluído na votação a concurso para o melhor blog do ano de 2011, na área da Educação, promovido pelo Aventar.

"O Aventar organiza pela primeira vez um concurso de blogs com o objectivo de promover e divulgar o que de mais interessante se faz na blogosfera portuguesa e de língua portuguesa."

Obrigada por me incluírem nesta categoria, obrigada por me colocarem em tão excelente companhia e já agora aproveito para dar os parabéns a todos os companheiros blogosféricos seleccionados pelos tratadores do "Aventar"
Quanto a mim, sem pretensões a nada, aqui estou eu, procurando ser apenas eu própria.


Educação

Esclarecimento








Esclarecimento

Clique sobre a imagem para ampliar.

Enganado/Equivocado

Enganado/Equivocado

"Hoje em dia, muitos portugueses já pensam `volta sócrates, estás perdoado`". 

António Domingues de Azevedo, actual Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, parece-me engando. Pelo menos quanto a mim encontra-se redondamente enganado/equivocado.
É que eu continuo a pensar e a afirmar "Volta Sócrates, quero-te julgado!".

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Portugal Não Poupa no Hotel?


Portugal Não Poupa no Hotel?

Não, nem no hotel, nem em muitas outras coisas. Por exemplo também não poupa em estupidez, abundante em certas pessoas que gastam porque a conta não lhes pesará nos bolsos.

Novas da Grécia

Novas da Grécia

Más.

Novas da ESA

Escola Secundária de Amarante - S. Gonçalo - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Novas da ESA

A primeira fase da obra da Escola Secundária de Amarante, obra a cargo da Parque Escolar, está já concluída e foi já inaugurada neste início de segundo período. Garanto-vos que este pavilhão C, que vereis ao clicar aqui, (clicai logo de seguida no avançar), não tem nada a ver com aquele onde eu trabalhei em tempos que já lá vão.
O orçamento é pesado, quanto a mim até exagerado - 15 milhões de euros são muitos milhões - e é certo que todos nós os pagaremos mesmo que a chorar baba e ranho. Este e todos os outros investimentos que herdámos do inginheiro. Mas é também claro que esta obra é uma mais valia para o concelho de Amarante e para todos quantos povoarão as novas instalações xpto.
Por agora desejo que todos estejam à altura de as poderem e saberem usufruir. Estarão? Veremos.
Para já desejo-vos felicidades, a todos, sem excepção.

E Pedro, a tua imagem no final ficou 5 estrelinhas, rapaz!

Nota - As fotografias que ilustram este post são de um dos barracões pré-fabricados que povoavam o nosso espaço na antiga ESA que agora está a desaparecer. O Barracão era miserável, mas o professor António João Abreu orientou uma sua turma de Artes que se encarregou de o vestir com novas roupagens até ele ficar assim, muito belo, e a cheirar a Amadeo de Souza-Cardoso.

Contestação à Avaliação

Contestação à Avaliação

O ciclo completa-se. Sejam bem-vindos ao mundo real. E provem deste veneno espalhado a torto e a direito pelas escolinhas de Portugal.

Boicote ao Pingo Doce


Boicote ao Pingo Doce

Já começou. E avança vigoroso.

A Curta Dia de Visita e o Miguel Rubim

A Curta Dia de Visita e o Miguel Rubim


Confesso que o Miguel Rubim sempre prometeu, pelo menos desde que eu o conheci, algures pelos anos setenta, aqui mesmo em Amarante, guiado pela mão do seu primo mais velho, Zé Rubim de seu nome.
O tipo sempre teve pinta de artista, era um dos caçulas do nosso vasto, por vezes vastíssimo, grupo... que nós gostávamos de nos movimentar aos molhos, rapazes e raparigas amarantinos que, à época, abrilhantávamos o burgo com as nossas risadas e os nossos passos apressados em direcção aos Poços, ao Campismo, ao Alcino dos Reis, ao Café-Bar... ao que calhava...
Mantive o contacto com o Miguel até aos vinte e poucos anos e depois... caput! O Miguel escafedeu-se da minha vida  e da vida de muitos amarantinos e evaporou-se na neblina do Porto.
Antes do Natal tive a maravilhosa surpresa de o rever, quase passados trinta anos... eheheh... quem diria?! que surpresa surpreendente e boa e eis que passámos a noite a falar dos nossos bons velhos tempos de férias de Verão, e do resto, amarantinas sempre, que teimavam em esticar, esticar... e duravam até dizer chega para nosso proveito e falámos de toda  a gente daqui, de tantos e de tantas... íntimos, íntimas... sem nos esquecermos das alemãs... pois claro! Que memórias boas partilhámos nós, eu e ele, ele e eu, extensivas a tanta tanta gente daqui...
Pois hoje deixo um cheirinho de Miguel. Não é que o tipo se fez mesmo actor?

Trailer da curta-metragem de ficção Dia de Visita escrita e realizada por Luís Vieira Campos e produzida pela Filmes Liberdade com o apoio da Imosermec SA. Com: Sandra Salomé e Miguel Rubim. Direcção de Fotografia: Manuel Pinto Barros. Som: Miguel Santos. Música: Manel Cruz.

E se quiserem saber mais sobre esta curta cliquem aqui que o saberão pela TSF.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A Palavra a Rui Tavares

A Palavra a Rui Tavares

Porque tem tudo a ver com o meu post anterior.
Obrigada, Ana Cristina Leonardo!

Jerónimo Martins

Jerónimo Martins

Nunca fui cliente. Jamais serei. E jamais esquecerei que num momento de dificuldades extremas este "tubarão" foi um dos que deu frosques, isto quando este ano, ano de crise aguda, grave ou esdrúxula já para tantos e tantos portugueses, este grupo viu os seus lucros aumentarem apesar das dificuldades generalizadas num ano em que faliram empresas atrás de empresas e em que foram lançadas milhares e milhares de pessoas no desemprego.
Estas manobras capitalistas, que hoje levam o capital daqui para ali, ontem trouxeram-no dali para aqui e assim sucessivamente, de países menos vantajosos para países mais vantajosos, para offshores e para mais não sei o quê, em que o capital fala sempre mais alto e é apátrida, não deviam ser permitidas. Estas manobras estuporam o mundo e estuporam-nos a nós com ele.
O grupo Jerónimo Martins começou aqui, em solo português e sem os portugueses hoje seria nada. Pois o pagamento chegou hoje em forma de agradecimento.

Subscrevo as palavras do Nicolau Santos, para ouvir aqui.

A Palavra ao Azul Escuro Ou Onde É Que Eu Já Ouvi Isto?

A Palavra ao Azul Escuro Ou Onde É Que Eu Já Ouvi Isto?

Azul escuro - português de 2ª (FP) confiando que tudo vai ficar muito pior e isto é só o começo Diz:


#5
Como é diferente a vida na oposição da vida no poder.
Na minha escola os membros da direcção não entregaram os OI da 1ª ADD, ganharam as eleições contra uma direcção afecta a MLR, mas depois …..
1- Decidiram préviamente como atribuir as quotas;
2 – Chumbaram propostas e obrigaram os relatores a alterá-las já depois de as terem dado a conhecer aos avaliados;
3 – Houve propostas apresentadas na comissão com os avaliados a terem que assinar as alterações como se fosse o documento original/ único;
4 – Houve propostas apresentadas à comissão, depois de reformuladas, diferentes das dadas as conhecer (e assinadas) aos avaliados;
5 – Subverteram a lei pois só depois dos avaliadores terem alterado as suas propostas é que a comissão se pronunciou, tendo havido “apoio unânime” às propostas dos relatores.
Como devem imaginar nimguém, mas ninguém se atreve a constestar a sua avaliação, alguns porque não sabem que devem contestar a que assinaram e concordaram, ou a que foi apresentada na Comissão, ou a que foi aprovada….
Suponho que nada disto se passou na avaliação da direcção …

Post inteiramente retirado da caixa de comentários do blogue do Paulo Guinote.

A Avaliação Comunista ou o Milagre das Rosas

A Avaliação Comunista ou o Milagre das Rosas

Hoje vou dedicar este post à avaliação dos alunos na minha escola, no meu grupo, decorrente dos critérios de avaliação que nos são impostos, em larga medida, pelo pedagógico, mas não sem antes fazer uma espécie de introdução mais generalista para os menos familiarizados com estas questões da avaliação.
Devo referir que o que se passa por este país fora em matéria de avaliação de alunos é múltiplo, variado, complexo e, em alguns casos, até vergonhoso. Desde critérios que contemplam 90% para a componente cognitiva e 10% para a restante componente sócio-afectiva, de atitudes e valores ou lá como lhe chamam nos milhares de escolas deste país, até 40% para a componente cognitiva e 60% para o resto, não sei se há pior!, ao longo destes anos já fui sabendo de tudo e mais alguma coisa e já fui abrindo a boca de espanto por serem professores a definir, e a decidir, maluqueiras atrás de maluqueiras que só servem para enganar tolos.
Escusado será dizer que os meus alunos obterão resultados completamente diferentes conforme a escola onde eu me encontre a leccionar e os critérios que eu for obrigada a respeitar, e eu respeito-os sempre, e escusado será dizer que as avaliações internas que eu faço aos meus alunos serão sempre diferentes das avaliações externas dos mesmos, tanto mais diferentes quanto os critérios menos contemplarem a importância da componente cognitiva, única componente avaliada na avaliação externa. Não quero avançar mais sem antes constatar aqui, e por escrito, que fico sempre de boca aberta até às orelhas ao ver professores a compararem o que não é comparável, avaliação interna e avaliação externa, num exercício desonesto ou pelo menos estúpido e parvo que me deixa literalmente de cabelos em pé, no mínimo, e ainda bem que são curtos, os cabelos, ou faria uma figureta desgraçada e deveras insólita. Escusado será dizer também que, a existir comparação, ela teria/terá sempre de se fazer entre dados da avaliação da componente cognitiva interna e da avaliação externa e assim é que está correcto e assim é que é honesto e assim é que é válido. E ponto final e não me venham com tretas.
Posto isto vamos então aos critérios de avaliação em vigor na minha escola, no meu grupo, que são públicos, do meu ponto de vista correctamente porque quem é avaliado tem o direito de saber como é avaliado e o que conta para a sua avaliação.
Apenas mais um parênteses para quem não está muito habituado a estas matérias - mesmo dentro da mesma escola existem flutuações e variações de grupo para grupo, quer quanto aos parâmetros avaliados, quer quanto aos respectivos pesos e existem mesmo variações nos pesos atribuídos às várias componentes - cognitiva...  e blá blá blá...
Posto isto, para o meu grupo, História, 3º Ciclo, a distribuição é de 70% para a componente cognitiva e 30% para a componente atitudes e valores.
Ora a distorção que isto implica na avaliação é qualquer coisa de extraordinário, e para mim excessivo, e um dia destes resolvi explicar tudo isto tim tim por tim tim a uma pessoa que me é muito próxima, mas nunca foi professora, para colher a sua opinião exterior e dei-lhe um exemplo concreto, tirado ao acaso do meu espólio avaliativo que guardo religiosamente para poder esfregar, em caso de necessidade, na cara de alguns parvos que gostam de mandar umas bocas foleiras quando para aí estão virados.
Pois numa turma de 20 alunos, o resultado da avaliação na componente cognitiva foi:

5 níveis 2
7 níveis 3
5 níveis 4
3 níveis 5

Depois de aplicados os critérios o resultado final foi:

1 nível 2
7 níveis 3
7 níveis 4
5 níveis 5

Comentário do meu próximo após apreciação deste fenómeno - "Sabes o que vós estais a fazer? Estais a avaliar os alunos inspirados nos modelos comunistas e estais a tentar apagar as diferenças entre os melhores e os piores com prejuízo dos melhores."

Pois é. É que aplicados os critérios de avaliação em vigor na minha escolinha, no meu grupo, e eu aplico-os e sei muito bem do que estou a falar, muitos alunos conseguem posicionar-se um nível acima daquele a que efectivamente correspondem os seus conhecimentos, sendo que os únicos prejudicados são os alunos verdadeira e genuinamento de 5 que, não podendo subir para coisa nenhuma, porque a subir teriam de subir para o nível 6 e este, estrategicamente, não existe, ficam remetidos à única avaliação em que a bota diz com a perdigota.
E assim temos que de uma percentagem de 25% de negativas passei, após aplicação dos critérios de avaliação, para uma percentagem de 5% de negativas, qual milagre das rosas da rainha Santa Isabel.

Não vos parece tudo isto assim a modos que um bocado... pois, o que quiserem...
A mim não me parece bem e não me calo sobre este assunto até me provarem por A+B que eu estou errada e eles/elas certos.
E sim, sobre este mesmo assunto em tempos já cheguei ao DN.

Amor Electro - Rosa Sangue

Amor Electro - Rosa Sangue

Ao trabalho, pessoal! Que a garra e a paixão não nos abandone.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Bloco 103

Bloco 103

Estou em falta com este meu muito querido primo que em plena crise demoníaca/económica/financeira e o mais que se lembrarem... se lançou num novo projecto surpreendente e abriu uma nova galeria de arte, em Lisboa, a galeria Bloco 103. Confesso que gosto disto. Desta vontade de fazer, de alterar o mundo que nos rodeia para melhor, deste arrojo contrário ao conformismo.
Hoje dou-lhe a palavra, ao Miguel Justino Alves, tirando-lhe o meu chapéu pelo projecto belíssimo que abraçou e desejando-lhe... muito trabalho.
Parabéns, Miguel! Até breve!


Bloco103 | Contemporary Art | Lisboa from BLOCO103 on Vimeo.

Ah! E pelo caminho dou também a palavra ao Justino Alves e ao Mário Rita... é sempre um prazer rever-vos!

A Palavra a Adalmiro Fonseca

A Palavra a Adalmiro Fonseca


A palavra a Adalmiro Fonseca, para quem não sabe Presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas.
Nas suas palavras sente-se a desilusão e sentem-se as saudades da importância que lhes foi dada por aquela pessoa que eu agora não nomeio mas que ele nomeia "A ministra Maria de Lurdes Rodrigues teve sempre a habilidade de ter com ela os dirigentes das escolas"; sente-se também a desilusão decorrente da constatação do aumento do trabalho burrocrático. Ohhhhhhhh... os directores sentem-se meros funcionários "Parecemos funcionários administrativos e para isso não vale a pena cá estar. (...) Só servimos para preencher aplicações e fornecer números e dados à tutela". Os cortes também não ajudam, segundo Adalmiro "Reduziram-nos os suplementos, tiraram-nos adjuntos e assessores."
Pois bem vindos às penas reais. Bem vindos ao novo mundo que muitos de vós ajudaram a criar com afinco. E pareceis não ter aprendido nada de nada quando vos esqueceis sistematicamente de nós, os zecos. "Não pode haver paz na educação sem diálogo entre Governo e directores." afirma o Adalmiro.
Pois eu afirmo que não pode haver paz na Educação sem um diálogo anterior, a jusante, sem um diálogo entre zecos e generais. E os generais, nas escolas, frequentemente esquecem-se disto.
Posto isto, Adalmiro, temos penas! Temos muitas penas de vós!

Balanço 2011

Balanço 2011

Da Rádio Comercial.
Thanks, Inês!

Sunshine Reggae

Sunshine Reggae

Dedicada às minhas tropas... especialmente à minha voa voa que não queria entrar em 2012...

Give me give me
give me just a little smile
that's all I ask of you

Give me give me
give me just a little smile
we got a message for you

Sunshine Sunshine Reggae
don't worry don't hurry take it easy
Sunshine Sunshine Reggae
let the good vibes
get on you stronger

Give me give me
give me just a little smile
that's all I ask of you
(Is that too much?)

Give me give me
give me just a little smile
we got a message for you

Sunshine Sunshine Reggae
let the good vibesget on you stronger
Sunshine Sunshine Reggae
don't worry don't hurry
take it easy

Sunshine Sunshine Reggae
let the good vibes
get on you stronger
get on you stronger
let the good vibes
get on you stronger...

domingo, 1 de janeiro de 2012

Love, Love, Love

Love, Love, Love



Vídeo surripiado aqui.

Entrar Bem em 2012?

Castelo de Vide - Portugal
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Entrar Bem em 2012?

Entrei o ano a correr desalmadamente rua abaixo e fiquei a matutar se teria sido boa ideia entrar em 2012 assim de forma tão original e nunca por mim experimentada antes.
Hoje espreitei o meu horóscopo de Escorpião na revista do JN onde os experts aconselham a prática de exercício físico a todos os do signo magnífico para que esta bicharada gaste a imensa energia que a caracteriza.
Sem o saber, devo ter entrado bem em 2012... eheheh... pelo menos assim o espero, porque sei que vou precisar de muita energia para enfrentar um dos vários anos de todas as tormentas...
A receita parece simples mas vai ter aplicação complicada - Primeiro trataremos deste e depois dos que se seguirão... sob pena de eles tratarem de nós.
 
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